Os objetivos do Liverpool no começo da temporada eram simples: conquistar um título e terminar ao menos na quarta posição do Campeonato Inglês, na zona de classificação para a próxima Liga dos Campeões. Meses depois, o cenário é diferente do planejado, mas o técnico Brendan Rodgers ainda se vê como o nome ideal para o cargo.
“Não acho que alguém seja melhor do que eu, essa é a forma como eu vejo. Há três meses, quando o time estava jogando bem, me tratavam como um gênio da tática. Aí perdemos alguns jogos importantes, e de repente eu já não sou mais bom”, declarou o inglês, que reafirmou o bom relacionamento com a diretoria dos Reds.
“Isso é futebol, então as especulações são normais. Eu continuo agindo da mesma forma, continuo sem me empolgar com as vitórias e sem me decepcionar com derrotas, porque sei que tenho que olhar para o próximo jogo. Tenho um relacionamento forte com os diretores. Quando me contrataram, eles entenderam que isso seria um processo. Esse não era um elenco de atletas acostumados a vencer, não assumi uma máquina vencedora. Isso foi algo que deixamos claro desde o início. Mas é óbvio que quero melhorar na próxima temporada”, comentou Rodgers, que prosseguiu.
“Nós falhamos em uma de nossas metas, que era vencer um troféu. Nós chegamos perto, mas não perto o bastante. A outra meta era terminar entre os quatro, o que vai ser difícil de conseguir agora, mas vamos lutar até o fim, até a última partida”, concluiu o comandante.
Atualmente, a equipe ocupa a quinta posição na tabela do Campeonato Inglês, com 57 pontos – sete a menos do que o Manchester City, último do grupo que leva à Liga dos Campeões. O Liverpool volta a campo neste sábado, às 11 horas (de Brasília), contra o West Bromwich, no estádio The Hawthorns.
