Pato recorda Ronaldo na época do Milan com Playboy no vestiário

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Alexandre Pato lembrou histórias polêmicas com Ronaldo e elogiou o técnico Carlo Ancelotti (Foto: Franck Fife/AFP)

Alexandre Pato deixou o futebol brasileiro rumo à Europa com apenas 18 anos. Contratado pelo Milan, o ex-atacante do Internacional teve a oportunidade de jogar com grandes nomes do futebol mundial, como Ronaldo, Seedorf, Kaká, Maldini, entre outros. Mais do que atuar ao lado de ídolos, Pato também acumulou histórias curiosas durante os anos em Milão, conforme relatou em entrevista ao canal Fox Sports Itália.

Alexandre Pato lembrou histórias polêmicas com Ronaldo e elogiou o técnico Carlo Ancelotti (Foto: Franck Fife/AFP)

Alexandre Pato lembrou histórias polêmicas com Ronaldo e elogiou o técnico Carlo Ancelotti (Foto: Franck Fife/AFP)

“Quando cheguei ao vestiário me encontrei com muitos jogadores fortes. No vestiário estava sentado entre o Maldini e o Ronaldo, e na minha frente o Kaká. Em um dos primeiros dias que me lembro, Ronaldo me perguntou se eu queria me unir ao grupo dele, me mostrando uma revista Playboy, ou ao grupo do Kaká, que tinha mais ‘coisas de igreja no vestiário’”, revelou Pato lembrando-se do seu início no time rossonero.

Atualmente no Villarreal, na Espanha, o atacante também agradeceu Carlo Ancelotti. O treinador que atualmente trabalha no Bayern de Munique era o comandante do Milan na época em que Pato chegou ao clube e foi o responsável por suas primeiras oportunidades no futebol europeu.

“Até pouco tempo atrás pude falar com ele (Carlo Ancelotti). Se não fosse por ele, não iria ao Milan. Gostaria de voltar a ver o Ancelotti. Ele era importante para aqueles que queria, estar no mundo do futebol e um exemplo como pessoa. Quando cheguei ao Milan era pequeno, e ele foi como um pai para mim”, comentou.

Por fim, Pato também se posicionou sobre as críticas que recebeu da imprensa italiana já na reta final de sua história em Milão. Apontado como um jogador que estaria se preocupando mais com sua vida extracampo do que, de fato, com o seu trabalho dentro das quatro linhas, o atacante se mostrou irrelevante frente ao que, segundo ele, são inverdades.

“Os jornais dizem tantas coisas... Mas nunca deixei que minha vida privada entrasse em campo comigo. Sempre dei minha vida pelo clube, defendi meus companheiros, que deram o melhor para mim. Nunca permiti que minha vida privada se intrometesse no meu trabalho”, pontuou.

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