O presidente chinês Xi Jinping inaugurou, neste sábado, os Jogos Asiáticos em Hangzhou, no leste do país, em uma grandiosa cerimônia, para a qual vários líderes foram convidados, entre eles seu homólogo sírio, Bashar al-Assad.
No estádio Grand Lotus, coração do evento com 80 mil lugares, o presidente chinês deu início à competição, da qual participam mais atletas do que nos Jogos Olímpicos.
Os Jogos, que seriam realizados em 2022, foram adiados por um ano, devido à rígida política anticovid em vigor na China. Mais de 12 mil atletas de cerca de 45 países e territórios da Ásia e do Oriente Médio participarão do evento, disputando em 40 modalides esportivas.
Para a ocasião, Xi convidou vários líderes de países aliados, como Camboja, Kuwait e Nepal, e também Al-Assad, o qual recebeu na sexta-feira.
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Hoy se cumplen 3️⃣ 5️⃣ años de una de las remontadas más impresionantes en la historia del voleibol femenino de los #JuegosOlimpicos:
👉 Perú versus China. 🇵🇪 🏐 🇨🇳 #Seul1988 l @COP_Peru @FPVPE pic.twitter.com/TjBm23BTym
— Los Juegos Olímpicos (@juegosolimpicos) September 23, 2023
O evento é "a oportunidade para a China reforçar sua influência, após o episódio da covid, em um estádio lotado, com a presença de líderes e empresários asiáticos", disse Jung-Woo Lee, especialista em política esportiva da Universidade de Edimburgo.
País anfitrião, a China é a grande favorita nestes Jogos, com uma delegação de cerca de 900 atletas, enquanto Japão e Coreia do Sul disputam o segundo lugar.
Após três anos de isolamento, longe das competições internacionais, a Coreia do Norte retorna com cerca de 200 atletas.
Nove esportes, incluindo boxe, breakdance e tênis, darão aos atletas a classificação para os Jogos Olímpicos de Paris.
Com 12 milhões de habitantes, a cidade-sede de Hangzhou fica a uma hora de trem de alta velocidade de Xangai e é conhecida como a capital tecnológica do país.