Ameaçado pelo fantasma do rebaixamento, o Chievo venceu o Palermo por 1 a 0, neste sábado, e ganhou duas semanas de alívio no Campeonato Italiano, uma vez que agora a equipe só entra em campo no dia 4 de março.
Com o resultado, o Chievo agora ocupa a 15ª posição, com 32 pontos – 11 a mais do que o Cagliari, 18º e primeiro na zona da degola, que ainda entra em campo neste sábado, diante do Milan. Já o Palermo segue na parte intermediária da tabela, sem grandes aspirações, no 11º lugar, com 35.
Apesar do que o resultado final pode indicar, o confronto começou pendendo para o Palermo, que teve as melhores chances iniciais. Em um espaço de tempo de cinco minutos, Paulo Dybala perdeu duas grandes chances de abrir o placar para o time visitante. Na primeira, chutou de qualquer jeito em frente ao goleiro e acertou as tribunas. Na segunda, todavia, a conclusão tinha endereço certo no cantinho direito de Albano Bizzarri, mas o goleiro salvou para escanteio.
A situação se manteve durante todo o primeiro tempo, com o Palermo demonstrando ótimo trabalho coletivo, com passes curtos, tabelas e boas jogadas – a maioria delas com Dybala, incapaz de transformá-las em gol.
Se os visitantes tinham dificuldade em chegar ao objetivo, o Chievo precisou apenas de uma chance para comemorar. Aos 35 minutos da etapa inicial, quando Paloschi recebeu de Meggiorini, dominou entre três marcadores e tocou no cantinho esquerdo da rede, abrindo o placar para aos anfitriões.
Na volta para o segundo tempo, aos sete, Ervin Zukanovic recebeu cruzamento preciso pelo alto e tentou de cabeça, obrigando o goleiro Sorrentino a salvar o Palermo de um resultado ainda pior. Para piorar, houve a marcação de um pênalti para os donos da casa aos 16, quando Andelkovic dominou a bola com a mão dentro da área e recebeu amarelo. Na cobrança, no entanto, Paloschi foi infeliz e isolou a bola sobre o travessão.
Ainda houve tempo para Andelkovic receber seu segundo amarelo, aos 41, e deixar o Palermo com um jogador a menos nos minutos restantes, concretizando, assim, um alívio momentâneo para o Chievo, que ainda ronda a degola italiana.
