Jogadores do Boca entram em conflito com a PM de Minas e vão para delegacia

São Paulo, SP

20-07-2021 23:57:04

Após a derrota para o Atlético-MG nos pênaltis no Mineirão, a equipe do Boca Juniors se envolveu em confusão com os seguranças do estádio e, depois, com a Polícia Militar. Ainda em campo, os argentinos estavam insatisfeitos com a arbitragem da partida que decidiu o classificado para as quartas de final da Libertadores.

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Já na parte interna do Mineirão, os atletas do Boca Juniors foram acusados de tentar invadir o vestiário do Atlético-MG e entraram em conflito com os seguranças que buscavam fazer a contenção. Os argentinos só foram parados pela PM, que usou gás lacrimogênio para afastá-los.

"Jamais presenciei coisa parecida no futebol. Infelizmente atletas, comissão técnica e diretoria do Boca entraram espaço que não era deles. Se não fosse a segurança particular do Galo, coisa pior teria ocorrido. Por muito pouco não aconteceu pior", explicou o diretor executivo do Atlético-MG, Rodrigo Caetano, em entrevista à ESPN, que foi além.

"Nós comemoramos dentro do vestiários. Passa a impressão de que não sabem perder. Vencemos com mérito, não temos nada com isso. Essa situação se transformou em caso de polícia", emendou o representante da diretoria do Galo sobre a decisão de a polícia encaminhar alguns integrantes da delegação do Boca para a delegacia - segundo a TYC Sports, os investigados são os jogadores Marcos Rojo, Sebastián Villa, Carlos Izquierdoz, Carlos Zambrano e Javier García, além de dirigentes e integrantes da comissão técnica.

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A insatisfação do Boca Juniors nesta terça-feira se deu, principalmente, pelo gol anulado na segunda etapa do confronto. O árbitro da partida precisou consultar o VAR e decidiu reverter sua decisão.

Agora classificado, o Galo espera o vencedor do confronto entre River Plate e Argentinos Juniors para conhecer seu rival na próxima fase da Libertadores.

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