Presidente do Náutico promete investigar briga na sede do clube

São Paulo, SP

10-09-2015 16:00:52

 

O presidente do Náutico, Glauber Vasconcelos, prometeu investigar a fundo a briga entre torcedores do Santa Cruz e do Paysandu, que aconteceu na frente da sede do clube, após a partida entre o Tricolor pernambucano e o time paraense. O confronto durou cerca de 20 minutos e causou tumulto na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, no bairro dos Aflitos, zona norte do Recife.

“Criamos uma comissão para aprofundar o assunto. O diretor de patrimônio (Roberto Andrade) que vai coordenar isso. Essa comissão tem um prazo de uma semana para apurar os fatos e ver o que foi ocorrido. E vai propor modificações caso seja provado algum tipo de desvio de conduta, vamos tomar as medidas cabíveis”, afirmou.

O mandatário do Timbu tentou explicar o ocorrido dizendo que os membros da organizada do Paysandu entraram no clube acompanhados de torcedores alvirrubros, que afirmavam serem sócios do Náutico.

“No final da tarde, um grupo de torcedores do Paysandu, que foram acompanhados por torcedores que mostraram a carteira de sócios, entraram no clube. Eles pediram para tomar banho aqui. O que eu sei é que esse pessoal (do Paysandu) deixou a van do lado de fora e entrou. Não houve qualquer veículo deles aqui dentro. Estamos apurando quem foram esses sócios. Até onde me consta, não houve nenhum incidente até eles saírem para o jogo”, disse.

De acordo com Vasconcelos, quando os torcedores do Papão retornaram à sede do Náutico para pegarem as vans que estavam do lado de fora, integrantes da facção do Santa Cruz já estavam no local esperando a chegada dos rivais. Diante da situação, o Timbu abriu os portões para os paraenses, a fim d protegê-los de agressões.

“O portão estava fechado e quando eles chegaram, foram recebidos já por torcedores da organizada do Santa Cruz. Ou se abre o portão, ou se tinha um massacre. Eram poucos (do Paysandu) contra muitos (do Santa Cruz). Abriu-se o portão do Náutico para evitar o massacre. Do ponto de vista humanitário, este era o correto”, ressaltou.

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