Levir relembra dancinha de Mano e prevê: “alguém vai dançar”

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Foto: Levir Culpi, como sempre, esbanjou bom humor na entrevista coletiva desta sexta-feira (Foto: Bruno Cantini/CAM)
Foto: Levir Culpi, como sempre, esbanjou bom humor na entrevista coletiva desta sexta-feira (Foto: Bruno Cantini/CAM)

Foto: Levir Culpi, como sempre, esbanjou bom humor na entrevista coletiva desta sexta-feira (Foto: Bruno Cantini/CAM)

Os últimos encontros entre Levir Culpi e Mano Menezes, adversários do clássico deste domingo, entre Cruzeiro e Atlético-MG, guardam enredos milagrosos e acontecimentos, no mínimo, curiosos. Afinal, foi a partir dos duelos pelas quartas de final da Copa do Brasil de 2014, contra o Corinthians, comandado por Mano, que o Galo de Levir conseguiu aplicar a primeira de suas viradas improváveis na competição, após reverter a derrota do primeiro jogo por 2 a 0, com uma memorável goleada por 4 a 1, no Mineirão.

O Galo conquistaria, na sequência, o seu primeiro título da Copa do Brasil, mas nada ficaria tão marcado quanto a “dancinha do Mano”, protagonizada pelo atual técnico do Cruzeiro no confronto de ida entre Corinthians e Atlético-MG. Nesta quarta-feira, o técnico Levir Culpi, sempre muito bem-humorado, brincou com o episódio “pitoresco” do companheiro de profissão.

“Aquilo vai ficar na memória de todos nós. Um fato engraçado, pitoresco que aconteceu, mas que vai ficar na memória de todos nós. Mas foi uma coisa natural. Que tipo de dança que vai ter no domingo, você quer saber isso? Não sei quem vai dançar, alguém vai dançar”, brincou.

Perguntado sobre o que ele sabe do estilo Mano Menezes de comandar as suas equipes, Levir Culpi manteve o tom brincalhão e se limitou a chamar o adversário deste domingo de “gente boa”.

“Não tenho a capacidade de analisar nem a mim mesmo! Só faltava analisar eu ter que analisar o Mano Menezes. Nem me conheço, como vou analisar os outros? Só sei que ele é gente boa”, disse o treinador, arrancando risadas na entrevista coletiva.

Duelos e “dancinhas” à parte, o treinador entende que seus comandados têm que manter uma alta concentração no clássico deste domingo para que os erros da derrota para o Cruzeiro, no primeiro turno, por 3 a 1, não se repitam.

“É um jogo de concentração. O poder de concentração é fundamental em jogos decisivos, mas acontece que do outro lado tem o Cruzeiro que também vai querer estar concentrado. É a mesma conversa. É uma questão de momento. Quando se está concentrado, a chance de errar é menor”, avaliou o treinador sobre o clássico que acontecerá no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Mineirão.

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