Dorival pede coletividade vista em 2010 para superar "mesmos problemas"

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Dorival quer série de vitórias para que o Peixe respire tranquilo no Brasileiro (Foto: Santos/Site Oficial)
O bom início da sua segunda passagem à frente do Santos fez Dorival Júnior se lembrar da primeira vez que comandou o Alvinegro Praiano. Após a vitória por 2 a 0 sobre o Joinville, o técnico santista relembrou a vitoriosa geração de 2010.
 
“Tudo se trata de uma sequência de trabalho. A cobrança coletiva tem que ser mantida, até para que cada jogador possa resolver individualmente. Na minha primeira passagem pelo Santos foi assim. Com coletividade, as individualidades apareciam aos poucos”, avaliou o treinador, que deu folga ao elenco santista nesta segunda-feira.
 
De lá para cá, no entanto, o clube passou por muitas mudanças. “É triste ver isso, porque eu sei que o Santos poderia viver outro momento. Não sei o que aconteceu nesse tempo e não cabe a mim julgar, pelo contrário, mas é natural dizer que eu gostaria de ver o Santos em outra situação, brigando pelo título”, ponderou Dorival.

Dorival quer série de vitórias para que o Peixe respire tranquilo no Brasileiro (Foto: Santos/Site Oficial)

Dorival quer série de vitórias para que o Peixe respire tranquilo no Brasileiro (Foto: Santos/Site Oficial)

 
“Em 2009, eu ouvia as mesmas histórias e os mesmos problemas. Isso nos acompanhou por um bom período", lembrou o treinador, se referindo às dificuldades que o acompanharam um ano antes de sua melhor temporada no Santos.
 
"Os resultados ajudam, mas não são tudo no futebol. Sempre acredito que o trabalho tem a ver com a semana seguinte, com o próximo adversário. O que foi alcançado é muito bom e legal, mas estamos a um ou dois pontos da zona de rebaixamento. Isso é tranquilidade? Não, não é", alertou Dorival. Com a vitória sobre o JEC, o Santos subiu para a 15ª posição, com 16 pontos.
 
"Vamos procurar ficar fora destas últimas quatro colocações. O próximo passo tem que ser esse, não tem jeito. Todo mundo quer subir na tabela, é lógico, mas antes precisamos fugir do perigo. (...) Eu ainda acredito muito no trabalho do Santos e tenho certeza de que podemos iniciar uma recuperação no Campeonato”, finalizou o comandante, que já começa a trabalhar de olho no duelo contra o também desesperado Flamengo, no domingo que vem, às 16 horas (de Brasília), no Maracanã.

 

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