Chico Lang - O campeão, ou melhor tri, será o Corinthians. E por uma razão óbvia: terá apoio maciço da Fiel. Jogar em Itaquera faz sim a diferença. O Tricolor não soube usar o fator campo ao seu favor. Desse susto a torcida alvinegra não morrerá jamais. Timão na cabeça. E tenho dito!!! (Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta Press)1/6
Michelle Giannella - O São Paulo se perdeu em algum momento lá atrás, acho que desde a saída de Muricy. E nesse período o time foi perdendo a identidade e a confiança. Hoje parece que falta comprometimento aos jogadores, competência à diretoria e encaixe entre treinador e time. Não existe mágica mas trabalho sério, espírito de equipe e respeito ao torcedor. Este último item, definitivamente, está em falta (Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta Press)2/6
Flávio Prado - Não acredito em jogo de bom nível. Espero tudo amarrado e novo empate 0 a 0. Nos pênaltis dá Cassio. (Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta Press)3/6
Jonas Campos - Neymar, além de craque inquestionável, é um pouco de tudo — sorriso, simpatia, ironia, marra… Reflexo de personalidade e, justiça seja feita, de abordagens nem sempre bem intencionadas a ele. Mas a verdade é que o carismático moleque da ousadia e alegria com a bola no pé poderia ser um ídolo muito maior do que é. O menino Ney segue refém do mundo dos ‘parças’, do ‘pai-gestor’, das redes sociais e de atitudes ainda pequenas para quem pode mudar o grande. Uma pena.(Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta Press)4/6
Alexandre Silvestre - O Paulistão vai ser definido no drama dos pênaltis e o gigante Cássio será o herói da finalíssima... Mas eu vou secar muito! (Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta Press)5/6
João Ricardo Cozac: O ponto central é que esse rapaz vive cercado por cinquenta "parças" que dizem o tempo inteiro o que ele quer (e consegue) ouvir. E assim a profecia de René Simões foi se concretizando quando disse que “estão criando um monstro”. Na verdade, é um monstro que não machuca ninguém (nem mesmo o torcedor agredido). É um monstro de única face: a da fragilidade psicológica e emocional para as dificuldades mais genuínas de sua carreira, talento e status. É o que a molecada diz hoje em dia: "se não sabe brincar, não desce pro play" (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)6/6
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