Tite observa Fagner e Willian em treino desfalcado da Seleção - Gazeta Esportiva
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A Seleção Brasileira agora trabalha com o foco 100% voltado para a Copa América. Já não há amistosos ou qualquer tipo de teste a se fazer. Sexta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), contra a Bolívia, no estádio do Morumbi, o time canarinho estreia na competição continental.

Na tarde dessa segunda, parte do grupo treinou no estádio do Pacaembu. Daniel Alves, Thiago Silva, Marquinhos, Filipe Luis, Casemiro, Arthur, Allan, Fernandinho, David Neres, Gabriel Jesus, Richarlison, Coutinho e Militão ficaram no hotel para uma atividade regenerativa.

Miranda, Fagner, Alex Sandro, Paquetá, Firmino, Éverton e Willian, além dos três goleiros: Alisson, Ederson e Cássio, foram ao gramado paulistano. Desse grupo, a tendência é que apenas Alisson e Firmino sejam titulares frente aos bolivianos.

O treino foi integralmente aberto à imprensa, mas não contou com grandes novidades. Tite observou atentamente, e de perto, as movimentações de Fagner e Willian. O primeiro está recém-recuperado de uma lesão na coxa esquerda, enquanto o meia foi o último a se apresentar devido ao corte de Neymar.

O Corinthians emprestou seis de seus garotos do Sub-20 para auxiliar Tite. Os laterais-direitos Daniel Marcos e Igor; os laterais-esquerdos Caetano e Lucas Piton; o zagueiro Ronald; e o volante Du.

Na parte final, e mais importante, Lucas Paquetá, Willian, Everton Cebolinha e Roberto Firmino foram exigidos próximo à área de ataque. O quarteto era cobrado a pressionar a saída de bola da defesa rival e, quando tinha a bola, a rodar até encontrar o espaço para finalização. Everton e Willian se destacaram com belos gols.

Na sequência, Fagner e Alex Sandro foram inseridos ao quarteto para participar da movimentação.

Para fechar a segunda-feira da Seleção, um treino de finalização e trabalhos à parte, específicos, para Fagner e Willian. A dupla ficou em campo mais do que qualquer outro companheiro, com trabalhos direcionados pelo preparador físico Fábio Mahseredjian.

Nessa terça, de novo à tarde e no Pacaembu, um treino com apenas o aquecimento liberado à imprensa está programado, além de uma entrevista coletiva.



Di María afirmou que não havia união entre grupos de jogadores e comissão técnica (Foto: Juan Mabromata/AFP)

Um dos principais jogadores da seleção argentina, Di María comentou em entrevista ao jornal Olé sobre o período no qual Sampaoli comandou a equipe albiceleste. O meia afirmou que o ambiente entre jogadores e comissão técnica na preparação para a Copa do Mundo foi tumultuado, indicando ainda que não havia união entre as duas partes.

“Antes da Rússia, era tudo uma bomba-relógio, parecia que a qualquer momento explodia algo e isso também era difícil de lidar. Agora é diferente”, disparou o jogador.

“Aprendemos muitas coisas. Uma é que a comissão técnica e os jogadores têm de ser uma só pessoa, todos têm de estar unidos. Isso é o principal para alcançar o objetivo. Isso foi vivido com Sabella e com Martino. Ali eramos um grupo unido, não havia problemas com ninguém. Não entre os jogadores. Isso é fundamental”, completou.

Sampaoli comandou a Argentina em 15 partidas, sendo quatro delas na Copa do Mundo. Foram sete vitórias, quatro empates e quatro derrotas nesse período. No Mundial, a seleção caiu nas oitavas de final para a França, depois de perder por 4 a 3.

“Na verdade, é difícil dizer algo desse Mundial. Houve muitos problemas antes do começo. Foi confuso desde o primeiro momento, desde a chegada do Sampaoli. No começo parecia que a coisa ia bem, mas logo terminou como tinha que terminar”, finalizou Di María.

Sampaoli foi demitido após a Copa do Mundo e, em seu lugar, Lionel Scaloni foi escolhido para comandar a Argentina. O substituto era auxiliar do atual treinador do Santos e tem boa relação com Messi e com o restante do elenco. Depois de uma renovação na lista de convocados, a equipe albiceleste chega na Copa América com a expectativa de brigar pelo título. O time estreia no sábado, contra a Colômbia, às 19h, no estádio Fonte Nova.



Dupla é esperança de gols da Argentina na Copa América (Foto: Juan Mabromata/AFP)

Depois de colecionar vice-campeonatos na Copa do Mundo e na Copa América, além de ter decepcionado no Mundial da Rússia, a Argentina chega ao Brasil com muitas incertezas. No entanto, na visão de Di Maria, a equipe pode sim se provar a melhor do continente.

De acordo com o jogador do Paris Saint-Germain, os hermanos têm uma peça fundamental que lhes creditam como favoritos ao título da Copa América: Lionel Messi.

“Somos a Argentina e temos Messi, é difícil não sermos favoritos”, disse, em declarações ao jornal argentino Olé.

No entanto, Di Maria relembrou também o retrospecto recente de decepções por parte da albiceleste para pedir dedicação da equipe na competição.

“Mas já sabemos que só por sermos a Argentina não vamos ganhar nada. Hoje em dia, as seleções estão muito equilibradas. Se você não der a vida em campo, fica difícil. Para conquistarmos este título teremos de dar mais do que 100%”, completou.

A Argentina faz sua estreia na Copa América do Brasil no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), diante da Colômbia, na Arena Fonte Nova, em Salvador.



Depois de vencer Honduras por 7 a 0, no Beira-Rio, em Porto Alegre, no último amistoso antes da estreia na Copa América, a Seleção Brasileira seguiu para São Paulo e desembarcou na capital paulista na madrugada desta segunda-feira.

O elenco comandado pelo técnico Tite chegou ao hotel onde ficará hospedado, na região do Ibirapuera, por volta de 00h30 (horário de Brasília), e foi recebido por um grupo bem reduzido de torcedores.

Agora, a equipe segue a reta final de preparação. Nesta segunda, terça e quarta-feira, o grupo realiza treinamento no Estádio do Pacaembu, e na quinta-feira, a atividade será no Morumbi, palco da estreia na Copa América, marcada para sexta-feira, 21h30 (horário de Brasília), diante da Bolívia.

Depois de encarar a seleção boliviana, o Brasil segue para Salvador, onde enfrenta a Venezuela na terça-feira, 18/06, às 21h30. Na sequência, volta para São Paulo e encerra a primeira fase diante do Peru, no sábado, 22/06, às 16h na Arena Corinthians.

 




A goleada sobre Honduras, aplicada na tarde de domingo, marcou a volta do zagueiro Thiago Silva. Inativo desde abril, o jogador do Paris Saint-Germain (PSG) celebrou o retorno bem-sucedido pela Seleção Brasileira e, na ausência de Neymar, classificou Philippe Coutinho como referência.

Thiago Silva sofreu lesão no menisco do joelho direito no último dia 14 de abril, data em que o PSG venceu o Lille por 5 a 1, pelo Campeonato Francês. O experiente zagueiro passou por cirurgia para sanar a contusão e foi tratado como dúvida para a Copa América.

“Eu me senti muito bem. Desde já, agradeço publicamente à comissão técnica pela confiança, principalmente ao Tite”, afirmou. “Fico feliz por voltar aos gramados, reencontrar meus companheiros e não sentir nada no joelho, o que era uma preocupação”, declarou.

Devidamente testado, Thiago Silva não terá na Copa América a companhia de Neymar, cortado por lesão e substituído por Willian. Sem o principal astro, o zagueiro de 34 anos de idade, um dos principais líderes do elenco, aposta no sucesso de Philippe Coutinho.

“O Couto teve uma temporada difícil no Barcelona. Foi cobrado e vaiado muitas vezes, mas, dentro da Seleção, é nossa referência, principalmente sem o Neymar. O Couto chama a responsabilidade. Nos dois amistosos, foi o melhor em campo”, disse Thiago Silva, sobre os jogos contra Catar e Honduras.

Em sua estreia na Copa América, o time dirigido por Tite enfrenta a Bolívia às 21h30 (de Brasília) de sexta-feira, no Estádio do Morumbi. Integrante do Grupo A do torneio, a Seleção Brasileira completa sua participação na primeira fase contra Peru e Venezuela.



Com apenas 22 anos de idade, David Neres marcou seu primeiro gol pela Seleção Brasileira na tarde deste domingo. Autor do quinto no triunfo por 7 a 0 sobre Honduras, o ex-jogador do São Paulo falou sobre a chance de estrear na Copa América no Estádio do Morumbi.

Escalado como titular no Beira-Rio, David Neres marcou aos 10 minutos do segundo tempo. Em jogada pelo lado esquerdo, o veloz atacante recebeu passe de Filipe Luis, ganhou de seu marcador na velocidade e carregou para o meio antes de definir com categoria na saída de Lopez.

“É um momento que vai ficar marcado na minha vida. É muito emocionante, estou muito feliz por marcar meu primeiro gol pela Seleção. Mas, agora, é focar na estreia para que possamos fazer um grande jogo”, disse Neres à TV Globo ainda na saída do gramado.

O papo pré-jogo com Tite, segundo o jovem, foi simples. “Ele me deixou muito tranquilo e não teve muita conversa. Só me colocou no treinamento no time titular e disse para eu fazer o que faço no meu clube que ia dar tudo certo”, explicou David Neres.

Em sua estreia na Copa América, o time dirigido por Tite enfrenta a Bolívia às 21h30 (de Brasília) de sexta-feira, no Estádio do Morumbi. Integrante do Grupo A do torneio, a Seleção Brasileira completa sua participação na primeira fase contra Peru e Venezuela.

“É uma motivação a mais jogar no estádio em que comecei, na minha casa”, disse o atacante do Ajax, formado nas categorias de base do São Paulo. “Independentemente de onde jogar, vou dar meu melhor junto com a equipe para fazer um grande trabalho”, completou.

 



Foi grande a expectativa com o desempenho da Seleção Brasileira na primeira Copa América após o título mundial de 2002, apesar do Brasil não disputar a competição com o time principal. Sediado no Peru, o torneio contou com todos os países da Conmebol e, também, Costa Rica e México. Não faltou emoção no duelo decisivo, com direito a gol de empate quando todos achavam que estava tudo acabado.

Mesmo perdendo na última rodada na fase de grupos, o Brasil não se abalou e conseguiu avançar na competição passando com facilidade pelo México nas quartas-de-final e superando o Uruguai nos pênaltis nas semifinais. Mas, na final, a Seleção encarou a Argentina e, quando há partida que decide o título entre essas duas seleções, os argentinos sempre tinham se dado melhor, pelo menos até aquele momento.

Definitivamente, essa decisão de Copa América foi uma das melhores de um dos maiores clássicos da América do Sul. A Seleção Canarinha começou nervosa e, aos 20 minutos da primeira etapa, o lateral Maicon cometeu um pênalti e González converteu para os argentinos. Luisão, de cabeça, conseguiu empatar nos acréscimos da primeira etapa. No segundo tempo, o jogo ficou muito parelho, contudo, já bem no final da partida, aos 42 minutos, o argentino Delgado achou um gol e o desespero tomou conta dos brasileiros, tanto torcida, como jogadores. Muitos já estavam desanimados por perder um título e com o agravante de ser para a Argentina.

Os hermanos ficaram mais de dois minutos tocando a bola no campo de ataque perto da marca de escanteio para gastar tempo. A conhecida catimba sul-americana. Porém, perderam a bola em uma desatenção, já no último minuto de acréscimo. Os brasileiros aproveitaram e alçaram a bola para a área que, no bate e rebate, encontrou Adriano Imperador. Ele, de costas para o gol, puxou a bola no ar, girou e chutou um canhão para estufar as redes de Abbondanzieri. O Brasil conseguiu levar a disputa para os pênaltis e os argentinos ficaram visivelmente abalados com esse empate. D’Alessandro e Heinze perderam, e os brasileiros ganharam a disputa por 4 a 2. A hegemonia dos hermanos em finais contra os brasileiros foi quebrada e o Brasil ainda trouxe o sétimo caneco para casa.



Everton deixa dúvida sobre seu futuro (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Depois de ter entrado no segundo tempo da vitória da Seleção Brasileira sobre Honduras por 7 a 0 no Beira-Rio, Everton mais uma vez foi questionado sobre a possibilidade de sair do Grêmio agora no segundo semestre. O atacante afirmou que tudo vai depender das suas atuações durante a disputa da Copa América que inicia no dia 14 de junho.

“Está muito aberto. A Copa América é uma competição de muita visibilidade vai depender do meu rendimento. Sei que se fizer grandes jogos, vão aparecer clubes da Europa. Às vezes, fica inevitável. Futebol é muito momento. Se tiver oportunidade, vou sentar. Se for bom para mim e para o Grêmio, vamos analisar”, revelou.

Everton não deve ser titular do Brasil na estreia da competição, que ocorre na próxima sexta-feira contra a Bolívia, às 21h30(de Brasília), no Morumbi, pela primeira rodada do Grupo A do torneio.  David Neres e Gabriel Jesus devem formar a dupla de ataque do selecionado canarinho.



O volante Arthur deu um susto na comissão técnica da Seleção Brasileira ao sair de campo reclamando de muitas dores no joelho direito, atingido por um carrinho do hondurenho Quioto ainda no primeiro tempo da goleada por 7 a 0 da equipe do técnico Tite. Coube ao próprio treinador, porém, tranquilizar a situação e mostrar confiança na utilização do jogador na Copa América.

“Arthur está bem, falei com ele agora, disse que foi só uma pancada”, comentou o treinador ao ser questionado sobre o tema na entrevista coletiva concedida depois do jogo. A assessoria da CBF já havia adiantado o diagnóstico de pancada, mas o próprio Tite reconheceu que temeu pelo pior em certo momento.

“Vi no semblante dele. Sem passar por cima do doutor, mas animicamente deu para ver. Fui dar um abraço e ele já disse que era só uma pancada”, observou o comandante, que, ao menos, ficou com um jogador a mais em campo após o lance, que causou a expulsão do adversário.

Além disso, foi dada mais uma oportunidade ao meio-campista Allan, do Napoli, que teve boa participação no tempo em que atuou. De acordo com o auxiliar de Tite, Cléber Xavier, a comissão técnica gostou de poder testar todas as combinações possíveis para a dupla de volantes.

“Aquilo que a gente ganha são as diferenças de características. O Tite coloca como primeiro o Casemiro, posicional, jogador forte, de imposição. Fernandinho faz muito bem essa função de imposição também. Arthur movimenta mais e te dá uma saída, uma iniciação, facilita a saída de jogo. Allan é aquela transição ofensiva e defensiva com mais força. E nós temos essas quatro opções”, concluiu.

A Seleção viaja para São Paulo ainda neste domingo e terá mais quatro dias de trabalho com os atletas até a estreia na Copa América, marcada para sexta-feira, às 21h30 (de Brasília), no estádio do Morumbi. O Brasil está no Grupo A do torneio, completado por Venezuela e Peru.