Técnico da Colômbia defende Brasil após críticas do treinador da Venezuela - Gazeta Esportiva
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Rafael Rudamel, técnico da Venezuela, disparou críticas contra a estrutura brasileira para a Copa América que está em disputa. Em entrevista coletiva após arrancar um empate diante da Seleção de Tite, o comandante venezuelano cuidou para não ser desrespeitoso, mas não abriu mão de sua opinião sincera.

“Quando vamos para uma Copa no Brasil, imaginamos o melhor cenário possível, mas fomos surpreendidos. A estrutura logística e de hotéis não está à altura de uma Copa América, muito menos no Brasil. É uma crítica construtiva”, disse.

Rafael Rudamel foi polêmico após o empate da Venezuela com o Brasil (Foto: Raul Arboleda / AFP)

A declaração repercutiu na entrevista coletiva de Carlos Queiroz na noite desta quarta-feira, no estádio do Morumbi, logo depois da classificação colombiana às quartas de final do torneio.

“Prefiro não fazer comentários sobre esse assunto”, iniciou o português, na tentativa sem sucesso de ficar alheio ao tema. “O Brasil é a pátria do futebol, tem grandes estádios, grandes centros de treinamentos, grandes jogadores pelo mundo. Quando estamos no Brasil esperamos sempre o melhor. Se não se tem, não pe porque o Brasil não está fazendo as coisas, mas há algum responsável (que não está fazendo)”, afirmou, em tom que joga a responsabilidade para a Conmebol.

A reclamação de Rafael Rudamel pode ter relação com a programação para sua seleção nessa primeira fase, afinal, a Venezuela estreou na Arena Grêmio, em Porto Alegre, depois encarou o Brasil em Salvador, na Fonte Nova, e sábado jogará com a Bolívia no Mineirão, em Belo Horizonte. Tudo isso num período de oito dias.



Alisson terá na sua lista, nesta quinta-feira, a marca de 50 jogos pela Seleção Brasileira. Desde sua primeira convocação em 2015, o goleiro titular da equipe lembra o título da Copa América como o momento mais importante de sua trajetória.

“É um prazer completar 50 jogos com a camisa da Seleção Brasileira. A gente sempre fala isso e pode parecer meio clichê, mas cada jogo é sempre muito especial. Sempre foi um sonho vestir essa camisa”, disse em entrevista coletiva.

“Talvez o jogo mais importante (com a Seleção) foi a final da Copa América, que deu a possibilidade para mim e para os meus companheiros de conquistar um título. Com certeza o momento marcou muito”, completou.

Em 2019, a Seleção Brasileira despachou a Argentina na semifinal da Copa América, no Mineirão, e mais tarde levou o título do torneio diante do Peru. 

No jogo contra os rivais argentinos, Alisson lembrou de uma das defesas mais importantes com a camisa da Canarinho. 

“É muito difícil escolher uma defesa, mas jogos clássicos eu gosto muito. Jogos contra a Argentina, jogos importantes. Um jogo que vem a minha memória é a semifinal na Copa América. A defesa da falta do Messi acho que é uma das defesas que eu mais gosto pela dificuldade dela e a maneira que eu consegui executar”, declarou o goleiro. 

Alisson foi convocado pela primeira vez para defender o Brasil quando ainda atuava no Internacional. O convite foi feito em agosto de 2015 pelo técnico Dunga para os confrontos contra Costa Rica e Estados Unidos, que estavam marcados para o começo de outubro.

O Brasil encara a Colômbia nesta quinta, às 21h30 (de Brasília), na Neo Química Arena, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Em campo, Alisson retorna e marca presença, já que foi reserva no último compromisso contra o Uruguai.



Após as competições continentais de seleções realizadas entre junho e julho deste ano, o ranking da Fifa teve atualizações referentes ao desempenho dos times nos torneios.

A Seleção Brasileira, vice da Copa América, ultrapassou a França, eliminada nas oitavas de final da Eurocopa, e assumiu a segunda colocação da lista. A liderança continua com a Bélgica, que chegou até as quartas de final do torneio europeu.

Campeã da América do Sul, a Argentina subiu duas posições, ficando em sexto. A Itália, por sua vez, vencedora na Europa, também alavancou duas colocações, figurando em quinto.

Ainda vale destacar os Estados Unidos e Catar. Os americanos, campeões da Copa Ouro, subiram dez posições, ficando em décimo. Já o país do Oriente Médio, anfitrião da próxima Copa do Mundo  e que disputou a competição da América Central e do Norte, chegando até a semifinal, elevou 16 colocações, figurando agora em 42º.

Confira o Top 10 do ranking da Fifa: 

1: Bélgica (1.822)
2: Brasil (1.798)
3: França (1.762)
4: Inglaterra (1.753)
5: Itália (1.745)
6: Argentina (1.714)
7: Espanha (1.680)
8: Portugal (1.662)
9: México (1.658)
10: Estados Unidos (1.648)



A última Copa América marcou o primeiro título de Lionel Messi com a seleção argentina, quebrando um jejum de anos da albiceleste. Parceiros na última década pelo Barcelona, Ronaldinho Gaúcho revelou um misto de sensações pela conquista hermana diante do Brasil.

Em conversa com o streamer espanhol Ibai Llanos, Ronaldinho revelou ter ficado triste e feliz ao mesmo tempo com o desfecho da Copa América.

“Fiquei triste porque o Brasil perdeu. Ainda assim, muito, muito feliz por Messi – faltava isso para ele, ganhar um título com a seleção argentina”, comentou o ex-jogador.

“Foi algo que me deixou muito contente. Ver meus amigos felizes é algo que me deixa feliz também”, completou.

A Argentina ganhou a final diante do Brasil por 1 a 0, com gol anotado por Di María. No entanto, Messi foi peça fundamental para que a albiceleste chegasse até a decisão.

Além do primeiro título de Messi com a Argentina, a seleção quebrou um jejum de 28 anos sem conquistas.




A Conmebol divulgou nesta terça-feira a seleção da Copa América, que reuniu os melhores jogadores da competição, na qual a Argentina foi campeã. Os brasileiros Neymar, Marquinhos e Casemiro estão no “11 de gala”.

Pela campeã Argentina, Messi, De Paul, o zagueiro Romero e o goleiro Martínez foram selecionados entre os melhores. O lateral-direito chileno Isla, do Flamengo, foi eleito como o melhor lateral-direito da competição.

A seleção da Copa América de 2021 ficou com: Martínez (ARG), Isla (CHI), Romero (ARG), Marquinhos (BRA), Estupiñan (EQU), Casemiro (BRA), De Paul (ARG), Yotún (PER), Messi (ARG), Neymar (BRA) e Díaz (COL).

A Argentina venceu a competição após vencer o Brasil por 1 a 0 na grande final, no Maracanã.



No último sábado, a Seleção Brasileira foi derrotada pela Argentina por 1 a 0, em pleno Maracanã, e ficou com o vice-campeonato da Copa América, a pouco mais de um ano para a Copa do Mundo. Em participação no programa Arena SBT, o capitão do penta, Cafu, opinou sobre a equipe de Tite, fazendo uma comparação com o time de 2002 e afirmando que falta disciplina tática.

 

“É dependente do Neymar, é verdade. Dependemos quase que 80% do que o Neymar faz em campo. O Neymar vai ser bom se a seleção jogar para ele, e a seleção vai ser boa se o Neymar jogar para a seleção. Em 2002, jogávamos para o Ronaldo e para o Rivaldo, o (Ronaldinho) Gaúcho jogava para os dois também, cada um sabia o que fazer. Eu sabia que na Copa não ia ser melhor que eles, mas na minha posição eu ia ser o melhor. São pequenos ajustes para que a seleção possa jogar como seleção. Falta disciplina tática, só isso”, ressaltou o ex-lateral-direito.

Cafu também afirmou que perder para a Argentina “pode acontecer” e que vê a Seleção “com bons olhos”.

“Perder para a Argentina pode acontecer. Você perdeu para uma seleção de tradição, que já foi campeã, não perdeu para qualquer seleção dentro do Maracanã. Se perde para Peru, Venezuela ou Bolívia, com todos respeitos a essas seleções, mas aí poderia falar que a seleção brasileira é um total desastre. Mas vejo a seleção com bons olhos”, afirmou Cafu.

A Seleção Brasileira volta a campo no dia 2 de setembro, contra o Chile, fora de casa, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo. O time de Tite lidera o torneio, com 100% de aproveitamento em seis jogos.



Os jogadores da Seleção Brasileira ainda digerem a amarga derrota sofrida para a Argentina na final da Copa América, realizada no Maracanã. Nesta segunda-feira, o capitão Thiago Silva usou suas redes sociais para parabenizar os rivais argentinos, mas alfinetou brasileiros que torceram contra a Seleção.

”Fé para nunca desistir, força para sustentar as dificuldades e foco para atingir seus objetivos. Parabéns ao nosso rival pela conquista! Agora o momento de recarregar as baterias e voltar mais forte. Para aqueles que torceram e sofreram com a gente fica aqui o meu muito obrigado! Que Deus abençoe”, começou a publicação.

”E para aqueles que torceram contra, espero que estejam contentes! Porém, depois não venham se fazer de amigos pra conseguir seja lá qual for a sua intenção (entrevistas, ingressos para levar filhos e amigos nos jogos, camisas ou fotos)”, encerrou.

O Brasil foi derrotado por 1 a 0 pela seleção argentina com gol de Di María. Antes da partida, houve um movimento de brasileiros que declararam torcida para o time estrangeiro, o que causou insatisfação em grande parte dos jogadores da Seleção.



A derrota da Seleção Brasileira para a Argentina na final da Copa América, neste sábado, gerou reclamações sobre o trabalho de Tite como técnico. Campeão Mundial em 1994, o ex-jogador Romário, em entrevista à Rádio Bandeirantes, criticou o treinador e pediu troca no comando técnico da equipe.

“Nós estamos próximos de uma Copa do Mundo. Será muito difícil colocar um treinador que possa dar uma cara diferente, taticamente falando. Mas é muito difícil ter de seguir com o Tite. O Tite está definido em um esquema de jogo que não está dando resultado”, disse.

Para Romário, Pep Guardiola, treinador do Manchester City, seria a melhor opção para o cargo.

“Seria o Guardiola. Principalmente se o Guardiola imprimir aqui a sua marca da forma como seus times jogam”, completou.

Por fim, o ex-atleta afirmou que a Seleção é muito dependente de Neymar.

“Nós temos grandes jogadores? Temos. Mas a forma que a seleção joga é muito estranha. E, para mim, isso atrapalha muito o jeito do Neymar jogar. Nossa seleção fica muito na dependência dele. O futebol de hoje não tem mais a condição de um jogador sozinho fazer a diferença, se não tiver do lado mais dois ou três”, encerrou.



A Argentina derrotou o Brasil por 1 a 0 pela final da Copa América em pleno Maracanã no último sábado. Neste domingo, Neymar, camisa 10 da Seleção Brasileira, sem esconder sua chateação com o resultado, usou suas redes sociais para exaltar a conquista de Messi, seu companheiro nos tempos de Barcelona, que venceu seu primeiro título com a Seleção Argentina.

”Perder me machuca, me dói … é coisa que eu ainda não aprendi a conviver. Ontem quando perdi, fui dar um abraço ao maior e melhor da história que eu vi jogar. Meu amigo e irmão Messi, fiquei triste e falei pra ele “você me ganhou” fico triste demais por ter perdido. Mas esse cara é f…”, escreveu Neymar.

”Tenho um respeito muito grande pelo o que ele fez pelo futebol e principalmente por mim. Odeio perder! Mas desfrute do seu título, o futebol te esperava por esse momento! Parabéns hermano”, disse o brasileiro.

Messi terminou a Copa América liderando a artilharia da competição com quatro gols marcados. Agora, o craque argentino se redime após ter perdido três finais do torneio em sua carreira. Em 2007, para o Brasil, e em 2015 e 2016 para o Chile.



A derrota para a Argentina na final da Copa América foi um duro golpe para a Seleção Brasileira comandada pelo técnico Tite no anterior à Copa do Mundo. No entanto, a ordem é aprender com os erros e melhorar até a disputa do Mundial do Catar.

“A gente lutou, infelizmente teve a derrota, é do futebol, tem que agradecer pelo grupo, pelo professor (Tite). Fomos leais, fizemos uma grande Copa América. Temos que ser mais fortes, ajustar muito até a Copa. Vamos chegar mais fortes”, prometeu à ESPN o volante Fred, que foi além ao ser perguntado se a equipe está preparada para o Mundial.

“Difícil falar que estamos prontos, há ajustes, mas acho que estamos no caminho certo. Acho que fizemos um grande jogo (contra a Argentina). Eles fizeram gol em um erro nosso e depois amarraram o jogo. Ficaremos mais fortes com isso, vamos chegar bem na Copa, vamos trabalhar para acertar”, emendou.

Fred reconhece que os jogadores do Brasil ficaram muito abalados com o resultado negativo na decisão da Copa América. “Choramos todos, triste, ninguém quer perder, ainda mais em casa para um grande rival”, explicou.