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Leandro Damião completa 4 meses no Japão e se diz adaptado

São Paulo , SP
16/06/2019 19:20:48

Em: Campeonatos, Futebol, Futebol Internacional, Notícias
Leandro Damião deixou o Internacional no começo do ano (Foto: Divulgação/ Kawasaki Frontale)

Há exatos quatro meses, Leandro Damião estreou pelo Frontale na grande final da Super Copa do Japão e marcou o gol da vitória por 1 a 0. Em pouco tempo de clube, o atacante é o artilheiro do time com 8 gols, tem 3 assistências e está entre os principais brasileiros que atuam na Ásia. Bem adaptado com a família no Japão, a boa fase de Damião também é fora dos gramados.

“Estou muito bem adaptado aqui com minha família. Meus filhos estão estudando na escola japonesa, estamos falando um pouquinho já de japonês, minha esposa bem e eu também, tirei carteira de motorista aqui, tem que fazer prova para poder dirigir, então estamos nos adaptando bem”, contou o atacante.

No Campeonato Japonês, o Frontale é o segundo colocado com 28 pontos atrás do FC Tokyo, com 33, e Leandro Damião é o artilheiro da equipe com 5 gols. Com o início dos jogos oficiais em fevereiro, o atacante tem 4 meses de futebol asiático e perdeu apenas 3 jogos no ano. De 18 partidas, Leandro Damião foi titular em 13 delas, entrando no segundo tempo nas outras 5.

“Nem todos os jogos eu fui titular, mas sempre que joguei eu fiz gols. Já cheguei conquistando título, que foi da Super Copa e depois não começamos muito bem o campeonato Japonês, empatamos muito, mas não tivemos derrotas, no ano são três derrotas até agora, estamos em segundo lugar no campeonato, 6 pontos do líder. Nosso time tem um padrão de jogo que é muito bom, um elenco bom, então vamos brigar pelo título”, completou.

Na temporada, são 8 gols, um na final da Super Copa do Japão e mais dois na Liga dos Campeões da Ásia. A rápida adaptação colocou Damião entre os maiores artilheiros do país em comparação com atletas que já estão duas ou mais temporadas na Ásia, a mais tempo que ex-jogador do Internacional. Os números do atacante o colocam entre os brasileiros artilheiros do Japão e do continente asiático.

“Estou muito bem, hoje eu já entendo melhor os meus, comparado quando eu cheguei, eu já sei o nome de todo mundo. Aqui o estilo de jogo é meio corrido, mas temos sempre uma semana cheia e fica mais fácil para trabalhar e não se lesionar. Eu não tive lesões aqui no Japão”, finalizou