Novo técnico do Equador diz que eliminatórias sul-americanas serão "as mais difíceis" - Gazeta Esportiva
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O novo técnico da seleção do Equador, o argentino Gustavo Alfaro, avaliou nesta segunda-feira que as eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2022 são uma das “mais complexas” do mundo.

“São as mais complexas, as mais difíceis”, disse Alfaro Lechuga após a sua chegada a Quito para substituir o holandês Jordi Cruyff, que passou apenas seis meses no cargo, a maior parte do tempo na Espanha.

(Foto: Juan Diego Montenegro/ECUADOR FOOTBALL FEDERATION/AFP)<br />

Às vésperas das eliminatórias sul-americanas, que começam em outubro, o treinador argentino considerou que “estamos todos em um nível competitivo, em nível de igualdade”.

“É uma corrida longa, de fôlego e as eliminatórias sul-americanas são as mais difíceis do mundo pela geografia, pela competitividade, pelo hábito, pela forma como as equipes jogam, pelo respeito, pela hierarquia, pelas trajetórias, pelo nível dos treinadores”, acrescentou.

Alfaro, de 58 anos, que em 2009 dirigia o saudita Al Ahli, mostrou seus planos ambiciosos: “não vim aqui para cumprir um contrato de trabalho. Vim viver a melhor fase da minha vida profissional, e para isso venho trabalhar”.

Jordi Cruyff renunciou ao cargo em julho sem ter dirigido um único treino e, pior, sequer uma partida.

Em entrevista coletiva virtual na sede da seleção equatoriana, na periferia de Quito, Alfaro falou sobre seu objetivo de carimbar um passaporte para a Copa do Mundo do Catar de 2022. “Não poderei alcançá-lo se não contar com o trabalho” dos jogadores, a quem fez um apelo para que “nestes dois anos tenham seus melhores anos como jogadores profissionais”.

O ex-treinador do Boca Juniors em 2019 acrescentou que este objetivo também não será fácil.

“Isso vai ser fácil? Não. Preparem-se para tempos difíceis e complicados como todas as coisas são”, observou ele.

Desde o fracasso na Copa América do Brasil em 2019, comandado pelo técnico colombiano Hernán Darío Gómez, o Equador carece de regularidade e em outubro próximo terá que enfrentar a Argentina, em Buenos Aires, e o Uruguai, em Quito, nas duas primeiras rodadas das eliminatórias.

A seleção tricolor fez sua última participação em uma Copa do Mundo, no Brasil em 2014, quando não conseguiu avançar para as oitavas de final.

Até hoje jogou três edições do Mundial, fazendo sua estreia no Japão e na Coreia do Sul em 2002 (com Bolillo Gómez como técnico) e em seguida na Alemanha em 2006, quando se classificou para as oitavas, seu melhor desempenho.



O técnico Lionel Scaloni elogiou a seleção do Paraguai, adversário da Argentina nesta segunda-feira pela terceira rodada do Grupo A da Copa América-2021, em Brasília.

A equipe paraguaia, contra a qual a ‘Albiceleste’ buscará se classificar para as quartas de final, é um adversário “muito difícil”, que “sabe o que está jogando, tem um grande treinador (o argentino Eduardo Berizzo) e uma geração de bons jogadores”, disse Scaloni em entrevista coletiva virtual.

Em seu ciclo, lembrou o técnico, as seleções se enfrentaram duas vezes e ele não conseguiu vencer em nenhuma das ocasiões. O último duelo foi 1 a 1 em novembro, pelas Eliminatórias, e o anterior, na Copa América-2019, terminou com o mesmo resultado.

Questionado se espera que o Paraguai apresente um esquema defensivo diferente do que fez em seu primeiro e único jogo, contra a Bolívia – que venceu por 3-1 -, avaliou que Berizzo tem “uma maneira de jogar muito marcada”, e embora todos tomem cuidado, espera fazer uso da pressão que caracteriza a seleção paraguaia.

“É uma equipa que tem jogadores ofensivos, que sabe muito bem o que joga e que é um rival incômodo para todos”, afirmou. Scaloni considerou que “não há pressão” para a Argentina obter um título para o seu país, mas sim “fazer o melhor possível” e ir “jogo após jogo”.

Diante das dúvidas sobre Nicolás González e Giovani Lo Celso, ambos titulares na sexta-feira contra o Uruguai, Scaloni disse que os jogadores que conquistaram a vitória por 1 a 0 sentiram o esforço, e que a equipe titular desta segunda “vai depender muito do estado em que estiverem”.

Scaloni respondeu afirmativamente a uma pergunta sobre se Sergio Aguero poderia entrar no time titular. E ficou satisfeito com o desempenho de Lautaro Martínez, o 9 argentino que até o momento não marcou gols.

O meia Leandro Paredes, que não jogou na última partida devido a uma pancada e foi substituído por Guido Rodríguez que se destacou com um gol, disse minutos antes em uma coletiva de imprensa que veio para jogar.

O jogador albiceleste reconheceu que a Argentina sofreu quedas de rendimento no segundo tempo dos jogos das Eliminatórias e no primeiro da Copa América contra o Chile, e que terá de voltar a colocar “um algo a mais”, contra o Paraguai, para evitar isso.



Pablo Escobar, integrante da comissão técnica da seleção boliviana, testou positivo para covid, informou a Federação local (FBF) neste domingo.

“A Federação Boliviana de Futebol e o Corpo Médico da Seleção Nacional informam que, depois de realizar os exames correspondentes em 19 de junho, o membro da comissão técnica Pablo Daniel Escobar apresentou resultado positivo para covid”, disse a entidade em um comunicado.

Escobar, paraguaio de origem e naturalizado boliviano, foi um jogador de destaque no elenco do The Strongest e também integrou a seleção boliviana entre 2008 e 2017.

Em 2020, foi convocado pelo técnico venezuelano César Farías para atuar como auxiliar de campo da seleção nacional.

A FBF especifica que Escobar está em boas condições de saúde, cumprindo o isolamento recomendado pela Conmebol.

Este é o segundo caso de contágio na comissão técnica da Bolívia, que também registrou cinco jogadores infectados, entre eles o atacante e ídolo Marcelo Moreno e o goleiro Carlos Lampe.

Nem Moreno nem Lampe disputaram a primeira partida da Copa América contra o Paraguai, que derrotou os bolivianos por 3 a 1. No entanto, Lampe foi escalado na derrota contra o Chile, por 1 a 0.

A Bolívia, que soma duas derrotas consecutivas, vai enfrentar o Uruguai na próxima quinta-feira pela quarta rodada do Grupo A.



Colômbia e Peru se enfrentaram neste domingo, em Goiânia, pela terceira rodada da primeira fase da Copa América. O time comandado por Ricardo Gareca venceu por 2 a 1, com gols de Penã e Mina (contra). Borja descontou para os colombianos.

Com o resultado, o Peru sobe para a terceira posição, com três pontos. Já a Colômbia permanece na vice-liderança, com quatro. Ambas as equipes estão no mesmo grupo da Seleção Brasileira.

No primeiro tempo, a Seleção Peruana abriu o placar aos 16 minutos. Yotún arriscou um chute de fora da área, a bola bateu na trave e sobrou Peña mandar para o fundo das redes. A equipe foi para o intervalo com a vantagem no placar.

Porém, logo aos cinco minutos da segunda etapa, o colombiano Borja recebeu lançamento em profundidade e foi derrubado pelo goleiro Gallese dentro da área. O próprio atacante foi para a cobrança e empatou a partida.

Aos 19 minutos, os peruanos voltaram a estar na frente do placar. Cueva bateu escanteio e o zagueiro Mina, ex-Palmeiras, acabou marcando contra.

Na próxima rodada, a Colômbia enfrenta o Brasil, na quarta-feira, às 21h (de Brasília). O Peru, por sua vez, duela com o Equador, no mesmo dia, às 18h (de Brasília).





A força que vem de jogar como um “verdadeiro time” será a arma da desfigurada Venezuela para vencer o Equador neste domingo, no estádio Nilton Santos no Rio de Janeiro, pela terceira rodada do Grupo B da Copa América-2021, afirmou seu técnico, José Peseiro, neste sábado.

A nossa carta na manga será “a vontade que temos, o grupo muito forte que temos, funcionamos como uma equipe, como uma verdadeira equipe, defendendo a bandeira venezuelana, defendendo a Vinotinto”, disse o treinador português em uma coletiva de imprensa virtual no estádio Nilton Santos, onde será disputada a partida.

Peseiro reiterou a confiança no grupo que comanda, formado às pressas após o desfalque de onze jogadores devido à covid-19, como o capitão Tomás Rincón, e vários outros por causa de lesões, entre eles o atacante Salomón Rondón além de Yeferson Soteldo e Darwin Machís.

A Venezuela também perdeu o meio-campista Yangel Herrera pelo resto do torneio devido a uma “fratura mínima” na tíbia direita ocorrida no empate sem gols contra a Colômbia na quinta-feira em Goiânia, informou a seleção nacional neste sábado.

“Podemos não ter jogadores de referência, mas para lutar, vamos lutar o máximo possível”, acrescentou o treinador português de 61 anos, que garantiu que para o duelo com os equatorianos não vai contar com a volta de “ninguém”.

O técnico atribuiu a falta de gols da Venezuela aos desfalques no ataque, que nos dois jogos anteriores (3 a 0 contra o Brasil e 0 a 0 contra a Colômbia) quase não concluiu na direção do gol.

“Os atacantes mais fortes que temos nao estão mais presentes, mas estou confiante de que podemos competir e vencer amanhã”, acrescentou. “Quero fazer gols amanhã, disse depois do jogo com Brasil e Colômbia, temos que desenvolver (caminhos) para conseguir mais, para atacar mais o gol adversário sem perder o equilíbrio”.

Peseiro considerou “muito perigoso” o Equador de Gustavo Alfaro, atual terceiro colocado nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, atrás de Brasil e Argentina, quando tem espaços e destacou que com certeza a seleção tricolor tentará atacar pelas costas de seus zagueiros.

“Temos que desenvolver e formar uma equipe dentro do que é melhor para nós, para buscar pontos e poder avançar”, disse ele.

Uma vitória levaria a Venezuela, terceiro colocado do Grupo B com um ponto, às quartas de final da Copa América-2021.

O Brasil, já classificado, lidera o grupo com seis pontos, seguido pela Colômbia (4). Equador e Peru fecham, ambos sem terem pontuado. Os quatro primeiros se classificam para as quartas de final da Copa América.



A Colômbia do técnico Reinaldo Rueda e o Peru, seleção comandada há anos pelo argentino Ricardo Gareca, vão tentar retomar o caminho da vitória no duelo deste domingo entre as duas equipes em Goiânia pelo Grupo B da Copa América-2021.

Os colombianos vêm de um empate sem gols com a Venezuela e o Peru de uma goleada por 4 a 0 para o Brasil. Mas tudo parece imprevisível contra os peruanos, que segundo Rueda, têm um perfil bem diferente daquele da ‘Vinotinto’ e do Equador, adversário que a Colômbia venceu na estreia deste torneio.

“Temos que neutralizar o Peru, ver onde podemos tirar vantagem”, para vencer um rival que cresceu após muito trabalho com Gareca no comando, disse o técnico colombiano.

Rueda afirmou que seu estado natural é a insatisfação e no início deste novo processo, em que comandou a equipe em seus primeiros jogos oficiais nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, “há muitos conceitos para trabalhar, melhorar, lembrar”.

Apesar das circunstâncias “a resposta do grupo tem sido muito boa, muito positiva. O jogador colombiano tem muita bondade, é inteligente, é receptivo (…) estamos no caminho certo”, disse ele.

A Colômbia tem quatro pontos no Grupo B, atrás do Brasil de Neymar, que é líder isolado com seis pontos. A Venezuela tem um ponto, enquanto Peru e Equador ainda não pontuaram.



A terceira rodada do grupo B da Copa América será neste domingo. Às 18 horas (de Brasília), Venezuela e Equador se enfrentam de olho na primeira vitória na competição.

A Venezuela conquistou seu primeiro ponto ao empatar com a Colômbia. O resultado obtido mesmo com os vários desfalques pela covid-19 motivou a seleção para buscar a vitória.

Já o Equador folgou na rodada passada. A seleção chega para a partida com a necessidade de vitória para encaminhar a classificação para a próxima fase.

Das cinco seleções do grupo, quatro avançam para as oitavas de final.



A Colômbia volta a campo neste domingo, contra o Peru, em Goiânia. O duelo será às 21h (de Brasília), em Goiânia, pelo Grupo B da Copa América.

Os colombianos perderam a chance de encaminharem a classificação ao empatar com a Venezuela. Mesmo assim, a seleção segue na vice-liderança da chave, somente atrás do Brasil.

Uma vitória vai colocar a Colômbia na liderança do grupo, pois os brasileiros estão de folga na rodada.

Do outro lado, o Peru busca a recuperação após ser goleado pelo Brasil. A equipe tenta repetir a boa campanha na última edição da competição, quando chegou até a final.



Além de ajudar na importante vitória da Argentina contra o Uruguai por 1 a 0 nesta sexta-feira, Lionel Messi chegou à marca de 13 assistências na Copa América, segundo levantamento da Footstats. O feito faz do argentino o maior assistente da história da competição entre seleções da América do Sul.

Em 29 jogos disputados pela Copa América, o camisa 10 já marcou 10 vezes e deu 13 passes para companheiros. Messi também foi responsável pelo gol da Argentina no empate por 1 a 1 com o Chile. O grande desafio agora é tirar sua seleção da fila de títulos e conquistar a taça da competição.

A Argentina volta a campo já nesta segunda-feira, quando enfrenta o Paraguai no Mané Garrincha, às 21 horas (de Brasília).