Tênis/Fed Cup

Brasil define equipe da Fed Cup com Teliana e retorno de Bia Maia

GazetaEsportiva.net - São Paulo, SP - Brasil
05/01/2015 13:45:00

Em: Mais Esportes, Tênis

A equipe do Brasil que disputará o Zonal Americano I da Fed Cup foi definida nesta segunda-feira. A capitã Carla Tiene convocou Teliana Pereira, Beatriz Haddad Maia, Gabriela Cé e Paula Gonçalves, quatro melhores atletas nacionais no ranking mundial, para os jogos em San Luis Potosí, no México, entre 4 e 7 de fevereiro.

A novidade é o retorno de Bia Haddad Maia ao time. Contundida na primeira parte da temporada passada, ela fez bom segundo semestre no circuito mundial e encerrou 2014 como segunda melhor tenista do País, atrás apenas de Teliana Pereira. No último ano, seu lugar no time da Fed Cup foi ocupado por Laura Pigossi.

“Foi meio coincidência serem as atuais quatro primeiras do ranking. Tentei ver como foi o ano das jogadoras. As certezas eram a Teliana e a Bia, pelo que fez na segunda metade do ano depois de sair da lesão e se recuperar bem. Fiquei entre Gabriela, Paula e Laura pelo ano das três. A Gabriela fez um ano muito positivo, a Laura e a Paula tiveram lesão, e optei pela Paula devido à experiência que tem na Fed Cup, de já ter feito jogos de definição”, explicou Tiene.

Beatriz Haddad Maia volta ao time da Fed Cup depois de grande ascensão no segundo semestre
Beatriz Haddad Maia volta ao time da Fed Cup depois de grande ascensão no segundo semestre – Credito: Divulgação

Em 2014, o Brasil fez campanha histórica na Fed Cup, versão feminina da Copa Davis, e se classificou aos playoffs do Grupo Mundial II, o que não ocorria desde 2004. Laura Pigossi, integrante daquele time, viajará ao México como reserva da equipe para os jogos em San Luis Potosí.

O Zonal Americano I será disputado entre Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, México, Paraguai e Venezuela divididos em dois grupos. Os vencedores de cada chave se enfrentam na final do Zonal pela vaga nos playoffs do Grupo Mundial II.

“Neste ano tem sete equipes, devemos ser cabeça de chave 1, e o fato de ser na altitude com certeza dificulta um pouco mais. A Colômbia está acostumada e o México também. Se fizermos uma boa preparação conseguimos nos adaptar e classificar de novo, esse é o objetivo”, analisou a capitã Tiene.