No jogo 300 de Lúcio Flávio, Paraná é derrotado pelo Foz em casa

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Na noite desta quarta-feira, o meia Lúcio Flávio realizou seu jogo de número 300 defendendo o Paraná Clube. Porém, a marca histórica para o veterano articulador, que também passou por Santos, São Paulo e Botafogo, não teve o resultado esperado pelos torcedores tricolores. Atuando na Vila Capanema, a Gralha decepcionou e acabou superada pelo Foz do Iguaçu, por 1 a 0. O gol foi marcado pelo zagueiro Leandro Silva, aos 11 minutos do primeiro tempo.

Com o placar frustrante, a equipe dirigida por Luciano Gusso fica estacionada nas 13 unidades, trilhando um retrospecto de quatro vitórias, um empate e duas derrotas. Por sua vez, o time iguaçuense atinge a mesma pontuação e respira mais aliviado na classificação.

O próximo desafio tricolor ocorre neste sábado, às 16 horas (de Brasília), diante do Londrina, no estádio do Café. Já o Azulão da Fronteira recebe o Prudentópolis, domingo, no mesmo horário supracitado.

O jogo – Ignorando a data histórica para Lúcio Flávio, o Foz do Iguaçu criou a primeira oportunidade de gol logo aos nove jogados. Em cruzamento de Alex Travassos na ponta direita, Ícaro testou firme e mandou a bola rente à trave de Marcos. Porém, dois minutos mais tarde, os surpreendentes visitantes saíram na frente. Em cobrança de falta na área, Leandro Silva aproveitou a desatenção dos beques, subiu com liberdade e testou firme para balançar a rede.

Quando o relógio apontou a marca dos 15, o homenageado da noite perdeu a chance de coroar a data com um tento. Em cobrança de falta, sua especialidade, Lúcio Flávio carimbou a trave direita do veterano Edson Bastos, ex-Coritiba, que apenas assistiu ao lance. O camisa 300, observado de perto por Perini e Cícero, voltou a assustar aos 36 minutos, em chute dentro da área, mas parou em boa intervenção do arqueiro adversário.

Bem posicionado, o Foz do Iguaçu perdeu a chance de dilatar o marcador ainda no primeiro tempo. Com 36 jogados, Ícaro foi acionado no setor esquerdo da área, driblou Marcos e buscou a conexão com a referência. Entretanto, Renatinho não dominou e permitiu a recuperação da defesa paranista.

Na segunda etapa, antes que o relógio completasse a marca dos 15 minutos, a Gralha foi às redes duas vezes, ambas com Maiquinho, substituto de Lucas Pará. Todavia, o atacante acabou flagrado em posição irregular nas duas conclusões.

Entretanto, o duelo ganhou contornos dramáticos nos minutos finais. Maiquinho desabou na área do Azulão da Fronteira e viu o auxiliar marcar penalidade máxima – o árbitro, bem posicionado, não havia apontado a marca da cal. Após confirmar a falta, muito contestada pelos atletas visitantes, Paulo Roberto Alves Júnior voltou atrás e decretou tiro de meta, causando revolta nos atletas paranistas, que amargaram um surpreendente revés na data histórica para o ídolo Lúcio Flávio.

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