Lionel Messi está feliz da vida com a classificação da Argentina à semifinal da Copa América, depois de bater a Colômbia nos pênaltis. O atacante lamentou não ter marcado um gol no tempo normal, mas não escondeu a satisfação por ter visto o ‘justo’ acontecer, já que garante que foram superiores durante todo o jogo. A imprensa do país ainda destacou o “abraço histórico” do camisa 10 do Barcelona em Carlitos Tévez, do Boca Juniors, depois da partida.
O bom relacionamento entre os dois é apontado com um pilar para a reformulação pela qual passa a seleção hermana. Depois da Copa do Mundo, Alejandro Sabella deixou o comando técnico para a chegada de Tata Martino, e sua primeira mudança foi chamar o ex-Corinthians de volta para a equipe. A relação entre Tévez e Messi era vista como conturbada. No entanto, tudo parece ter mudado.
“Fomos merecedores. Incrível, acho que foi nossa melhor partida, criamos situações de gol, mas não conseguimos abrir o placar. O importante é que passamos e seguimos adiante na competição, muito além dos pênaltis”, disse o craque.
Tamanha a importância de Messi para a equipe, nas entrevistas pós-jogo os grandes nomes da seleção pararam para comentar o momento do camisa 10. Kun Aguero fez questão de fazer uma análise mais aprofundada do atacante.
“Leo sempre quer fazer o melhor. Eu disse a ele para ficar tranquilo que os gols já vão chegar. É preciso ter paciência. Ele tem uma pressão que tem que fazer gol, mas, para mim, Leo, mesmo que não faça gol, é especial. Claro que pode errar, mas sempre joga muito. E isso nos dá confiança. Se Leo vai, vamos todos”, comemorou.
