Emocionado, Murray celebra fim de jejum britânico: "foi fantástico"

Imagem ilustrativa para a matéria

Terceiro melhor tenista da atualidade, Andy Murray não escondeu as lágrimas que caíam em seu rosto após a vitória que garantiu a Grã-Bretanha nas semifinais da Copa Davis, algo que não acontecia desde 1981. Neste domingo, o escocês derrotou Gilles Simon, por 3 sets a 1, no Queen’s Club, em Londres, e confirmou o triunfo por 3 a 1 sobre a França nas quartas de final do Grupo Mundial.

Emocionado, Murray explicou o quão difícil é conseguir vitórias na principal competição entre nações do tênis: “Quando você olha para a história e vê que há tempos não chegávamos numa semifinal, então você tem uma ideia de como é difícil fazer isso”.

Na disputa contra a França, Murray participou dos três pontos britânicos. Primeiro, bateu Jo-Wilfried Tsonga por 3 sets a 0, na sexta-feira. No sábado, ao lado do irmão Jamie, venceu Nicolas Mahu e Tsonga por 3 a 1. O próximo desafio da Grã-Bretanha será a Austrália, entre os dias 18 a 20 de setembro, novamente em casa.

“Nós também tivemos um período em que tínhamos Tim (Henman) e Greg (Rusedski), que eram dois top-10 e nem assim conseguimos vencer o Grupo Mundial, o que mostra o quão é a competição”, declarou Murray.

“Vencer foi fantástico. Ir para o confronto em setembro com chances é fantástico. É uma grande conquista para todos”, encerrou o número 3 do mundo.

Andy Murray não escondeu a felicidade após levar a Grã-Bretanha de volta às semifinais da Copa Davis (Foto: Justin Tallis)

Andy Murray não escondeu a felicidade após levar a Grã-Bretanha de volta às semifinais da Copa Davis (Foto: Justin Tallis) - Credito: AFP

Grã-Bretanha e Austrália já se enfrentaram em 12 oportunidades pela Copa Davis. Os australianos levam vantagem no duelo, com oito vitórias. O último embate aconteceu no saibro de Sydney, em 2003, com triunfo dos anfitriões por 4 a 1.

A Austrália é a segunda maior vencedora da Copa Davis, com 28 conquistas, perdendo somente para os Estados Unidos, com 32. A Grã-Bretanha, por sua vez, levantou o caneco em nove oportunidades, sendo a última no longínquo ano de 1936.

Conteúdo Patrocinado