Medina analisa duro duelo com brasileiro e exalta última onda

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Logo em sua primeira bateria do ano, Gabriel Medina foi duramente testado nas águas de Gold Coast, na Austrália, onde acontece a primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WCT). Na noite da última sexta-feira, o paulista radicado em Maresias só garantiu a classificação à terceira rodada após sua última onda, já que até então quem liderava era o compatriota Wiggolly Dantas.

Medina viu Wiggolly começar a bateria com muita agilidade e fazendo bons aéreos. Com 8.00 e 8.93 de notas, ele abriu boa vantagem sobre Gabriel e o convidado norte-americano Dane Reynolds, que praticamente só assistiu aos brasileiros disputarem a liderança.

No entanto, o atual campeão mundial reagiu com um 8.80 e por último 9.50, após uma onda quase perfeita, com muitas rasgadas e ótimos aéreos. Assim, Medina garantiu um lugar na terceira rodada, enquanto Wiggolly vai disputar a repescagem contra o australiano Kai Otton, na noite deste sábado.

“Foi uma difícil bateria contra o Wiggolly”, disse Medina. “Eu sabia que ia ser complicado porque eu tenho observado ao longo dos anos que o backside (quando o surfista pega a onda de costas para ela) dele é muito bom. Ele conseguiu boas notas no placar, mas felizmente eu fui bem nessa última onda. Estou contente”, completou o número 1 do ranking mundial.

Gabriel Medina teve de tirar um 9.50 do bolso para vencer a bateria contra Wiggolly Dantas (Foto: Kelly Cestari/WSL)

Gabriel Medina teve de tirar um 9.50 do bolso para vencer a bateria contra Wiggolly Dantas (Foto: Kelly Cestari/WSL) - Credito: Divulgação

Os dois voltam a cair na água da praia de Snapper Rocks na noite deste sábado. Defendendo o título da etapa, Medina ainda aguarda o adversário da terceira rodada. Antes, Wiggolly joga sua vida no torneio pela repescagem, contra Kai Otton.

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