Nos passos de Piquet, Lucas di Grassi é o melhor brasileiro da Fórmula E até o momento (foto: divulgação/Fórmula E)
Se a primeira temporada da história da Fórmula E teve Nelsinho Piquet como campeão, o Brasil continua bem representado na segunda edição da disputa, liderada pelo piloto Lucas di Grassi. No entanto, é cedo para comemorar: a temporada ainda está no começo e continua exigindo um bom planejamento do brasileiro.
“Espero que as próximas corridas [em Punta del Este, no Uruguai, e em Buenos Aires, na Argentina] sejam bem quentes para que consigamos manter a liderança”, explicou o piloto em evento da Audi em São Paulo.
O motivo é simples: Di Grassi ressalta a importância de estabilizar a temperatura dos componentes de seu carro. Na prova de Putrajaya (Malásia, a segunda corrida do calendário da Fórmula E neste ano), por exemplo, o brasileiro foi obrigado a mexer nas configurações de energia e potência.
“Quem não conseguiu fazer isso teve problemas. No final, foi ótimo para mim, pois consegui a vitória e a liderança do campeonato”, exaltou. Lucas foi o segundo colocado no ePrix de Pequim, primeiro de 2015/2016, mas venceu tranquilamente a etapa malaia.
Consequentemente, Di Grassi lidera o campeonato com oito pontos à frente do suíço Sébastien Buemi, segundo no ranking. O próximo compromisso será realizado no dia 19 de dezembro, em Punta del Este, no Uruguai. Depois disso, a Fórmula E só volta à atividade no dia 6 de fevereiro, em Buenos Aires.