Copa do Mundo

Para não ir a julgamento, Vidal faz acordo e fica sem habilitação

Messi visita mulher em hospital, atende fãs e garante estar bem

Um ano depois, Neymar vê 7 a 1 como “lição” e espera voltar logo

Notícias

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Criador das máscaras de Neymar tem inspiração de livro com pesadelo eterno

<p>Quando retornava do Castelão depois da vitória por 2 a 1 da Seleção Brasileira sobre a Colômbia, dentro de um ônibus, o publicitário PJ Pereira recebeu por telefone a notícia de que Neymar estava fora da Copa do Mundo do ano passado. A joelhada desferida pelo defensor Juan Camilo Zúñiga atingiu em cheio as costas do atacante e o entusiasmo daquele torcedor com o torneio, pano de fundo para o seu último livro na trilogia “Deuses de dois mundos”.</p>
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Plácido Domingo se encantou com “Dona Lúcia” um dia antes de Parreira

<p>Carlos Alberto Parreira não se conteve quando o amigo Luiz Felipe Scolari comentou que recebeu “notas, cartas, e-mails e telegramas de muito apoio” no dia seguinte à maior humilhação do esporte brasileiro. Naquele dia 9 de julho de 2014, a comissão técnica da Seleção Brasileira estava reunida diante das câmeras de televisão para tentar explicar a vexatória derrota por 7 a 1 para a Alemanha, nas semifinais da Copa do Mundo disputada em casa. “Felipão, eu não ia comentar, mas, já que o assunto surgiu...”, interrompeu o coordenador da Seleção Brasileira.</p>
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Um ano, sete histórias: reviva o maior vexame do esporte brasileiro

<p>A maior derrota do esporte nacional completa um ano nesta quarta-feira. E, para reviver os cabalísticos sete gols que a Alemanha marcou na Seleção Brasileira nas semifinais da última Copa do Mundo, a <strong>Gazeta Esportiva </strong>reuniu sete histórias relacionadas à tragédia do Mineirão.</p>
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Torcedor que deu camisa do Bahia a Neuer sonha em conhecer a Alemanha

<p>Os pouco mais de 25.000 habitantes de Santa Cruz Cabrália, pequeno município do litoral sul baiano, estavam ressabiados com a confirmação de que recepcionariam a seleção da Alemanha durante a Copa do Mundo do ano passado. Afinal, a delegação europeia rejeitara todas as opções de hospedagem sugeridas pela Fifa para construir ali, na vila de Santo André, a sua própria concentração. A expectativa era de que haveria um convívio distante – “frio e até militar”, nas palavras de Damião Dias Pinto, superintendente de Esporte e Lazer da cidade – com a população local.</p>
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Engenheiro do Mineirão vê 7 a 1 como propaganda e menor do que 1950

<p>Severiano Braga ajudou a erguer o local da maior humilhação da história do futebol nacional. Gestor das obras de modernização do Mineirão e hoje gerente de operações do estádio, o engenheiro não acredita que a histórica goleada que a Alemanha aplicou na Seleção Brasileira, há exatamente um ano, represente um bicho de sete cabeças para a sua administração. O que seria uma assombração nacional é, para ele, motivo de propaganda.</p>
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Fora da Copa, locutora do Mineirão se consola por não ser voz do 7 a 1

<p>Incrédula, Pollyanna Andrade acompanhou em silêncio a goleada da Alemanha sobre o Brasil por 7 a 1. Acostumada a anunciar os placares dos jogos do Mineirão pelo sistema de som, a locutora oficial do estádio se limitou ao papel de torcedora após ser vetada pela Fifa para trabalhar na Copa do Mundo. Ao alegar a necessidade de utilizar equipe própria no evento, a instituição salvou Pollyanna do envolvimento com o maior vexame da Seleção em Mundiais.</p>
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Sem tesão após 7 a 1, Kid Bengala prefere lembrar filmes na Alemanha

<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; letter-spacing: -0.287999987602234px; line-height: 20.8799991607666px;">A obscena goleada aplicada pela Alemanha na semifinal da Copa do Mundo 2014 mudou a forma com que o corintiano Kid Bengala encara o futebol. Um ano depois do 7 a 1, Clóvis Basílio dos Santos, mais conhecido pelo nome de artístico, prefere se lembrar dos filmes pornôs protagonizados no país europeu, inspiração para brincadeiras espalhadas por aplicativo de troca de mensagens via celular.</p>
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Sósia relembra acerto ao confundir jornalista na Copa e defende Felipão

<p>Do fundo de um elevador lotado do prédio da <strong>Fundação Cásper Líbero</strong>, um senhor paulista coçou os seus bigodes brancos e falou com um sotaque gaúcho ensaiado nos últimos 15 anos: “Bah, tche, dá licença”. Ele desceu sorrateiramente no sugestivo sétimo andar e deixou um burburinho atrás de si. “Era o Felipão?”, perguntou uma garota.</p>
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Federação Chilena garante sequência a Sampaoli até Copa de 2018

<p>O presidente da Associação de Futebol do Chile, Sergio Jadue, pôs fim aos rumores sobre o futuro de Jorge Sampaoli, técnico que deu ao Chile, no último sábado, o primeiro título da Copa América. Especulado pela imprensa europeia, o treinador argentino será mantido até o Mundial de 2018, que acontecerá na Rússia, de acordo com o que garantiu o dirigente máximo da federação.</p>
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Após vice, seleção da Argentina perde uma posição no ranking da Fifa

<p>A mais recente atualização no ranking de seleções da Fifa, promovida no último sábado, apresentou duas novidades nas dez primeiras colocações. Com o vice-campeonato da Copa América, a seleção argentina somou apenas dois pontos e perdeu o segundo lugar para a Bélgica. Já a França, com os 37 pontos ganhos, roubou a nona colocação da Suíça e agora integra o top 10 da lista.</p>