Gustavo Scarpa elogia trabalho de Baptista no Flu após reação no Brasileiro

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Meia espera torcida em peso no Maraca para empurrar o Flu (foto: Nelson Perez/Divulgação FFC)
Meia espera torcida em peso no Maraca para empurrar o Flu (foto: Nelson Perez/Divulgação FFC)

Meia elogiou o bom trabalho de Eduardo Baptista à frente do Fluminense, cada vez mais distante do Z4 (foto: Nelson Perez/Divulgação FFC)

A vitória do Tricolor das Laranjeiras neste último domingo, no clássico contra o Vasco, Gustavo Scarpa foi destaque, junto com Gerson, outra jovem esperança da equipe carioca. O resultado de 1 a 0 trouxe ao Flu a tranquilidade de sete pontos de distância para o primeiro time da zona de rebaixamento, pesadelo que chegou a assombrar os tricolores.

Convocado para amistosos da Seleção Brasileira sub-23, o meia destacou a importância da reação do Fluminense na reta final do Brasileirão, em participação no programa Seleção SporTV. O jovem, considerado uma das revelações do campeonato, explicou também os possíveis motivos para a queda de rendimento da equipe, ainda sob o comando de Enderson Moreira.

"Não tem um motivo especial (para o baixo rendimento), muitos atribuem isso a chegada do Ronaldinho,  ou a um desentendimento do grupo, mas eu não vi isso. Apenas acredito que começamos a levar gols muito facilmente, a maioria no início das partidas, e não tínhamos reação”, explicou Scarpa.

Perguntado sobre a chegada de Eduardo Baptista, que trouxe mudanças consigo e levou o Fluminense às semifinais da Copa do Brasil, Scarpa elogiou o comandante. Para ele, o técnico treina situações específicas e acertou a defesa do Tricolor, pontos importantes para os bons resultados deste fim de temporada.

“Às vezes, a mudança de treinador motiva aqueles que não estão jogando a mostrarem serviço. O Enderson nos ajudou bastante, implantou o estilo de jogo dele, mas começamos a tomar gols muito fácil, passamos a perder a confiança, e nos desorganizar", declarou o meia. "Quando chega um novo comandante, como o Eduardo, que conseguiu colocar o que ele pensa, ajeitar nossa questão defensiva, por exemplo. Então acredito que a mudança ajuda um pouco”.

“A diferença entre os técnicos está mais na questão do dia a dia. Alguns dão teinos mais específicos para o grupo, como o Eduardo, que treina exatamente o que a gente precisa pro jogo, não tem treinos alienados. Ele ajudou muito a gente, é inteligente demais, tem um pai que tem um bom currículo no futebol (o treinador Nelsinho Baptista, atualmente no Vissel Kobe, do Japão), então espero que continue dando certo", finalizou.

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