A Williams caiu de desempenho nos últimos anos. Se em 2014 e 2015 a equipe terminou em terceiro no Mundial de Construtores, em 2016 o time foi apenas o quinto. Para Claire Williams, chefe da escuderia, o principal ponto franco foi a performance aerodinâmica do carro.
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"Você tem que olhar para as áreas de fraqueza, e Frank (Williams) sempre disse que o desempenho é aero, aero, aero. Existem algumas falhas fundamentais quando se trata do desempenho do carro a partir desse aspecto. Há áreas que precisam ser melhoradas em toda a equipe. Se estivéssemos fazendo as coisas perfeitamente, estaríamos ganhando o campeonato e não estamos", disse ao Autosport.com.
A Williams foi ao pódio apenas uma vez em 2016, quando Bottas foi o 3º no Canadá (Foto: Andrej Isakovic/AFP)
A chefe da Williams ainda declarou que o carro não se comporta de forma igual em todos os circuitos da temporada, e que isso é um problema que deve ser resolvido.
"O nosso carro não tem o ritmo ou o desempenho que precisamos que ele tenha. Na Williams, temos uma situação na qual nosso carro se adapta a certos circuitos mais do que outros, mas precisamos ter um carro equilibrado em todas as características", completou.
A dupla de pilotos que defenderá a equipe na próxima temporada da Fórmula 1, por sua vez, segue indefinida. Se por um lado, o canadense Lance Stroll, de apenas 18 anos, fará sua estreia na categoria, o finlandês Valtteri Bottas pode se transferir para Mercedes, e ao que tudo indica, o brasileiro Felipe Massa pode ser o substituto, retornando à equipe e à F1.