Alisson está de bem com a vida após se tornar titular da Seleção Brasileira (Foto: Andre Mourao/Mowa Press)
O goleiro Alisson segue ganhando cada vez mais destaque no time comandado pelo técnico Dunga. Além do bom desempenho mostrado ao longo da temporada, o arqueiro conta com o apoio de Taffarel, preparador de goleiros da Seleção Brasileira e referência para o atual goleiro. Sua ascensão fez com que surgissem especulações de uma possível saída do Internacional, rumo ao futebol europeu, no entanto, Alisson garante repensar sobre uma saída, já que poderá não ter a titularidade assegurada em outro país.
“Isso vem sendo analisado por mim, minha família e José Maria, meu procurador. Para jogar na Seleção é preciso ter ritmo de jogo, atuar constantemente. Hoje preciso pensar nesse aspecto, antes nem pensava tanto. Vou analisar as propostas friamente, sabemos que há algumas coisas para chegar. Estou feliz com o meu momento no Inter e focado tanto lá quanto na Seleção. Vou ter férias e poderei pensar bastante no que fazer no ano que vem”, declarou.
Alisson é um dos destaques do time do Internacional atualmente. Já na Seleção, o goleiro conta com duas referências e ídolos do clube gaúcho: Dunga e Taffarel. O arqueiro comentou sobre como é a relação de trabalho com um dos maiores goleiros da história do país e revelou que, após conhece-lo pessoalmente, a admiração só aumentou.
“O Taffarel é referência para qualquer goleiro que cresceu nessa geração. Sou muito mais jovem (Alisson tem 23 anos), acompanhei pouco a trajetória dele, mas a minha admiração só cresceu depois que o conheci pessoalmente. Eu cresci num ambiente em que todos falavam muito bem dele”, disse.
O goleiro do Internacional parece ter correspondido as expectativas de Dunga. Antes de sua convocação, Jefferson era considerado o goleiro titular do time pentacampeão e parecia não dar chances a outros possíveis concorrentes de posição. Perguntado sobre como ele lida com a situação de manter uma margem de erro baixa, Alisson foi incisivo e acredita que não há como entrar em campo pensando nisso.
“Não podemos jogar com medo de errar, senão as coisas acontecem de forma negativa. A sequência de jogos dá uma tranquilidade. Somos humanos e todos podem errar. Temos que estar preparados para sobrepor o erro se acontecer, mas trabalho para acertar sempre", revelou.