Com força máxima, dupla Atletiba tenta segurar times do interior no Paranaense

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Cristóvão é o comandante do Atlético-PR (Foto: Gustavo Oliveira/Atlético-PR)
Veterano Ceará é uma das novidades do Coritiba (Foto: Divulgação)

Veterano Ceará é uma das novidades do Coritiba (Foto: Divulgação)

A edição 2016 do Campeonato Paranaense promete ser, pelo menos na teoria, a mais disputada dos últimos anos. Isso porque além da força dos times do interior, que conquistaram os dois últimos troféus, em 2014 com o Londrina e em 2015 com o Operário, de Ponta Grossa, as equipes da capital prometem força máxima para quebrar o jejum de títulos e efetivamente acertarem seus elencos para o restante da temporada.

O Furacão, que não é campeão desde 2009, após alguns anos sem dar a devida importância ao torneio, colocando em campo o time sub-23 ou um grupo misto, desta vez vai com seu time principal para a disputa, dividindo atenções com a Primeira Liga. O técnico Cristóvão Borges destacou a dificuldade da competição e garantiu que a dupla Atletiba, apesar da estrutura, não entra como favorita. “É um campeonato duro, difícil. Não existe favoritismo porque quem venceu foram equipes do interior. É um campeonato duro, que vai ser disputado e vai ser mais uma forma de a gente ser testado. Então, muito importante”, analisou.

O Rubro-Negro manteve uma base sólida em relação à 2015, mas trouxe algumas contratações importantes para reforçar e dar mais experiência à equipe. Para a zaga chegaram Paulo André, Thiago Heleno e Igor Silva, além dos laterais Pará e Léo. Pelo meia, Vinícius, ex-Fluminense, chegou par acertar o setor. No ataque, além da manutenção de Walter, chegaram Anderson Lopes e André Lima.

O Coritiba viveu recentemente, até 2013, uma fase de domínio no Estadual, competição que já conquistou 37 vezes. Porém, as últimas duas temporadas, apesar da final em 2015, foram de declínio e o Alviverde quer voltar ao topo para ganhar consistência visando o restante do ano. A pré-temporada mostrou que o técnico Gilson Kleina, que chegou para montar o time, pouco mexeu na estrutura do grupo que permaneceu. O experiente lateral Ceará e o trio palmeirense formado pro Amaral, Vinícius e Leandro, serão as principais novidades.

Cristóvão é o comandante do Atlético-PR (Foto: Gustavo Oliveira/Atlético-PR)

Cristóvão é o comandante do Atlético-PR (Foto: Gustavo Oliveira/Atlético-PR)

Com sete título e único pentacampeão, o Paraná Clube prometeu, mais uma vez, um ano diferente, sem crise fora das quatro linhas e com planejamento dentro delas. Coube ao técnico Claudinei Oliveira montar o grupo, unindo quem permaneceu com os reforços que chegaram com o objetivo de qualificar um grupo que precisa vencer a desconfiança do torcedor. AS esperanças estão nos pés de atletas como Dick, Robson, Alisson e, principalmente, na dupla Válber e Nadson, que fez sucesso no Sampaio Corrêa.

Em relação ao regulamento, serão 12 times jogando entre si em turno único, sendo que os oito melhores passam para as quartas de final. A partir daí, jogos de ida e volta até a definição do título. A novidade é que desta vez não haverá o Quadrangular da Morte e os dois últimos colocados da primeira fase caem automaticamente para a Divisão de Acesso. As finais serão disputadas nos dias 1º e 8 de maio.

Além dos times já citados, ainda disputam o Estadual Cascavel, JMalucelli, Maringá, Foz do Iguaçu e Rio Branco. PSTC e o Toledo, promovidos da Divisão de Acesso deste ano, também se juntam ao grupo, fechando a lista de participantes.

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