Carlos Tévez foi apontado como o principal culpado pela ausência do Boca Juniors na Libertadores do ano que vem. Décimo colocado do Campeonato Argentino e eliminado nas quartas de final da Copa Argentina, torneio no qual o campeão garante acesso ao torneio continental, o clube xeneize tem de lidar com a pressão e até com um possível adeus do atacante.
Carlos Tévez vem sendo alvo de duras críticas da torcida do Boca (Foto: Alejandro Pagni/AFP)
Apesar dos boatos da despedida de Tévez, há quem defenda o jogador. Diego Armando Maradona, um dos maiores ídolos do Boca e principal símbolo do futebol argentino prestou apoio ao camisa 10 e valorizou o fato de ele ter optado por voltar à Argentina após ótimo desempenho com a camisa da Juventus.
“Só posso dizer que amo Carlitos e que sou grato a ele por voltar à Argentina quando havia dez países onde ele poderia jogar. Hoje não há nenhum nome ou sobrenome que seja maior que o de Carlos Tévez”, disse Maradona em entrevista ao jornal Clarín.
Maradona não só ignorou a má fase do atacante como também pediu sua convocação à seleção argentina. Tévez foi ignorado pelo técnico Edgardo Bauza para os confrontos de novembro das Eliminatórias para a Copa do Mundo, contra Brasil e Colômbia, mas ao menos recebeu elogio do ex-craque.
“Peço apenas que não encham o saco dele, que deixem ele jogar. Ele tem duas coisas grandes no meio das pernas para se bancar no Boca, na seleção e onde o quiserem. Ele me demonstrou isso, e por isso é meu amigo. Deus queira que Bauza o convoque. E se tiver que resolver algo com alguém, que o façam cara a cara”, completou Maradona.