A Itália levou a melhor contra o Brasil na final da Liga das Nações de vôlei feminino, neste domingo, em Lodz, na Polônia. Invicta há 29 partidas, as italianas eram as favoritas para a conquista do título e ganharam por 3 sets a 1, parciais de 22-25, 25-18, 25-22 e 25-22.
As maiores pontuadoras da partida foram Antropova e Sylla, com 17 e 16 pontos, respectivamente. Do lado brasileiro, a Gabi foi a jogadora que mais pontuou, marcando 15 pontos.
Com quatro vice-campeonatos na VNL, o último título conquistado pelo Brasil foi o Sul-Americano de vôlei, em 2023, em Recife. Já a Itália foi campeã da última edição da Liga das Nações, em 2024, e dos Jogos Olímpicos de Paris, 2024.
#VNLFinals: ITALY ARE CHAMPIONS AGAIN! 🏆🇮🇹
For the third time, la squadra azzurra reigns supreme in the VNL! 💙
Power, precision and pure class — Italy takes the #VNL2025 title in style! Unbeaten!
🏐 #BePartOfTheGame #Volleyball #Pallavolo pic.twitter.com/2pRmA4X9CW
— Volleyball World (@volleyballworld) July 27, 2025
A partida
O Brasil começou melhor no primeiro set, abrindo vantagem no placar, mas logo sofreu a virada da Itália, que estava com um ataque melhor. Com dificuldades de entrosamento, a Seleção se viu em apuros.
Porém, no 21 a 17 para as italianas, a equipe adversária caiu de rendimento com erros não forçados. A capitã Gabi apareceu bem no ataque e recolocou o Brasil à frente. A Seleção embalou uma sequência de sete pontos seguidos até chegar ao set point, e foi justamente Gabi quem fechou a parcial por 25 a 21.
No segundo set, a Itália saiu na frente e chegou a abrir oito pontos de vantagem. No meio da parcial, a ponteira Degradi sentiu a perna esquerda e precisou deixar a quadra, mas nada parou o ritmo italiano. Sem dar chances ao Brasil, a seleção Azzurra fechou o set com tranquilidade por 25 a 18.
Com bom desempenho no ataque, bloqueios eficientes e defesa funcionando, a Itália assumiu o controle do terceiro set. O Brasil conseguiu reagir e chegou ao empate por 9 a 9, com bons ataques da oposta Rosamaria, que até então estava zerada na partida. No entanto, a reação parou por aí. Com Antropova entre as titulares no lugar de Egonu, a oposta foi decisiva no ataque italiano e garantiu o 25 a 20 no placar.
O quarto e último set foi mais equilibrado, mas o Brasil não conseguiu ameaçar de fato. Julia Kudiess, a maior bloqueadora da competição, voltou a se destacar no fundamento, mas não foi suficiente para manter o time vivo no jogo. O técnico Zé Roberto fez algumas mudanças, com inversões do esquema 5x1 e rodízio na saída de rede. Ainda assim, a Seleção não conseguiu se impor e viu a Itália fechar a partida em 25 a 22, garantindo o título.