COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA
O México estava sete jogos sem perder até enfrentar a Croácia nessa terça (Foto: Richard Rodriguez/AFP)

A seleção de Juan Carlos Osorio, ex-técnico do São Paulo, foi surpreendida diante de seu torcedor na noite dessa terça-feira, no último teste antes da convocação para a Copa do Mundo da Rússia. Frente a Croácia, que também tem vaga garantida no mundial, o México perdeu por 1 a 0 no estádio AT&T, em Arlington, nos Estados Unidos.

O único gol do jogo foi marcado por Rakitic, meio-campista do Barcelona, ao converter penalidade máxima. Cada seleção ainda fez seis substituições, claramente afim de realizar os últimos testes às vésperas das definições das listas de jogadores que vão à Rússia.

Se a Croácia teve como herói seu principal jogador, os mexicanos puderam contar com suas estrelas nessa terça. Chicharito, Guardado, Moreno, Pizarro, Vela e Ochoa estiveram em campo, mas não conseguiram evitar a derrota e a má impressão diante de seus apaixonados torcedores.

A derrota freia uma empolgação que já se criava no México sobre a seleção. O time de Osório vinha de três vitórias seguidas e sustentavam uma invencibilidade de sete jogos. Nas Eliminatórias da Concacaf, a classificação veio com antecedência, na liderança e de forma invicta. Agora, no entanto, o sinal de alerta foi ligado



Classificada à Copa do Mundo da Rússia depois de passar pela repescagem, a seleção do Peru conseguiu uma imponente vitória por 3 a 1 na noite dessa terça-feira em cima da Islândia, que fará sua estreia em mundiais esse ano.

Na Arena Red Bull, em Harrison, nos Estados Unidos, os peruanos abriram o placar logo aos três minutos, com Tapia, e sofreram o empate ainda no primeiro tempo, aos 22, com Fjoluson.

Na etapa final, Ruidiaz, aos 13, e Farfan, aos 30 minutos, garantiram o triunfo dos sul-americanos em um jogo que também serviu para os dois técnicos fazerem muitos testes. Os europeus usaram cinco substituições, uma a mais que os rivais dessa segunda.

O meia Christian Cueva, já descartado pelo São Paulo para jogar a semifinal dessa quarta, contra o Corinthians, foi titular e atuou até os 36 minutos do segundo tempo, quando foi substituído por Hurtado.

Renato Tapia comemora seu gol pelo Peru no amistoso realizado nos Estados Unidos (Foto: Eduardo Muñoz/AFP)

Já no confronto entre duas seleções que viram frustrados os objetivos de disputarem a Copa da Rússia, os Estados Unidos venceram o Paraguai por 1 a 0 no estádio WakeMed Soccer Park, em Cary, diante de 9.895 torcedores.

O único gol do jogo foi marcado por Wood, em cobrança de pênalti cometido por Fernández, aos 45 minutos do primeiro tempo.

O zagueiro corintiano Balbuena foi titular pelo Paraguaio e atuou os 90 minutos, enquanto Ángel Romero ficou no banco de reservas e não foi utilizado pelo técnico Morinigo.

O Timão tentará levar a dupla para Itaquera a tempo de Carille e sua comissão técnica avaliarem a condição dos jogadores para o duelo com o São Paulo, marcado para às 21h45 dessa quarta, mas Balbuena já é praticamente carta fora do baralho. Em relação a Romero, há uma esperança maior.



O técnico Tite teve um motivo a mais para comemorar as duas vitórias mais recentes da Seleção Brasileira, por 3 a 0 sobre a Rússia e por 1 a 0 sobre a Alemanha, as últimas antes do anúncio dos convocados para a Copa do Mundo. Ambas foram conquistadas sem o principal jogador da equipe, o atacante Neymar, em recuperação de uma cirurgia para correção de fratura no quinto metatarso do pé direito.

“A nossa fera, um top 3, estava fora. A equipe sente falta do Neymar, mas está aprendendo a jogar e a ser forte sem ele. Isso tudo gera força de equipe”, celebrou o treinador, nesta terça-feira, em Berlim, logo após recuperar a autoestima de quem ainda sofria com a histórica goleada por 7 a 1 para a Alemanha.

Contra a Rússia, Tite escolheu Douglas Costa como substituto de Neymar. O jogador da Juventus teve uma atuação convincente e ficou próximo de assegurar uma vaga no Mundial. Depois, diante da Alemanha, preferiu ser mais cauteloso e adotou um esquema tático com três volantes, Casemiro, Paulinho e Fernandinho.

Ainda sobre Neymar, Tite discordou de quem viu o meia Philippe Coutinho se destacar mais sem o amigo ao lado. “Não. O Neymar faz a função de atacante, sendo vertical, buscando o gol. O Coutinho é flutuador, de composição de meio-campo, atuando centralizado ou de fora para dentro, como um articulador. Um potencializa o outro, e não prejudica”, argumentou.

O centroavante Gabriel Jesus, autor do gol da vitória sobre a Alemanha, foi mais um a falar sobre Neymar. “Todos vão comentar sobre ele, jogando ou não. Os brasileiros têm que ver que o Neymar é importante não só para a gente, mas para o futebol, com a alegria que carrega no rosto e nas pernas”, elogiou.



Tite não encarou a partida contra a Alemanha, nesta terça-feira, em Berlim, como um amistoso. Enquanto ao colega Joachim Low poupou titulares e rodou a equipe no segundo tempo, o técnico do Brasil realizou apenas uma substituição, abrindo mão de testar jogadores, escalou três volantes para proteger a sua defesa e ficou frenético à beira do campo. Ao final, comemorou bastante uma vitória por 1 a 0.

A postura de Tite não era sem motivo. “Existia um fantasminha, é verdade”, disse o treinador, referindo-se à humilhante goleada por 7 a 1 que o Brasil sofreu na Copa do Mundo de 2014, no Mineirão. “Sentia até uma inibição das pessoas em falarem do resultado, do que tinha acontecido. É da vida, passou, uma realidade, ficou marcado e não vai deixar de ser falado porque vencemos. Eles tiveram méritos, assim como nós tivemos méritos pela vitória de hoje, em um amistoso”, comentou.

Evidentemente, não se tratou de uma revanche, em função da grande diferença de importância entre as partidas, mas o reencontro desta terça-feira serviu para o Brasil adquirir confiança às vésperas da Copa do Mundo da Rússia. “Temos o sentimento de resgate de autoestima. Existe esse componente”, admitiu Tite.

O técnico só evitou alimentar polêmica em relação à postura da Alemanha. Ao escutar que os tetracampeões mundiais estavam menosprezando o amistoso, Tite se esquivou. “Vou deixar essa análise para vocês. Dentro de campo, prevaleceu o respeito entre atletas e técnicos. Se houve outra coisa, não percebi”, disse.



O zagueiro Thiago Silva ganhou moral para se tornar o parceiro de Miranda na zaga da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia. Bastante criticado em meio à campanha fracassada do último Mundial, em casa, o jogador do Paris Saint-Germain barrou o companheiro Marquinhos nas vitórias em amistosos contra Rússia, por 3 a 0, e Alemanha, por 1 a 0.

“Está sendo extraordinário porque vivi momentos de dificuldade, né? A gente sabe que nenhum momento, bom ou ruim, é permanente. Os seres humanos têm capacidade de superação, de se reerguer sempre. Fico feliz por ter feito dois jogos de alto nível”, comemorou Thiago Silva.

Capitão do time de Luiz Felipe Scolari na Copa de 2014, Thiago Silva ficou marcado por extravasar as suas emoções ao longo do torneio. Ele não participou, no entanto, da histórica goleada que a Alemanha aplicou no Brasil nas semifinais, por 7 a 1, porque estava suspenso.

Com o triunfo pelo placar mínimo desta terça-feira, em Berlim, Thiago Silva aproveitou para fazer um desabafo contra as gozações com que precisa lidar desde 8 de julho de 2014. “Com todo o respeito à Alemanha, essa camisa merece um pouco mais de respeito”, cobrou, segurando o seu uniforme amarelo.

O zagueiro agora aguarda a convocação de Tite para o Mundial. “O grupo está de parabéns, no caminho certo, evoluindo com humildade e disciplina. Hoje, demonstramos algo a mais, o que dá orgulho diante de tudo o que foi falado”, concluiu Thiago Silva.



Considerada uma das favoritas para a Copa do Mundo no Brasil, a Espanha fez campanha vexatória e acabou eliminada precocemente na primeira fase. Após realizar renovação no elenco, e trocar o treinador, o time voltou a ganhar respeito, apresentou um grande futebol e será uma das candidatas a erguer a taça na Rússia. Nesta terça-feira, a equipe goleou a Argentina por 6 a 1, em amistoso realizado no Estádio Wanda Metropolitano, em Madri.

Os argentinos, por sua vez, não puderam contar com Lionel Messi, seu principal jogador, por não ter conseguido se recuperar a tempo de uma lesão. Assim, o técnico Sampaoli mandou a campo uma equipe mista, observando os jogadores e fazendo todos os testes possíveis, mas o time fez partida pífia e foi humilhado. Os gols da partida foram anotados por Diego Costa, três de Isco, Thiago Alcântara e Iago Aspas; Otamendi fez para Los Hermanos.

A Fúria volta a campo apenas no dia 3 de junho em amistoso contra a Suíça. Já a equipe de Sampaoli tem partida prevista apenas na Copa do Mundo na Rússia, onde fará a estreia contra a Islândia em 16 de junho.

Espanha de Isco passou por cima da Argentina (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)

O jogo – Os primeiros minutos, a Espanha tomava a iniciativa, mas a Argentina quando tinha a bola não se afobava e perdeu boa chance aos sete minutos. Meza cruzou da esquerda na medida para Higuain, mas o atacante tocou mal na bola e desperdiçou a oportunidade.

Cinco minutos depois, Iniesta roubou a bola e tocou para Asensio, que deu belo passe para Diego Costa, na cara do gol, o atacante não perdoou e balançou as redes de Romero e 1 a 0 no placar.

O arqueiro argentino não teve mais condições de jogo, e Caballero, do Chelsea entrou. Os espanhóis quase ampliaram, após cruzamento de Asensio, Isco desviou, e Alba completou na pequena área, mas pegou embaixo e a bola foi por cima do gol.

Aos 27, os mandantes ampliaram. Asensio cruzou rasteiro, a redonda passou por Diego Costa, e Isco completou para o gol, deixando 2 a 0 no marcador.

Não indo muito bem no decorrer do primeiro tempo, os comandados de Jorge Sampaoli voltaram ao jogo, com gol de cabeça do zagueiro Otamendi, depois de cobrança de escanteio. A Fúria ainda teve outra chance com Isco, mas foi bloqueado na hora da finalização.

Na etapa complementar, a Espanha voltou melhor e ampliou o placar aos sete minutos. Iago Aspas recebeu nas costas de Marcos Rojo, ajeitou para Isco, que livre de marcação, bateu com categoria.

Dois minutos depois, o time de Lopetegui ampliou. Thiago Alcântara deu lançamento primoroso para Isco, de novo com muita liberdade entrou na área, rolou para Aspas, este ajeitou para o próprio Thiago Alcântara marcar o quarto dos espanhóis. Virou goleada.

O baile espanhol continuava. Iago Aspas recebeu belo lançamento, e completamente livre empurrou para as redes. O gol contou com saída equivocada de Caballero. Minutos depois, Otamendi falhou na saída de bola, e Aspas rolou para Isco marcar o terceiro no jogo, o sexto dos espanhóis. Impiedosos 6 a 1.

A Argentina sofreu muito com o golpe, e a Espanha seguia criando todas as chances, desperdiçando várias, podendo ampliar ainda mais. Os jogadores que estavam no banco olhavam perplexos para o placar, enquanto os que estavam no gramado perdiam a linha e faziam faltas violentas. O jogo acabou em 6 a 1.



Autor do único gol do amistoso entre Alemanha e Brasil, nesta terça-feira, em Berlim, o centroavante Gabriel Jesus não gostou da sua atuação. O jogador do Manchester City balançou as redes com uma cabeçada aos 37 minutos do primeiro tempo, mas errou muitos passes e conclusões ao longo da partida.

“Não estava nos meus melhores dias tecnicamente. Errei passes bobos e finalizações que não costumo errar. Não estava bem nessa questão técnica. Mas troquei a técnica pela raça. Foi mais um jogo de raça. O gol foi de raça”, sorriu Gabriel Jesus, que viu o goleiro Trapp defender parcialmente a sua cabeçada e lutar para a bola não entrar.

Mesmo não jogando bem, portanto, o centroavante brasileiro deixou o campo satisfeito. Afinal, o time dirigido por Tite exorcizou o fantasma que o assombrava, da histórica goleada por 7 a 1 dos alemães nas semifinais do último Mundial, e mostrou força para a Copa do Mundo da Rússia.

“Fiquei muito contente, feliz pela vitória e pela atuação da equipe, que sofreu no momento certo e jogou quando tinha bola nos pés”, comentou Jesus, evitando se empolgar demasiadamente. “Ainda é cedo, mas a gente vem fazendo um excelente trabalho, treinando e jogando bem. O resultado é consequência do que você faz em campo, nos treinos.”



Um jogo do tamanho de uma Copa do Mundo, com cinco títulos mundiais e muita história reunida dentro de campo. Neste cenário, Inglaterra e Itália se enfrentaram em Wembley e o amistoso terminou sem um vencedor. Em 90 minutos, as equipes fizeram uma partida de momentos bastantes distintos e acabaram empatando em 1 a 1, no último jogo antes do anúncio da lista final de convocados para a disputa do Mundial da Rússia, no caso dos ingleses. Para os tetracampeões, o sentimento é de lamentação, sem vencer desde o vexame nas Eliminatórias.

Depois de perder para a Argentina por 2 a 0, a postura ofensiva e de pressão no campo de ataque claramente surpreendeu os ingleses. Depois de duas chances em poucos minutos, ambas desperdiçadas por Immobile, a Inglaterra passou a ter o domínio quase que completo, correndo poucos riscos e obrigando intervenções de Donnarumma. O gol saiu aos 25 minutos, com Vardy, depois de rápida cobrança de falta.

O segundo tempo foi menos intenso e as oportunidades quase cessaram, com os goleiros trabalhando menos. Com as mudanças promovidas dos dois lados, a partida perdeu em qualidade técnica e passou a ser mais interessante apenas na reta final, com um esboço de pressão da Itália, que chegou ao empate já nos minutos finais, de pênalti, marcado com o auxílio do VAR e convertido por Insigne.

Vardy marcou o gol da vitória ainda no primeiro tempo (Foto: Glyn KIRK/AFP)

O JOGO

Mesmo jogando fora de casa, foi a Itália quem começou assustando e surpreendendo a Inglaterra com uma postura bastante ofensiva. No primeiro lance do jogo, Immobile recebeu ótimo lançamento de Pellegrini, invadiu a área, mas se atrapalhou com a bola nos pés e teve a conclusão impedida. No ataque seguinte, novamente o atacante teve chance de abrir o placar, contou com o erro de Stones na saída de bola, mas acabou com o chute travado.

Após um ímpeto inicial, os italianos voltaram a adotar uma postura mais cautelosa e a Inglaterra passou a controlar o jogo, trocando passes. Com essa estratégia, criou a primeira oportunidade aos nove minutos, com Vardy, que acabou desarmado por De Sciglio no momento do arremate.

O confronto particular entre Imobile e Vardy pela busca do gol continuou, com ambos perdendo chances consecutivas. O italiano testou para fora a bola cruzada, enquanto o inglês teve o chute defendido por Donnarumma, que substituiu Buffon.

Aos 25 minutos, um deles findou os erros e marcou: Jamie Vardy para a Inglaterra. O atacante do Leicester contou com a pressão na saída de bola, o roubo e a falta sofrida. Depois, com a cobrança rápida de Lingard, que deixou o camisa nove em plenas condições de marcar, abrindo o placar em Wembley.

Na reta final da primeira etapa, a Inglaterra quase ampliou a vantagem com Ashley Young. Depois de um contra-ataque puxado por Sterling, melhor em campo até então, o jogador do Manchester United recebeu na ponta-esquerda, limpou a jogada e bateu rasteiro, cruzado. O chute passou muito perto da trave italiana, mas saiu pela linha de fundo.

O segundo tempo foi menos intenso e a pressão de início feita pelos italianos no primeiro tempo não voltou a se repetir. A primeira chance, inclusive, foi da Inglaterra, com Ashley Young, que disparou pelo lado esquerdo e só parou no desarme providencial de Bonucci no momento da conclusão. Três minutos depois, aos 11, foi a vez de Chamberlain testar Donnarumma, que apareceu bem para defender.

Com as diversas mudanças promovidas por Gareth Southgate, a Itália passou a ser superior na reta final e conseguiu chegar ao empate. Com a interferência do árbitro de vídeo, foi marcado o pênalti sobre Chiesa aos 41 minutos do segundo tempo. Na cobrança, Insigne exalou tranquilidade e estufou as redes do goleiro Butland.



Em partida amistosa realizada no The Hive Stadium em Londres, na Inglaterra, um duelo entre duas seleções que estarão na Copa do Mundo deste ano. A Sérvia, adversária direta do Brasil na fase de grupos, venceu a Nigéria por 2 a 0, com dois gols de Mitrovic apenas no segundo tempo.

Os sérvios serão o terceiro e último adversário dos brasileiros do Mundial e vinham de derrota na última sexta-feira para o Marrocos por 2 a 1. Suíça e Costa Rica completam o Grupo E.

A Nigéria, por sua vez, venceu a partida amistoso diante da Polônia também na última sexta-feira e, no Grupo D, terá Argentina, Croácia e Islândia na fase de grupos da Copa na Rússia.

Mitrovic marcou os dois gols do jogo (Foto: Daniel Leal-Olivas/AFP)

O JOGO – A partida começou com a Sérvia tentando botar pressão, mas a Nigéria logo equilibrou e o primeiro tempo foi marcado por chances para ambos os lados. A Nigéria se postava muito bem no meio de campo, impedindo inicialmente o avanço de seus adversários.

Aos oito minutos, o goleiro nigeriano trabalhou pela primeira vez. Mitrovic girou e chutou com perigo, mas o arqueiro, ligado, defendeu do jeito que deu. Dois minutos depois, foi a vez do goleiro da Sérvia salvar a equipe. Moses dominou dentro da área, girou e chutou com perigo, mas Stojkovic espalmou para escanteio.

Com 12 jogados, a Sérvia chegou com muito perigo e desperdiçou grande chance. Tadic deu belo passe para Mitrovic, mas o zagueiro da Nigéria travou na hora certa e mandou para escanteio. Aos 13, polêmica no The Hive Stadium. Mitrovic cabeceou para o gol, Uzoho caiu em cima da linha e pegou a bola. Jogadores sérvios pediram gol, mas o árbitro mandou o jogo seguir. No replay, é possível ver que a bola entrou inteira.

Com 20 completos, foi a vez da Nigéria chegar com perigo, mas Kolarov estava lá para travar o ataque de Obi e impedir que a abertura do marcador. O jogo era lá e cá e os sérvios não tardaram a responder de novo. Aos 24, a Sérvia chegou com perigo com Matic e novamente Uzoho fez defesa em cima da linha, mas dessa vez a bola não entrou.

A Sérvia trocava passes no meio de campo, sem levar perigo à meta adversária. Aos 40, a Nigéria teve boa oportunidade após puxar contra-ataque, mas mas Ivanovic interceptou o lance na entrada da área. Sem conseguir a infiltração, a Sérvia começou a arriscar mais vezes de longe da área. Porém, sem êxito, o placar foi para intervalo sem gols.

A segunda etapa começou com a Sérvia tendo mais posse de bola, mas sem conseguir transformar essa superioridade em chances reais de gol. Apenas aos 18 minutos, os adversários do Brasil na Copa tiveram a primeira oportunidade, depois que Ighalo aproveitou a sobra e, mesmo caído, chutou com muito perigo por cima do travessão.

Cinco minutos depois, mais uma chance para a Sérvia e desta vez não foi desperdiçada. Mitrovic bateu de primeira após cruzamento da esquerda e mandou por cima de Uzoho, abrindo o placar em Londres. Aos 35, mais um dele. Kostic chegou à linha de fundo pela esquerda e cruzou para Mitrovic chutar de primeira e marcar o segundo dele e da Sérvia, decretando a vitória.

Austrália e Colômbia não saem do empate

Em partida entre duas outras seleções que estarão na Copa do Mundo, Austrália e Colômbia não saíram do 0 a 0 no estádio Craven Cottage, em Londres, na Inglaterra. Os sul-americanos estão no Grupo H, ao lado de Japão, Polônia e Senegal. Já os australianos figuram no Grupo C, junto com Peru, França e Dinamarca.

O jogo foi marcado por um lance infeliz do atacante do Palmeiras, Miguel Borja. Aos 41 minutos da etapa final, o colombiano teve a chance de cravar a vitória de sua seleção, mas desperdiçou uma cobrança de pênalti. Apesar disso, o jogador, que entrou no segundo tempo substituindo Falcão García, criou boas oportunidades e foi um dos melhores na partida.

Confira outros resultados desta terça-feira:

Marrocos 2 x 0 Uzbequistão



Bélgica vence Arábia com facilidade (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)

Nesta terça-feira, a Bélgica recebeu a Arábia Saudita em amistoso internacional, na cidade de Bruxelas, e venceu por 4 a 0. Este foi o primeiro jogo da seleção Belga no ano e o time, do técnico Roberto Martínez, conseguiu um triunfo com extrema facilidade. Já a Arábia, de Juan Antonio Pizzi, que havia empatado com a Ucrânia na última sexta-feira por 1 a 1, foi dominada e goleada.

As duas seleções estarão presentes na Copa do Mundo da Rússia. A Arábia está no Grupo A, com Egito, Rússia e Uruguai, enquanto a Bélgica integra o Grupo G, com Inglaterra, Panamá e Tunísia.

A seleção mandante abriu o placar aos 13 minutos da primeira etapa, com Romelu Lukaku. Depois de interceptar um passe adversário, o meia Kevin De Bruyne tocou para o atacante, que arriscou de fora da área e balançou as redes.

A Bélgica ampliou aos 39 minutos do primeiro tempo, novamente com Romelu Lukaku. Eden Hazard driblou dois marcadores e deu um lindo passe para o atacante, que adentrou a grande área e fez o segundo.

O terceiro gol saiu aos 32 minutos da etapa final, com Michy Batshuayi. O meia Kevin De Bruyne cruzou e achou o atacante livre na grande área. Ele dominou e chutou com força para o fundo do gol.

O quarto e último gol da partida saiu no minuto seguinte, com Kevin De Bruyne. O meia tabelou com Lukaku e, da entrada da área, bateu colocado e determinou o placar final da partida.

Agora, a Bélgica enfrenta Portugal somente no dia 6 de junho, às 16h (de Brasília), ainda sem local definido. Já a Arábia enfrenta enfrenta a Itália no dia 25 de maio, ainda sem horário e local definidos.

Confira outros resultados dos amistosos disputados nesta terça-feira:

Luxemburgo 0 x 4 Áustria
Romênia 1 x 0 Suécia
Polônia 3 x 2 Coreia do Sul