Ricardo Teixeira nega ter recebido propina para votar no Catar

Imagem ilustrativa para a matéria

O ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira enfim se pronunciou a respeito do caso de corrupção na Fifa. Especulado como um dos suspeitos de receber propina para apoiar a candidatura do Catar para sediar a Copa do Mundo de 2016, o ex-dirigente se defendeu e afirmou que votou no país árabe, mas não recebeu dinheiro ilegal para isso. O indício que envolveria seu nome ao caso é o fato de uma conta de sua titularidade em Mônaco ter sido bloqueada.

“Não tem lógica (a acusação). A Copa no Catar foi definida em 2010, e minha conta em Mônaco foi aberta em 2012. O dinheiro veio do Brasil e foi declarado à Receita. Votei no Catar, mas não recebi nenhum tostão por isso, nem em real, nem em dólar e nem em euro. Minha conta também não está bloqueada, como diz a reportagem”, declarou à revista Veja, rebatendo informação publicada no jornal O Estado de S. Paulo.

Além do caso de compra de votos, Teixeira é suspeito de outros crimes como lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, evasão de divisas e falsificação ideológica, pelos quais foi indiciado pela Polícia Federal brasileira.

Já nas investigações conduzidas entre Suíça e Estados Unidos, que focam a corrupção na entidade máxima do futebol mundial – e levaram à prisão do também ex-presidente da CBF José Maria Marin, Ricardo Teixeira é tido como um dos possíveis co-conspiradores citados pelo relatório do Departamento de Justiça estadunidense a respeito do caso.

Ricardo Teixeira nega ter recebido propina para votar no Catar como sede da Copa do Mundo de 2022

Ricardo Teixeira nega ter recebido propina para votar no Catar como sede da Copa do Mundo de 2022 - Credito: Divulgação

Conteúdo Patrocinado