Brasil tem campanha histórica no Mundial de Atletismo em Tóquio

Imagem ilustrativa para a matéria
Foto: Fernanda Paradizo/CBAt

A delegação brasileira terminou a edição de Tóquio com a sua melhor campanha em Campeonatos Mundiais de Atletismo. Foram três medalhas: duas de Caio Bonfim (ouro nos 20 km da marcha atlética e prata nos 35 km) e uma de Alison dos Santos (prata nos 400 metros com barreiras).

Com esse resultado, o Brasil soma, no total, 19 medalhas conquistadas em Mundiais ao ar livre. São três ouros (com Caio Bonfim, em Tóquio; Alison dos Santos, nos 400 metros com barreiras, em Eugene-2022; e Fabiana Murer, no salto com vara, em Daegu-2011), oito pratas e oito bronzes. Além disso, Caio se isolou como o atleta brasileiro mais premiado em Mundiais, já que as medalhas de Tóquio se juntaram aos dois bronzes conquistados em Londres 2017 e Budapeste 2023.

 

View this post on Instagram

 

A post shared by Jogos Olímpicos (@jogosolimpicos)

Sevilha 1999

O Brasil já havia conquistado três medalhas em um Mundial, na edição de Sevilha, em 1999. Na ocasião, foram duas pratas, com Claudinei Quirino (200 m) e Sanderlei Parrela (400 m), e um bronze, com o revezamento 4x100 m. Antes de Tóquio, o ex-velocista Claudinei Quirino era o maior medalhista individual do Brasil em Mundiais, que, além das medalhas em Sevilha 1999, também foi bronze nos 200 metros em Atenas 1997.

Finalistas em Tóquio

Além dos atletas medalhistas, o Brasil participou de duas finais, com atletas estreantes na disputa por medalhas em Mundiais. Izabela Rodrigues da Silva terminou a final do lançamento do disco na 9ª posição (63,22m). E Juliana Campos recolocou o Brasil em uma final do salto com vara feminino, feito que não ocorria há dez anos.

Conteúdo Patrocinado