Zanetti fala de expectativas para a primeira disputa do novo ciclo olímpico

São Paulo, SP

17-09-2017 18:56:51

Ao lado de Arthur Nory, Caio Souza, Rebeca Andrade e Thais Fidelis, o campeão olímpico, mundial e pan-americano nas argolas, Arthur Zanetti, seguiu para o primeiro compromisso do novo ciclo até a Olimpíada de Tóquio. Depois de duas semanas de treinamento no Rio de Janeiro, os treinos agora acontecem em um ginásio próximo ao local da competição, que será realizada no Estádio Olímpico de Montreal, a cidade dos Jogos Olímpicos de 1976, no Canadá. Para o atleta, a disputa será diferente, por ser um ano pós olímpico e não ser a disputa mais importante visando Tóquio 2020.

"Uma Olimpíada desgasta muito e é ano de recuperação para o novo ciclo olímpico, um pouco mais tranquilo”, explica o ginasta. “O Mundial é importante, mas precisamos tomar cuidado porque visamos coisas maiores, como os Mundiais de 2018 e 2019”, ressalta. A disputa dos próximos anos classificam para a Olimpíada de 2020.

Nesta temporada, entretanto, o torneio em Montreal é o foco principal. Para o atleta, o fato de ser uma disputa só por aparelhos muda a dinâmica da competição. “No Mundial por equipes você tem que fazer sua parte para ajudar os companheiros e a Seleção”, conta Zanetti. “Dessa vez, se cometer um erro, é para você mesmo, então é um pouco mais tranquilo". O atleta cogita também participar na disputa do solo. "Já que tenho essa vaga, posso fazer para treinar", disse Arthur, que mira os Mundiais de qualificação para a Olimpíada.

Dono de três medalhas nas argolas em Mundiais — ouro, em 2013, e duas de pratas, em 2014 e 2011 — Arthur foca primeiro em conseguir classificação para a final. “Pegar uma final é o objetivo de agora. Depois, a gente pensa no pódio", finalizou.

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