COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

Em sua estreia na Copa do Mundo da Rússia, a Costa Rica não lembrou nem de longe a seleção considerada grande sensação do Mundial do Brasil, em 2014, quando terminou entre as oito melhores. Quatro anos depois, o time, agora comandado por Óscar Ramirez, teve uma tarde ruim e sucumbiu a atuação consistente do time da Sérvia para sair de campo derrotada por 1 a 0.

Na entrevista coletiva após o jogo, o treinador costa-riquenho teve a impressão de um jogo equilibrado, no qual uma fatalidade determinou o vencedor e o perdedor, algo que poderia acontecer de ambos os lados. Questionado sobre a postura de seus comandados, elogiou o cumprimento à risca da estratégia de jogo planejada anteriormente, utilizando a força dos jogadores de lado.

“Eu penso que foi um jogo bastante equilibrado, com um placar que demonstra isso. Nós deveríamos ter capitalizado nossas oportunidades da maneira como eles fizeram, mas não foi assim. Tivemos nosso plano de jogo e nossas estratégias desempenhadas como era esperado, tentando atacar pelos lados. Fizemos de tudo para não fazer nada de diferente, mas sofremos uma fatalidade, um gol de falta. O que podemos fazer?”, questionou Ramirez.

Apesar da derrota e logo de início uma situação desconfortável no grupo, o treinador não se deixou abalar e manteve firme a confiança de que seu time pode avançar para as oitavas de final. Ao mesmo tempo, ponderou que os próximos adversários, Brasil e Suíça, são de extrema dificuldade.

“Nós vamos jogar contra duas grandes seleções nas próximas duas rodadas, a segunda e a sexta de acordo com o ranking da Fifa (Brasil e Suíça). Vai ser difícil, muito, mas eu disse ao meus jogadores apenas para que acreditem, porque não tem nada acabado”, disse Óscar Ramirez.

Na próxima sexta-feira, a Costa Rica viaja até São Petersburgo, onde mede forças com a Seleção Brasileira, a partir das 9h (de Brasília). Já dia 27, em Nizhny Novgorod, o adversário da vez é a Suíça, às 15h (de Brasília).



A vitória por 1 a 0 sobre a Costa Rica foi um primeiro passo importante para as aspirações da Sérvia na Copa do Mundo. A equipe europeia saiu na frente no grupo E, mas ainda terá pela frente Suíça e Brasil, que se enfrentam na tarde deste sábado.

Após a vitória, o técnico Mladen Krstajic, que comanda a seleção há menos de um ano, desde a demissão de Slavoljub Muslin, elogiou a atitude da equipe na partida. “Meus jogadores tiveram a atitude certa: união”, exaltou o comandante. “Tínhamos de ser uma unidade compacta tanto na defesa quanto no ataque e isso é o mais importante”.

Mladen Krstajic quer a Sérvia com os pés no chão contra Suíça e Brasil (Foto: Emmanuel Dunand)

O treinador também disse que a Sérvia não pode olhar para trás se quiser a classificação para as oitavas de final. “Não ligo para o que já aconteceu”, disse. “Temos que ter os pés no chão e continuar jogando como um time”.

Líder do grupo E até o momento, a Sérvia terá pela frente outros dois desafios na fase de grupos. Na próxima sexta-feira, às 15 horas (de Brasília), o time de Kolarov e Matic enfrenta a Suíça. Já na quarta-feira seguinte (27), o adversário da vez é o Brasil.

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Decisivo na defesa e na bola parada, Kolarov é o “cara do jogo”

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Costa Rica e Sérvia não protagonizaram na Cosmos Arena, em Samara, um jogo vistoso aos olhos dos apreciadores do futebol, mas fizeram um duelo interessante em nível tático, com propostas de jogo que, muitas vezes, se chocaram, mas em outros pareceram se complementar. Nesse cenário, quem se superou para ser o “cara do jogo” foi o lateral Kolarov, autor do gol da vitória da seleção europeia, em linda cobrança de falta.

No primeiro tempo equilibrado, mas no qual a Costa Rica pareceu mais estável dentro de seu estilo, Kolarov teve uma atuação defensiva interessante, contendo a transição adversária, que era acelerada desde a reposição do goleiro Keylor Navas até a chegada nos jogadores de lado, sempre incisivos em busca da movimentação dos atacantes ou de Bryan Ruiz, cabeça pensante do meio-campo.

Ofensivamente, entretanto, o jogador da Roma vinha tendo uma atuação discreta. Salvo um chute cruzado nos minutos iniciais, o lateral-esquerdo se prontificou a equilibrar a primeira linha e deixá-la balanceada no momento defensivo, avançando muito pouco ao ataque. Esta missão coube a Ivanovic, que atuou pelo lado direito sérvio.

Parecia mesmo que a atuação atrás do meio-campo seria o grande destaque da partida do lateral, não fosse a falta sofrida por Mitrovic na intermediária direita. Especialista no quesito, Kolarov cobrou com extrema perfeição e, assim que a bola passou pela barreira, Navas nada pôde fazer para evitar as redes estufadas. Ao sair para comemorar, o camisa 11 não só abriu o placar, como garantiu a vitória da Sérvia.



Na manhã deste domingo, a Sérvia saiu na frente no grupo E da Copa do Mundo, que também tem Brasil e Suíça, com vitória por 1 a 0 sobre a Costa Rica. A partida teve chances para as duas equipes e foi decidida na bola parada: uma falta cobrada com maestria por Kolarov que venceu Keylor Navas. Os números da partida comprovam o equilíbrio visto em campo.

As equipes se equivaleram com a bola no pé. A posse de bola foi dividida igualmente, com 50% para cada lado, e o aproveitamento nos passes, 83%, foi o mesmo para as duas seleções. Quanto aos passes, a diferença é pequena: a Costa Rica trocou mais passes (355 passes certos) e priorizou toques curtos, enquanto a Sérvia apostou em bolas mais longas e trocou menos passes (322 passes certos).

Melhor em campo, Kolarov foi o fator que desequilibrou a partida contra a Costa Rica (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)

No ataque, as seleções também tiveram desempenho semelhante. A Costa Rica finalizou três vezes na direção do gol de Stojkovic, três vezes para fora e teve quatro chutes bloqueados pela defesa. Já a Sérvia chutou três bolas na direção do gol de Keylor Navas, outras cinco para fora e teve dois chutes travados.

Na defesa, mais equilíbrio. A defesa costarriquenha roubou 38 bolas, bloqueou dois chutes e cometeu 18 faltas, enquanto a defesa sérvia, que se mostrou um triunfo da equipe, recuperou 42 bolas, travou quatro chutes e cometeu 15 faltas.

E foi justamente por causa de uma destas 18 faltas que a Costa Rica, apesar de equilibrar o jogo, saiu de campo com derrota. O lateral esquerdo Kolarov, que, junto com Ivanovic pela direita, foi importante na defesa, decidiu a partida com cobrança de falta indefensável para Keylor Navas. O gol decisivo e a performance defensiva fizeram de Kolarov o cara do jogo.



O primeiro jogo da Copa do Mundo deste domingo não foi grandioso em qualidade técnica, mas foi um duelo tático interessante de duas seleções que chegam como francos-atiradores na Rússia e um golaço que definiu a partida. Em Samara, na Cosmo Arena, a Sérvia contou com uma cobrança de falta excepcional de Kolarov para vencer a Costa Rica por 1 a 0, pelo grupo E.

O primeiro tempo foi equilibrado, mas de momentos bastantes distintos. Depois de um início empolgante, as propostas passaram a ser menos agressivas e o cenário se tornou da Sérvia com posse da bola, mas pouca efetividade, enquanto a Costa Rica apostava nas transições rápidas para tentar surpreender. Se Milinkovic-Savic perdeu a melhor chance do jogo, do outro lado Ureña, Calvo e Giancarlo González levaram perigo, mas ninguém balançou a rede.

Os 45 minutos finais fizeram com que a partida se encaminhasse para outra dinâmica, principalmente pelo gol logo no início. Aos 10, Mitrovic acabou calçado por Guzmán perto da área e na cobrança de falta brilhou a estrela de Kolarov. O lateral bateu com perfeição e Keylor Navas nada pôde fazer. No decorrer da partida, virou um verdadeiro ataque contra a defesa, mas os costa-riquenhos pouco assustaram o goleiro Stojkovic.

Na próxima rodada, a Costa Rica terá a missão de se recuperar contra um adversário que se desenha indigesto. Na próxima sexta-feira, em São Petersburgo, o duelo é contra a Seleção Brasileira. Já a Sérvia tenta garantir mais um triunfo a fim da classificação contra a Suíça, também na sexta, em Kaliningrado.

O JOGO

Um começo empolgante e nada mais

O duelo de costas-riquenhos e sérvios começou de forma até surpreendente, com muita intensidade e dois times muito a fim de propor o jogo para abrir o marcador em Samara. Logo no primeiro minuto, os europeus chegaram com perigo, mas a conclusão do lance teve um cabeceio de Mitrovic que ficou pelo caminho. A resposta sérvia veio pela bola parada, um escanteio, que Gonzáles testou nas mãos de Stojkovic.

A primeira chance mais clara da partida foi da Costa Rica, aos 11 minutos, novamente com Gonzáles. O zagueiro subiu sozinho dentro da pequena área, mas o cabeceio ganhou altura e saiu raspando o travessão. Enquanto isso, a Sérvia já se comprometia a tocar a bola em busca de espaços, que pouco encontrava. As melhores jogadas saíam pelo lado direito, com Ivanovic e Savic, mas sem muita efetividade.

Chances esparsas e jogo de muito toque, mas pouco chute

Os números do jogo dizem muito a respeito da sequência da partida, a partir dos 15 minutos. Com mais de 60% de posse de bola, a Sérvia encontrava dificuldades para infiltrar com passes e um dos melhores do time nesse quesito, Matic, teve primeiro tempo apagado. Uma das alternativas passou a ser a ligação pelo alto e dessa forma, por pouco, Milinkovic-Savic não abriu o placar. Ele recebeu ótima bola de Kolarov, saiu na cara de Navas, que fechou bem o ângulo, contou com o chute fraco e fez a defesa.

Final esperançoso da Costa Rica

Duas chances da Costa Rica na reta final deixaram o jogo mais emocionante a atrativo. Aos 38, Ureña aproveitou a falha na saída de Tosic, recuperou, limpou a marcação e testou de longe, mas para fora. Três minutos depois, foi Calvo quem arriscou e, apesar de passar rente a trave, também saiu pela linha de fundo.

Segundo tempo com a Sérvia melhor e na frente do placar

O segundo tempo começou com a Sérvia fazendo o que pouco fez nos 45 minutos iniciais: finalizando. Aos quatro minutos, Mitrovic perdeu uma chance claríssima de gol. Na tabela com Milinkovic-Savic, o atacante recebeu na cara de Navas, que se agigantou e fez grande defesa para manter a igualdade no placar.

Entretanto, o 0 a 0 não durou muito. Na verdade, mais seis minutos, quando Guzmán derrubou Mitrovic. Na cobrança, da intermediária direita, Kolarov fez uma pintura: colocou a bola no ângulo de Navas, que depois que a bola passou pela barreira pouco pôde fazer.

Costa Rica, na tentativa do gol, povoando o ataque

Atrás no placar, a Costa Rica mudou a postura e tentou povoar o campo ofensivo da Sérvia. A alternativa encontrada, porém, não se refletiu a correta: jogar bola na área. Mais altos, os europeus se sobressaíram, correram poucos riscos e, além disso, chegaram com perigo em alguns contra-ataques. Destaque para a atuação de Milinkovic-Savic, que controlou muito bem e dominou o meio-campo.

Na reta final, já nos acréscimos, uma confusão tomou conta do jogo. A fim de acelerar a partida, um membro da comissão técnica da Costa Rica tentou pegar a bola que havia saído pela lateral, mas teve de conter a empolgação de Matic. Os dois se estranharam, mas tudo foi contornado pelo árbitro de Senegal.

No último lance, apesar do impedimento, Bolaños perdeu uma chance incrível para a Costa Rica na cara do goleiro. Resultado final: 1 a 0 para Sérvia.

FICHA TÉCNICA
COSTA RICA X SÉRVIA

Local: Cosmos Arena, em Samara (Rússia)
Data: 17 de março de 2018 (Domingo)
Horário: 9 horas (de Brasília)
Árbitro: Malang Diedhiou (Senegal)
Assistentes: Djibril Camara (Senegal) e El Hadji Samba (Senegal)

GOL:
Sérvia: Kolarov, aos 11 minutos 2T

CARTÕES AMARELOS
Costa Rica: Francisco Calvo, Guzmán
Sérvia: Ivanovic, Aleksandar Prijovic

COSTA RICA: Keylor Navas; Giancarlo González, Oscar Duarte e Johnny Acosta; Cristian Gamboa, David Guzmán (Daniel Colindres), Celso Borges, Francisco Calvo; Bryan Ruiz, Johan Venegas (Christian Bolaños) e Marcos Ureña (Joel Campbell)
Técnico: Oscar Ramirez

SÉRVIA: Vladimir Stojkovic; Branislav Ivanovic, Nikola Milenkovic, Dusko Tosic e Aleksandar Kolarov; Nemanja Matic, Luka Milivojevic, Sergej Milinkovic-Savic, Dusan Tadic (Antonio Rukavina) e Adem Ljajic (Filip Kostic); Aleksandar Mitrovic (Aleksandar Prijovic)
Técnico: Mladen Krstajic






Zico, Leônidas da Silva, Falcão, Platini, Eusébio e Cruyff são exemplos de craques que brilharam intensamente nos campos de todo mundo. Jogadores consagrados, eles conquistaram muitos títulos nacionais e internacionais pelos seus clubes. E, na sua época, foram destaques absolutos das suas seleções. Só que o destino foi ingrato com esses jogadores que carregam nas costas o peso de nunca terem conquistado uma Copa do Mundo, troféu maior para os profissionais de futebol.

O mundo esportivo já viu seleções de grande qualidade técnica como as do Brasil de 1950 e 1982, a Hungria de 1954 e a Holanda de 1974, todas formadas por jogadores de grande talento, mas que não levaram sorte nas copas, perdendo para equipes de menor capacidade técnica, mas de maior competência na hora da decisão.

Em contrapartida, outros jogadores sem o mesmo talento tiveram a felicidade de participar de uma equipe vencedora. O futebol brasileiro é pródigo nesses exemplos. Em cada time que conquistou uma Copa do Mundo havia pelo menos um jogador de técnica contestada que teve a felicidade de ser campeão.

O lateral-direito De Sordi, em 1958, os zagueiros Jurandir, em 1962, e Fontana, em 1970, eram exemplos de jogadores que sempre causaram desconfiança por onde passaram. O técnico Carlos Alberto Parreira recebeu muitas críticas por conta da convocação e escalação do meia Paulo Sérgio na Copa de 1994. Na Copa de 2002 havia muita gente que não engolia Belletti. Eles são representantes de um grupo de talento sempre questionado, mas que conquistou o título de campeão do mundo que muitos craques consagrados gostariam de ter.

Frustração brasileira

País com maior número de títulos e, consequentemente, de jogadores campeões mundiais, o Brasil conta com craques consagrados como Pelé, Garrincha, Didi, Gérson, Romário, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho, que integram a galeria dos campeões do mundo. Já outros craques brasileiros reconhecidos nacional e internacionalmente não podem ostentar esta glória em seus currículos e até hoje se sentem frustrados por não terem conquistado o campeonato mundial de seleções.

A lista de craques maltratados pelo destino em termos de Copa do Mundo tem início com Leônidas da Silva, o Diamante Negro, inventor da bicicleta, que jogou as copas de 1934 e 1938. Ele chegou a ser artilheiro em 1938 e deslumbrou o mundo. E ainda foi prejudicado pela ausência de copas entre 1938 e 1950, quando estava no melhor da sua forma.

A trágica derrota de 1950 deixou alguns dos maiores jogadores da história do Brasil sem o título e carregando o peso do fracasso nas costas pelo resto das suas vidas. Zizinho, Danilo, Jair e Ademir entraram como heróis naquele 16 de julho e saíram como vilões após a surpreendente derrota para o Uruguai.

A geração de 1982, dirigida pelo mestre Telê Santana e repleta de craques, também não conseguiu realizar o sonho de ser campeã do mundo. Jogadores como Zico, Falcão, Sócrates, Júnior e Leandro mereciam melhor sorte no Mundial da Espanha, mas pararam na Itália de Paolo Rossi nas quartas de final.

Zico tornou-se o maior símbolo da geração de heróis sem títulos mundiais. O Galinho de Quintino também disputou a Copa de 1978, mas acabou perdendo a vaga para Jorge Mendonça. Em 1986, viajou para o México em precárias condições físicas e sofreu a maior decepção da sua extraordinária carreira ao desperdiçar o pênalti no tempo normal contra a França, no seu último jogo em Copas. O Brasil acabou eliminado, e Zico encerrou sua carreira na Seleção sem conquistar o título que sua carreira merecia.

Zico conquistou muitas glórias pelo Flamengo, inclusive o título mundial de clubes, mas a frustração pelas copas perdidas nunca o abandonou. Sócrates e Júnior jogaram em 1982 e tiveram uma segunda chance em 1986. Falcão, o Rei de Roma, foi ao México, mas ficou na reserva.

Apesar da frustração, Zico garante que essa não é uma de suas mágoas no futebol. “Perder ou ganhar faz parte da disputa e Copa do Mundo. É uma disputa. Joguei e não ganhei. Fiquei mais magoado, por exemplo, de nunca ter disputado os Jogos Olímpicos, pois tive chance e não fui por questões políticas. Perder dentro de campo faz parte do jogo”, resignou-se.

Estrangeiros frustrados

Johan Cruiyff foi o melhor de um time considerável imbatível, mas nem seu talento foi capaz de fazer a Holanda ganhar o título em 74. Ele acabou derrotado na final por uma aplicada Alemanha. O francês Michel Platini, em 1982 e 1986, o húngaro Puskas, em 1954, o português Eusébio, em 1966, também são exemplos de craques que conquistaram o mundo, mas que nunca tiveram o orgulho de erguer uma taça do mundo.

Alguns grandes jogadores nem tiveram a chance de disputar uma Copa do Mundo. Ídolo de duas nações, Di Stefano não disputou um Mundial pela Argentina, seu país-natal. Na década de 40, foi prejudicado pela paralisação da competição devido à Segunda Guerra Mundial. Na década de 50, se transformou no maior ídolo da história do Real Madrid. Naturalizou-se espanhol e foi convocado para defender a Fúria em 1962. Mas, machucado, não disputou um jogo sequer no Chile.

Agora será a vez de outros craques tentarem conquistar um título mundial, garantindo desde já que jamais integrarão esse seleto grupo, de craques sem Copas. Lionel Messi, Neymar e Cristiano Ronaldo, por exemplo, ainda podem mudar suas histórias. Será na Rússia?