Corinthians tem histórico de equilíbrio contra rivais do grupo 7

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Teve até bons momentos na Libertadores, mas viu o time parar em Boca e no juiz Amarilla (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Pato marcou o penúltimo gol do Corinthians sobre o Millonarios, na Libertadores de 2013 (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Se depender do retrospecto do Corinthians contra os seus adversários no grupo 7 da Copa Libertadores da América, o equilíbrio prevalecerá. A equipe brasileira, que jamais enfrentou o venezuelano Deportivo Lara, está igualada ao colombiano Millonarios e ao argentino Independiente no histórico de confrontos.

Contra o Millonarios, adversário da estreia, em 28 de fevereiro, fora de casa, o Corinthians acumula duas vitórias, um empate e duas derrotas, com oito gols marcados e oito gols sofridos.

Curiosamente, o primeiro duelo com o Millonarios também foi realizado em um dia 28 de fevereiro, em 1954, quando o Corinthians caiu por 1 a 0 no El Campín e perdeu uma série invicta de 32 partidas internacionais. O algoz do time de Luizinho, o Pequeno Polegar, foi Ávilla.

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Após um empate por 3 a 3 e uma goleada do Millonarios por 4 a 2, o Corinthians enfim reagiu contra os colombianos, em 2013. Foram duas vitórias no grupo 5 daquela Libertadores, da qual o time brasileiro seria eliminado pelo Boca Juniors em jogo marcado pelos erros de arbitragem do paraguaio Carlos Amarilla.

Antes de deparar com Amarilla, o Corinthians derrotou o Millonarios por 2 a 0 (desta vez, em um 27 de fevereiro) com gols dos atacantes Paolo Guerrero e Alexandre Pato – ambos enervariam torcedores ao deixar o clube. Naquela ocasião, o Pacaembu só recebeu quatro torcedores, que recorreram à Justiça contra a punição da Conmebol de impedir o acesso do público ao estádio como punição pela morte do boliviano Kevin Espada, em Oruro.

Pacaembu ficou vazio por causa da punição pela morte de Kevin Espada, torcedor do San José (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

O Corinthians também levou a melhor no jogo de volta. No El Campín, o veterano meia Danilo, até hoje remanescente daquele elenco dirigido por Tite, assegurou a vitória por 1 a 0 sobre o Millonarios.

Já diante do Independiente, atual campeão da Copa Sul-Americana, o Corinthians computou três vitórias e três derrotas, com seis gols marcados e sete sofridos desde uma vitória por 2 a 1 em 1981, em Pachuca, no México. Aquele jogo foi encerrado cinco minutos antes do final em função de uma briga generalizada.

Em 2001, Corinthians e Independiente voltaram a dividir um grupo, o 3, de uma competição sul-americana, a extinta Copa Mercosul. E houve uma vitória para cada lado. No Pacaembu, o atacante Gil e o zagueiro Scheidt anotaram para os brasileiros, vitoriosos por 2 a 1. Em Avellaneda, os argentinos triunfaram por 1 a 0, com um gol de falta de Montenegro.

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