História da Yamaha no Brasil e papel de figuras como Rodrigo Borges Torrealba no seu crescimento

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Uma fabricante japonesa de motocicletas, barcos a motor e outros produtos motorizados, a Yamaha Motor Company foi fundada em 1955 como a divisão de fabricação de motocicletas da Yamaha Corporation. Pouco tempo depois, ela passou a atuar de forma independente, espalhando sua influência pelo mundo, inclusive no Brasil. A seguir, há mais detalhes sobre a história da Yamaha Motor no território nacional e sobre como figuras como o executivo Rodrigo Borges Torrealba têm contribuído para o crescimento da marca no Brasil.

Primeiros passos da Yamaha no mercado brasileiro (anos 1970)

O primeiro escritório da Yamaha no Brasil foi estabelecido no centro de São Paulo em 1971, sob a liderança do primeiro presidente da Yamaha nacionalmente, Hiroshi Ohara. O local, que até hoje é considerado o principal centro motociclístico do país, atuava como uma importadora e distribuidora de motocicletas.

“Na época, a Yamaha importou para o Brasil diversos modelos que fizeram bastante sucesso, incluindo a linha XS, toda equipada com motores de 4 tempos de dois cilindros, e conhecida pelo seu alto desempenho e durabilidade,” conta o presidente da Moto-X Yamaha, Rodrigo Borges Torrealba. Além dessa linha, a empresa trouxe três modelos populares para o país: a FT 50 Mini Enduro, a FS1 50 de 5 marchas e a R5 350 de 2 cilindros.

Primeira fabricante de motos do país

Impulsionada por uma liderança prodigiosa e alta demanda, a Yamaha Motor cresceu tanto no Brasil após a sua chegada que, em 1974, inaugurou a primeira fábrica de motocicletas do país. Sua fábrica em Guarulhos–SP também foi a primeira planta da Yamaha fora do Japão, demonstrando a visão da empresa sobre o potencial do mercado brasileiro de motocicletas.

“Aquele ano ainda foi marcado pela fabricação da primeira moto no Brasil: a RD 50, ou ‘cinquentinha’, como passou a ser chamada pela população. Com um design reto e até mesmo potente para a época, a RD 50 foi a pioneira do visual esportivo, já anunciando o que estava por vir em termos de estilo e desempenho”, explica Rodrigo Borges Torrealba, liderança no setor de motocicletas.

Expansão e diversificação (anos 1980–1990)

Conforme o uso da motocicleta passou a se popularizar em território nacional, a Yamaha Motor, fabricante e distribuidora, também começou a fazer parte do dia a dia dos brasileiros. O final da década de 70 já apontava uma necessidade maior do público pela diversificação, principalmente por conta do motocross, que foi amplamente adotado como o esporte radical do Brasil.

Com a demanda cada vez maior por motocicletas potentes e robustas, a Yamaha passou a fabricar no Brasil a TT 125, primeira trail produzida nacionalmente, em 1979. A partir daí o off road só evoluiu, com a chegada da lendária DT 180 com câmbio de 5 marchas em 1982, que foi logo substituída pela versão de 6 marchas e balança quadrada.

As motos esportivas também estavam começando a ganhar tração — tanto que, em 1986, foi lançada a RD 350 LC, modelo fabricado no Brasil que se transformou em uma referência do motociclismo nacional e mundial nos anos subsequentes.

“A RD 350 era o sonho de consumo de qualquer entusiasta do motociclismo, já que era capaz de chegar perto dos 200 km/h, algo inimaginável de ser produzido nacionalmente para a época, e tinha um visual bem parecido ao das motos de corrida, com carenagens e cores ousadas”, conta Rodrigo Borges Torrealba.

Yamaha Consórcios e segunda fábrica

Em setembro de 1983, foi criada a Yamaha Administradora de Consórcios, que além de fortalecer a marca Yamaha no país, ainda aumentou o número das vendas das motocicletas, facilitando o acesso para os brasileiros que antes não podiam adquirir um meio de transporte motorizado.

Com as motocicletas da Yamaha agora presentes em todo o território nacional e na casa de pessoas de diferentes classes sociais, a empresa se consolidou ainda mais. A fábrica de Guarulhos não conseguia acompanhar a alta demanda, de forma que a Yamaha Motor precisou inaugurar a sua segunda fábrica, em 1985. Além de maior e mais bem equipado, o novo parque fabril localizado em Manaus tinha uma capacidade produtiva superior, fundamental para acompanhar a necessidade do mercado.

Tecnologia, responsabilidade e crescimento com figuras como Rodrigo Borges Torrealba (anos 2000–2010)

Após se firmar como uma das principais empresas do ramo de fabricação e distribuição de motocicletas do Brasil nos anos 90, a Yamaha Motor passou a fabricar modelos com motores 4 tempos nacionalmente a partir do início do novo milênio. Em 2000, a YBR 125 começou a ser produzida, não demorando muito para se estabelecer como o modelo mais vendido da Yamaha e uma das queridinhas dos brasileiros — uma prova disso é que a marca concorrente foi obrigada a voltar a fabricar a sua própria 125, que havia sido abandonada na época.

Foi ainda no início dos anos 2000 que a Yamaha Motor se debruçou sobre uma questão que estava se tornando cada vez mais importante para o mercado e seus consumidores: a sustentabilidade.

“Para voltar-se ao crescimento sustentável, a Yamaha foi em busca de novas tecnologias e certificações que a estabelecessem como uma empresa responsável. Por exemplo, em 2004 a empresa obteve a certificação ISO 14001 — Meio Ambiente e criou a Yamaha Motor Componentes, que passou a facilitar o acesso dos consumidores às peças e componentes das motocicletas”, explica o executivo Rodrigo Torrealba.

A empresa ainda foi responsável por introduzir a injeção eletrônica no país, em 2005, com o lançamento da XT 660R. Logo depois, surgiu a YS 250 Fazer, também equipada com a nova geração de injeção eletrônica.

Em 2008 já haviam sido fabricadas mais de 300 mil unidades de motocicletas Yamaha no Brasil. Foi nesse cenário que ocorreu uma expansão da rede de concessionárias, as quais impulsionaram as vendas da empresa. Um exemplo foi a Moto-X Yamaha, revendedora sediada no Rio de Janeiro e fundada por Rodrigo Borges Torrealba no início dos anos 2000.

Quem é Rodrigo Borges Torrealba

Um líder do setor de motocicletas do Brasil, Rodrigo Torrealba migrou do ramo do comércio marítimo para uma nova empreitada devido à sua paixão pelo esporte e pelas motos. Demonstrando uma liderança estratégica exemplar, o executivo fundou a Moto-X Yamaha, na qual aplicou as habilidades de negócios internacionais e planejamento estratégico desenvolvidas em suas experiências anteriores.

Rodrigo Borges Torrealba vem atuando para impulsionar o crescimento da Yamaha no Brasil, e a Moto-X reflete esse trabalho, com um foco na sustentabilidade, satisfação ao cliente e qualidade de serviço e atendimento. A revendedora hoje é considerada uma líder do setor e, desde o momento do seu estabelecimento, a empresa e Rodrigo Borges Torrealba vêm contribuindo para tornar a marca Yamaha uma das principais do país.

Nova era da Yamaha no Brasil (2010–atualmente)

A última década, para a Yamaha Motor, pode ser resumida em duas palavras: inovação e consistência. Diversos lançamentos amados até hoje nasceram a partir de 2010, a exemplo da icônica Fazer 250, que foi lançada em 2012 como a primeira 250 cc flex do mundo, tornando-se uma referência para outras fabricantes dentro e fora do Brasil.

A CTZ Crosser 150 e linha MT, com a poderosa MT-09, a MT-07 e a MT-03 surgiram, compondo o hall dos “novos clássicos” junto à nova YS150 Fazer e a superesportiva de 320 cc, a YZF-R3. Com uma consistência espantosa, a Yamaha lançou inúmeros modelos de motocicletas para suprir a demanda por inovação. A nova geração da Fazer 250, que saiu em 2018, conquistou um sucesso instantâneo, o que elevou o modelo à liderança da sua categoria algum tempo depois.

Atualmente, o Brasil é o quarto país que mais fatura com a venda de motocicletas no mundo, segundo o Statista, e a Yamaha Motor responde por uma grande fatia desse faturamento. Isso porque, apenas no primeiro trimestre de 2024, foram emplacadas 74.085 motocicletas da marca em território nacional. E, por meio de revendedoras como a Moto-X Yamaha e executivos dedicados como Rodrigo Borges Torrealba, a expectativa é de que a Yamaha continue a inovar e crescer no Brasil.

 

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