Hudson Coutinho elogia Figueirense, mas lamenta empate

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Jogo com o Atlético-MG foi o último de Hudson Coutinho como técnico (Foto: Luiz Henrique/Figueirense)
Jogo com o Atlético-MG foi o último de Hudson Coutinho como técnico (Foto: Luiz Henrique/Figueirense)

Jogo com o Atlético-MG foi o último de Hudson Coutinho como técnico (Foto: Luiz Henrique/Figueirense)

O gol do Atlético-MG aos 48 minutos do segundo tempo mudou os planos do Figueirense na Copa do Brasil. A equipe catarinense ia vencendo a partida de dia das oitavas de final do torneio por 1 a 0 e já contava com a vantagem para a volta. O empate dos rivais, porém, modificou os planos do clube, que ainda vê com bons olhos o gol anotado fora de casa.


“Foi um bom resultado. A Copa do Brasil tem esse regulamento de que gol fora vale muito, então foi um excelente resultado. Pode ser um pecado, um gol no final sempre é complicado, mas aqui dentro é muito complicado e a entrega dos atletas foi grande. Claro que no fim do jogo a gente se sente muito mal, contávamos com o 1 a 0, que seria extraordinário, mas o 1 a 1 vale muito. E o gol no fim deixa o gosto amargo”, analisou o técnico interino Hudson Coutinho.


Para o auxiliar, a equipe mostrou maturidade dentro de campo diante do Atlético-MG, tido como um dos favoritos na competição. “A postura sempre foi de intensidade, a gente propôs o jogo essa maneira. O Atlético-MG é um dos melhores do Brasil e se não tivéssemos essa postura sairíamos derrotados. Se a gente tivesse mais a posse em alguns momentos do jogo seria importante, mas não foi possível. Mas temos que parabenizar os atletas e quero agradecer à diretoria pelo voto de confiança”, disse.


A partida marcou a última de Coutinho no comando do Figueira. Com saída de Argel Fucks, que foi para o Internacional, o auxiliar assumiu o posto até a chegada de René Simões, que assume a partir desta quinta-feira.


“O aspecto psicológico, de um time intenso, determinado. Mas eu vejo que o atleta de Série A não pode se ater somente a ficar abatido com uma saída de técnico. Um dia ele pode sentir, no outro ele tem que estar pronto. A vida segue nesse ritmo e esse grupo do Figueirense tem essa identidade de se entregar e hoje deu mostras de que a gente pode fazer mais na Copa do Brasil e no Brasileiro”, explicou.

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