Marquinhos ainda não vê PSG em seu melhor nível: "Sempre há o que aprender"

Imagem ilustrativa para a matéria
Marquinhos chegou ao PSG em 2013 e soma 167 partidas (Foto: AFP)

Marquinhos chegou ao PSG em 2013 e soma 167 partidas (Foto: AFP)

Após a goleada de 5 a 0 no meio de semana contra o Celtic pela Liga dos Campeões, o Paris Saint-Germain se prepara para o confronto diante do Lyon que acontece neste domingo. o zagueiro Marquinhos analisou o desempenho da equipe até o momento na temporada e disse que o time ainda não alcançou seu melhor nível: "Sempre há aspectos que podem melhorar. Sempre há o que aprender, o que o técnico pode nos pedir. Como, por exemplo, se adaptar cada jogo ao nosso adversário. Será durante a temporada que nós vamos chegar ao nosso melhor nível, ainda não estamos lá. Nos falta entrosamento com os novos jogadores que chegaram. A adaptação à filosofia do treinador já melhorou e temos que continuar trabalhando".

O brasileiro também comentou sobre a adaptação e integração de Daniel Alves e Neymar ao novo clube e ao novo país. "Os jogadores de alto nível se adaptam muito bem. Para se adaptar a um clube, é preciso adotar a filosofia da equipe, precisa aprender a língua, se aproximar daqueles que também não falam a língua. Eles estão indo muito bem, são jogadores de muita importância para o grupo hoje. Dani entende um pouco o francês, fala um pouco e entende bem. O Ney tem um pouco mais de dificuldade. Ele pergunta: 'Como eu peço um suco de laranja no restaurante?'", brincou o zagueiro.

Marquinhos ainda falou sobre a situação de Lucas no clube e disse que a equipe não tem apenas 11 jogadores e que ele terá a oportunidade de ganhar espaço: "Nós somos muito próximos. Depois que cheguei a Paris, ele se tornou como um irmão para mim. Dados todos os objetivos que temos, se quisermos chegar lá, não será somente com 11 jogadores. Com o Campeonato Francês, as Copas, a Liga dos Campeões... Durante a temporada, jogadores se machucarão e aí ele terá a oportunidade de entrar no lugar deles e conquistar seu espaço na equipe".

Quanto ao jogo deste domingo contra o Lyon, o brasileiro disse que, apesar das críticas do presidente Jean-Michel Aulas, a partida não terá clima de revanche: "Não tem sentimento de revanche. Nos pensamos em nós, no nosso clube, no nosso presidente. Se ele quer falar, nós deixamos ele falar. É no campo que nós daremos a resposta".

Conteúdo Patrocinado