Ataque não funciona e paranistas ainda lamentam desatenção da defesa

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Muita bola no pé e pouca objetividade. Esse foi o Paraná Clube que perdeu para ao América Mineiro por 2 a 0, no Estádio Independência, e viu seus planos de reagir ainda no primeiro turno e se aproximar do grupo de líderes ruírem em duas falhas da defesa. O zagueiro Luciano Castán, autor da penalidade que deu origem ao segundo gol, acredita que a forte marcação do adversário foi eficiente para parar um ataque inerte.

“Hoje não deu certo. O América marcou muito firme. Faltou um pouco mais de empenho e coragem para jogar para não sairmos derrotados”, afirmou o defensor paranista, que deu méritos ao adversário, mas não poupou a desatenção do sistema defensivo. “Mérito dos batedores deles, que fizeram as cobranças, e falha da nossa defesa. Temos que arrumar isso”, avaliou.

Já seu companheiro de defesa, Luiz Felipe, que chegou a marcar um gol que foi anulado pela arbitragem, culpou a bola parada e, principalmente, a desorganização do time nos 45 minutos iniciais pelo resultado negativo. “Tomamos dois gols de bola parada e no segundo tempo tentamos correr atrás. Mas, o primeiro tempo nosso foi horrível”, disse.

O meia Rafael Carioca revelou quais eram os planos do Tricolor, que novamente utilizou o artifício de manter a posse de bola o máximo possível, mas desta vez sem nenhuma objetividade. A postura do Coelho mostrou que a tática já era esperada. “A gente entrou com um estilo de jogo para tentar surpreender, jogando atrás da linha. Mas nós também sabíamos que eles tinham uma equipe de qualidade e não conseguimos”, concluiu.

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