Após 0 a 0 no México, Gallardo não quer deixar título escapar em casa

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Expulso por reclamação, Gallardo terá que cumprir suspensão na final, mas crê em título (Foto: Yuri Cortez/AFP)

Em campo na última conquista do River Plate na Copa Libertadores, em 1996, Marcelo Gallardo espera que a equipe não deixe o título escapar no Monumental de Núñez, na próxima quarta. Agora do banco de reservas, o treinador – que completou um ano no cargo na última terça – espera comandar mais um título dos Millonarios, após vencer a Sul-Americana em 2014, e a Recopa e a Supercopa Euroamericana neste ano.

Apesar de relatar a dificuldade de encarar o Tigres, Gallardo acredita que o River segue como favorito para conquistar o título por definir o segundo jogo em casa. “O Tigres é muito duro, mas acredito que a equipe deles esperava conseguir uma diferença maior de gols para ir ao Monumental sabendo que a situação vai mudar. Estaremos com nossa torcida, e os jogadores totalmente focados que não podem deixar a Copa escapar”, disse.

Ao comentar sobre o jogo em Monterrey, Gallardo falou sobre a atmosfera de pressão, além do clima quente. “O campo era muito sufocante, os jogadores fizeram esforços enormes para se manterem de pé. Não tivemos o ritmo que queríamos por conta do calor que fazia, mas vamos jogar conforme o resultado e esperamos conseguir vencer em casa”, falou o treinador, que terá que avaliar os atacantes Mora e Viudez, que saíram de campo reclamando de dores, para o jogo de volta.

Expulso por reclamação, Gallardo terá que cumprir suspensão na final, mas crê em título (Foto: Yuri Cortez/AFP)

Expulso por reclamação, Gallardo terá que cumprir suspensão na finalíssima, mas crê em título (Foto: Yuri Cortez/AFP)

Esperando por um jogo completamente distinto no Monumental de Núñez, ciente de que o River Plate precisa de uma vitória a qualquer custo para conquistar a Copa Libertadores após 19 anos, o treinador dos Millonarios parabenizou o esforço da equipe e citou o instinto competitivo dos atletas.

“Vi jogadores que deram o sangue em cada bola. Quando o físico e a cabeça não aguentavam, tratavam de se agrupar e defender. Vi a grandeza desses jogadores de se sobreporem a qualquer adversidade. É uma final, uma Libertadores, e os jogadores estão querendo isso. Gosto de vê-los assim e creio que o jogo de volta será completamente diferente”, falou Gallardo.

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