David Ginola anunciou que deve concorrer à presidência da Fifa na eleição realizada em maio. Caso sua candidatura seja confirmada, o ex-jogador francês será o quarto concorrente pelo cargo mais alto da entidade, junto do atual presidente Joseph Blatter, Jerome Champagne e do príncipe da Jordânia, Ali bin Al Hussein.
Para confirmar sua candidatura, Ginola deve se adequar às exigências necessárias até dia 29 de janeiro. Ele precisa ter o apoio de cinco federações nacionais e também deve comprovar que exerceu algum papel diretamente ligado ao esporte em pelo menos dois dos últimos cinco anos.
Apesar do anúncio, o próprio jogador admitiu ter recebido cerca de R$ 1 milhão de uma casa de apostas britânicas pelo cargo.
David Ginola atuou na França e na Inglaterra entre os anos 80 e o início de 2000(Foto: FRANCK FIFE) - Credito: AFP
“Estou concorrendo porque, como vocês, eu amo futebol. Seja no campo ou nas arquibancadas, todos nós sabemos que o sistema da Fifa não está funcionando. O jogo precisa mudar, mas não posso mudar sozinho. Eu preciso que você se levante e ajude a mudar comigo. Eu preciso de você no meu time. Ao se juntar ao Time Ginola, você dirá sim para uma Fifa com mais democracia, transparência e igualdade. Vai dizer sim para uma Fifa que se importa com uma coisa: futebol”, disse o meia em um vídeo divulgado no site oficial da campanha.
Sua carreira no futebol começou nos anos 80 pelo clube francês Toulon, de onde seguiu para o Racing de Paris, o Brest e o Paris Saint-Germain. O jogador atuou também na Inglaterra, onde jogou até se aposentar no início de 2000.