Com lucro recorde, River arma esquema para impedir ingressos falsos

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62 mil torcedores, 30 mil bexigas e centenas de faixas: festa no Monumental promete ser grande (Foto: Reprodução/Twitter)

A expectativa para o fim do jejum de 19 anos sem conquistas continentais do River Plate é grande. Desde a última semana, os torcedores já esgotaram as 62 mil entradas disponíveis para o Monumental de Núñez e proporcionaram ao clube um recorde de arrecadação nesta Copa Libertadores – 25 milhões de pesos ou R$ 9,5 milhões. No entanto, especula-se que cerca de 6 mil pessoas ainda tentarão entrar no estádio.

De acordo com reportagem do Olé nesta quarta-feira, para evitar qualquer princípio de tumulto em um dia festivo, a diretoria dos Millonarios armou um esquema de segurança que contará com 1400 policiais militares e 600 seguranças privados nos arredores do estádio em Buenos Aires. Para impedir irregularidades como as entradas falsificadas, serão feitas três revistas antes dos portões principais do Monumental.

“Tentaremos testar esse sistema de segurança pela primeira vez. Será feito através de celulares, os aparelhos comprovarão a veracidade ou não dos chips que cada ingresso contém”, disse Ignacio Villaroel, chefe de segurança do River, adiantando que os portões estarão abertos a partir das 18h (de Brasília) para a entrada do público.

62 mil torcedores, 30 mil bexigas e centenas de faixas: festa no Monumental promete ser grande (Foto: Reprodução/Twitter)

62 mil torcedores, 30 mil bexigas e centenas de faixas: festa no Monumental promete ser grande (Foto: Reprodução/Twitter)

Além de o clube orquestrar o sistema de revistas nas imediações do estádio, a Justiça argentina também entrou em ação para frear as práticas criminosas envolvendo ingressos. Na última terça-feira, o fiscal de contravenções Norberto Brotto invadiu as lojas do Mercado Livre na rua Arias e fechou todas as publicações sobre venda de ingressos – falsificados – para a final.

Além de embargar o estabelecimento, o fiscal também levou os computadores do lugar para investigar o IP na tentativa de desvendar quem seriam os possíveis compradores dos bilhetes. De acordo com o Código de Justiça argentino, a ação dá multa de 50 mil dólares (cerca de R$ 150 mil), além de 30 dias de detenção.

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