Rodízio de atletas é defendido por Lucas para manter regularidade

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Jogadores do Palmeiras durante treino na Academia de Futebol da Barra Funda, na Zona Oeste da capital paulista.
Jogadores do Palmeiras durante treino na Academia de Futebol da Barra Funda, na Zona Oeste da capital paulista.

Para o lateral, rodízio de jogadores promovido por Marcelo Oliveira é importante na briga pelo título (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Após a vitória diante do Flamengo, no último domingo, o Palmeiras terminou o primeiro turno do Campeonato Brasileiro na quinta colocação. A campanha da equipe foi irregular, com o clube oscilando entre os dez primeiros lugares desde a 10ª rodada da competição. Para o lateral Lucas, o Verdão precisa se concentrar no G4 para continuar na briga pelo título.

"No início a gente esteve muito abaixo do que esperava. Depois conseguimos vitórias consecutivas, chegamos lá em cima no topo da tabela e logo em seguida caímos um pouco. No segundo turno queremos deixar essa oscilação de lado, e buscar manter o foco somente em vitorias, jogo após jogo. Já perdemos muitos pontos bobos na competição, precisamos esquecer isso e deixar de lado. Que sirva de lição, mas precisamos retomar a caminhada com o nosso trabalho. O principal ponto desse segundo turno precisa ser uma regularidade de vitorias", explicou.

Um dos fatores a favor do Palmeiras, segundo o atleta, é o rodízio entre os jogadores promovido pelo técnico Marcelo Oliveira. "Ele (Marcelo) tem feito muitas mudanças em função de cartões, lesões, e para achar uma formação ideal. Naqueles sete jogos que a gente estava invicto não houve tanto essas mudanças, e se tem derrotas é natural que você busque uma formação melhor para que as vitórias venham".

Mas para que o rodízio funcione bem, o elenco precisa colaborar. De acordo com Lucas, os jogadores precisam pensar no coletivo antes de buscar a titularidade absoluta. "Nós aqui no Brasil temos uma cultura de que não pode ter mudanças, mas isso não existe. É uma cultura muito boba nossa. Temos que respeitar a opinião do treinador e colocar a instituição, o clube, na frente. Quem ficar de fora tem que manter a concentração e trabalhar para mostrar bom serviço quando voltar", concluiu.

*Especial para a GE.net

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