Queridinho de sheik, ex-palmeirense prioriza permanência no exterior

São Paulo, SP

01-06-2016 10:40:31

Mauricio Ramos recebeu sondagens do futebol brasileiro e da China (Foto: Djalma Vassao/Gazeta Press)
Mauricio Ramos recebeu sondagens do futebol brasileiro e da China (Foto: Djalma Vassao/Gazeta Press)

Quando alguém questiona sobre como anda a vida nos Emirados Árabes, Mauricio Ramos já tem a resposta na ponta da língua: “Muito bem, obrigado”. Estabilizado no Oriente Médio e atual capitão do Al Sharjah, o campeão da Copa do Brasil com o Palmeiras em 2012 não planeja voltar ao futebol brasileiro tão cedo. Com propostas atraentes do mercado asiático, o zagueirão aguarda a definição sobre seu futuro.

“Já são quatro anos nos Emirados Árabes. A adaptação foi a melhor possível e estou vivendo um ótimo momento. Tive propostas de outras equipes daqui mesmo, mas o sheik não liberou, e agora vamos analisar tudo com calma, pensando no melhor para mim e para a minha família”, disse o jogador, confirmando propostas da China, que vem assombrando os clubes brasileiros nas últimas temporadas com acordos milionários para jogadores de destaque.

“É um mercado promissor. Três times já fizeram propostas concretas e me vejo em totais condições de me adaptar a um novo país e jogar em alto nível”, acrescentou Mauricio Ramos, sinalizando que poderá se juntar a nomes como Renato Augusto, Gil, Ralf, Jadson, Geuvânio e Luis Fabiano.

Apesar das especulações, a fidelidade de Mauricio Ramos ao clube no qual está atualmente, o Al Sharjah, foi reconhecida pelo sheik dono da equipe. Após preferir cumprir seu vínculo contratual com o time mesmo recebendo diversas sondagens do futebol brasileiro, o zagueiro recebeu de presente o passaporte asiático e se consolidou no elenco, se tornando capitão.

“Agi da melhor forma possível com o Al Sharjah, pois fui muito bem tratado desde o início, tendo o respeito e a confiança do sheik e de toda a comissão técnica, bem como o carinho dos torcedores. Nesse momento, gostaria de continuar no exterior, mas se aparecer uma boa proposta no Brasil posso conversar com a minha família”, finalizou.

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