Governo de SP anuncia esquema de transporte e segurança - Gazeta Esportiva
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Nesta quarta-feira, o governador de São Paulo, João Doria, acompanhado dos secretários Alexandre Baldy (Transportes Metropolitanos) e General João Camilo Pires de Campos (Segurança Pública), realizou o anúncio do esquema de transporte público e segurança que a capital paulista terá para os jogos da Copa América.

“É a primeira vez que São Paulo faz um programa tão amplo de segurança, envolvendo Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica, Guarda Civil Metropolitana, transporte urbano, da Prefeitura de São Paulo, e a linha de trilhos, com CPTM e Metrô pelo Governo do Estado de São Paulo”, afirmou o governador.

João Doria esteve presente no evento de anúncio dos esquemas de segurança e transporte (Foto: Governo do Estado de São Paulo)

Na sexta-feira, quando a Copa América terá seu início no Morumbi, a estação próxima ao estádio, operada por uma empresa privada, funcionará até 01h00 (horário de Brasília) da madrugada para sábado.

No dia, está prevista uma greve geral na cidade de São Paulo, que promete paralisar os meios de transporte (ônibus, metrô e CPTM).

“Teremos uma operação diferenciada para que haja reforço de quatro vezes do efetivo de segurança e estaremos ampliando o horário do Metrô e CPTM até 1h da manhã”, declarou Baldy.



Arthur participa de transição para poder voltar a estar à disposição (Foto:Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

Depois de lesionar o joelho direito no amistoso contra a Honduras no último domingo, o volante Arthur não treinou nos últimos dias, porém esta quarta-feira trouxe boas notícias para Tite. O jogador foi a campo participar de um trabalho físico e mostrou evolução na recuperação.

Apesar da presença de Arthur no campo apenas três dias após o trauma, Tite não deve contar com o jogador para a partida de estreia da Copa América contra a Bolívia, na sexta-feira. Caso realmente não possa atuar como titular, Allan jogará em seu lugar.

De acordo com o médico da Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar, Arthur evoluiu melhor do que a projeção inicial e já participa da transição entre o trabalho de fisioterapia e as atividades com o restante do grupo de jogadores. Assim, o meio-campista do Barcelona reduz suas chances de ser cortado da competição.

“O Arthur teve um trauma importante durante o jogo na região do joelho direito e isso levou a um quadro de muita dor e limitação na função, por isso ele não treinou nos últimos dias. Ficou em tratamento, mas respondeu muito bem até agora. Hoje ele iniciou um trabalho físico, uma transição da fisioterapia para o treino normal”, analisou Lasmar.

Apesar disso, Arthur só deve ser liberado para se juntar ao restante do grupo na quinta-feira. Dessa forma, deve começar a partida contra a Bolívia no banco, podendo recuperar sua condição de titular no time de Tite ao longo da disputa da competição.

“Vai ser reavaliado amanhã pela manhã e nossa expectativa é que, se sentindo bem, faça um trabalho já com um grupo e aí nós teremos uma segurança grande para liberar o atleta”, completou o doutor.



Bolívia se prepara para a Copa América (Foto: Divulgação/FBF)

Faltando dois dias para o início da Copa América, a seleção boliviana sofreu uma baixa. Na madrugada desta quarta-feira, a Federação Boliviana de Futebol anunciou que Rodrigo Ramallo Cornejo foi cortado da equipe que disputará o torneio. Ramiro Vaca foi chamado para seu lugar.

O departamento médico, depois de realizar uma ressonância magnética, informou que o atacante sofreu uma lesão no tornozelo esquerdo. O diagnóstico confirmou que ele não pode realizar atividade física de alta intensidade.

Tendo em vista o início da competição continental, a comissão técnica decidiu substituir o jogador. A troca deveria ser feita até um dia antes da partida de estreia. Para a vaga, foi chamado Ramiro Vaca, de 19 anos, que atua no The Strongest-BOL.

A Bolívia está no Grupo A, junto com Brasil, Venezuela e Peru. O primeiro jogo da Copa América será entre a Seleção Brasileira e os bolivianos, nesta sexta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Morumbi.



A Seleção Brasileira vai entrar em campo na sexta-feira com uma camisa predominantemente branca, com detalhes em azul, mesma cor dos calções. O uniforme foi utilizado até 1952, ano em que o amarelo virou a cor principal da equipe canarinho muito por causa do trauma vivido na Copa do Mundo de 1950, quando o Uruguai evitou o título brasileiro dentro do Maracanã.

A intenção contra a Bolívia, no estádio do Morumbi, dessa vez pela estreia na Copa América 2019 é homenagear o centenário do primeiro título conquistado pelo Brasil no torneio continental.

“Não sabia que ia jogar com ela, mas tudo que for diferente, que fizer parte da história da Seleção é um orgulho. Muita gente, pelo menos eu não vi o Brasil jogar com essa camisa. Faz parte da história”, comentou Filipe Luís, prestes a completar 34 anos e de longa carreira na Seleção.

“É para guardar, é especial. Não sabemos o dia de amanhã, se estaremos aqui, se jogaremos com ela de novo… Estar há 10 anos, ter passado tantos jogadores, técnicos, tantos estádios, o que sinto é orgulho”, completou.

Para a festa ser completa, espera-se que o Brasil não decepcione e supera os bolivianos a partir das 21h30 (horário de Brasília).

“Bolívia é uma seleção que se defende bem, com duas linhas muito juntas, vamos com certeza ter um adversário muito complicado. Sabemos que não será fácil, mas, temos de ser sólidos como fomos contra Honduras”, analisou o jogador do Atlético de Madrid-ESP, sem esconder a responsabilidade pela camisa que veste, independente da cor.

“O Brasil é favorito, porque estamos em casa, porque somos o Brasil e temos de ganhar. Todas as seleções chegam com possibilidade de ganhar, mas somos os favoritos, como Argentina, Uruguai e Chile”, concluiu.

 



O Brasil respira futebol, mas, durante a história da Copa América, deixou de participar de um número considerável de edições. De dez para ser mais exato. Existem episódios específicos que justificam a ausência brasileira, como a não participação da Seleção em partidas internacionais por conta de uma confusão na decisão do continental de 1925. Mas, no geral, a ausência do Brasil se explica pela incapacidade da CBD, atual CBF, de controlar as brigas entre as federações.

Enquanto a Seleção estava fora, a edição de 1927 contou com a maior média de gols da história da competição: 6,17 gols por partida. Não é para menos que foi neste mesmo campeonato que o Uruguai conseguiu a maior goleada de sua história: 9 a 0 contra a Bolívia. Muitos dizem que a elevada quantidade de gols se deveu à nova lei do impedimento, aprovada em 1925. Antes, eram necessários três jogadores entre o atacante e a linha de fundo para validar o lance. Essa nova regra estabeleceu o que é comum hoje: dois jogadores entre o atacante e a linha de fundo.

O Brasil também perdeu o auge da rivalidade entre os celestes e os albicelestes. Por causa de uma final polêmica na Copa do Mundo de 1930, as relações entre as seleções do Uruguai e da Argentina estavam rompidas. Depois de muitas negociações, a Federação Peruana conseguiu convencer as duas seleções a disputarem o campeonato. Isso fez com que demorasse seis anos até a realização de um novo torneio sul-americano, sendo concretizado em 1935. Com objetivo de não exacerbar a rivalidade, as equipes uruguaia e argentina decidiram trocar as cores dos uniformes. O Uruguai usou camisa vermelha e calção branco, enquanto a Argentina optou por uma camisa inteiramente branca, mantendo o calção preto.

O Chile cresceu enquanto os verde-amarelos estavam ausentes em 1955. A seleção chilena estava conseguindo se equiparar com a tradicional seleção argentina. Os chilenos conseguiram arrancar um empate do Uruguai, o qual possuía seis jogadores campeões do mundo em 1950, e ainda deu trabalho para a albiceleste na partida final. Os hermanos estavam goleando todos os confrontos, mas, na última e decisiva rodada contra os chilenos, venceram pelo placar mais magro, 1 a 0.

A última edição que o Brasil não participou, em 1967, foi, coincidentemente, a última a levar o nome de “Campeonato Sul-Americano” e a última a ser no estilo em que todos jogam contra todos. Foi também a única vez na história do torneio em que houve classificatórias para países da própria Conmebol. No caso, Chile e Colômbia disputaram uma vaga, enquanto Equador e Paraguai, outra. A sede da disputa foi o Uruguai e a seleção anfitriã foi a campeã.



Por ocasião da Copa América Brasil 2019, realizada este mês com a participação do Japão como convidado, a Japan House São Paulo e Consulado-Geral do Japão em São Paulo promovem uma série de atividades especiais relacionadas ao universo esportivo, como transmissões ao vivo dos jogos do time japonês e palestras especiais.

As ações visam ampliar o intercâmbio por meio da contribuição da área esportiva japonesa para a sociedade internacional, além da relação colaborativa de jogadores que atuaram nos dois países e o compartilhamento de experiências entre os mesmos.

Japan House transmitirá jogos da Copa América (Foto: Rogério Cassimiro)

Entre os destaques, estão as transmissões ao vivo dos jogos nos dias 17 de junho, às 20h (de Brasília), Japão x Chile; 20 de junho, às 20h (de Brasília), Japão x Uruguai; e dia 24 de junho, às 20h (de Brasília), Japão x Equador. A participação é aberta e gratuita a todos os interessados.

Nos dias dessas transmissões, a Japan House São Paulo apresentará uma mostra de camisas da seleção japonesa composta por noves modelos que acompanham a evolução do uniforme, a partir da Copa do Mundo de 2002, que teve como uma das sedes o Japão, até o modelo criado para o último Mundial de 2018.

No 17 de junho, às 17h (de Brasília) – antes da transmissão do primeiro jogo da seleção japonesa na Copa América Brasil 2019 – será realizada a palestra “Japão, Futebol e Educação” com a presença de Edmilson, ex-jogador da Seleção Brasileira. O jogador comentará sobre a importância da conexão entre futebol e educação no Japão, o panorama atual do futebol japonês, entre outros temas.

Encerrando a primeira fase do campeonato, no dia 26 de junho, às 19h (de Brasília), acontece a palestra “Os atrativos do futebol japonês e brasileiro pelos jogadores e técnico”. Mediada por César Sampaio, o painel discute novas formas de intercâmbio entre o Brasil e Japão por meio do esporte e trocas de experiências. A sessão conta também com a presença de Washington Cerqueira, Levir Culpi, Careca, Bismarck e Yasutoshi Miura.

Transmissões dos jogos da Seleção Japonesa na Copa América 2019 – Sala de Seminários – Gratuito

Dia 17 de junho, às 20h (de Brasília) – Chile
Dia 20 de junho, às 20h (de Brasília) – Uruguai
Dia 24 de junho, às 20h (de Brasília) – Equador

Palestra “Japão, Futebol e Educação”

Com Edmilson (ex-jogadores da Seleção Brasileira)
Dia 17 de junho, às 17h (de Brasília), Sala de Seminários
Participação Gratuita
Tradução simultânea português/japonês
Ingressos distribuídos uma hora antes do evento na recepção.

Palestra “Os atrativos do futebol japonês e brasileiro pelos jogadores e técnico”

Com César Sampaio, Bismarck, Careca, Washington Stecanela Cerqueira (ex-jogadores da Seleção Brasileira), Yasutoshi Miura (ex-jogador da Seleção Japonesa) e Levir Culpi (técnico)
Dia 26 de junho, às 19h, Sala de Seminários
Participação Gratuita
Tradução simultânea português/japonês
Ingressos distribuídos uma hora antes do evento na recepção.

Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52

Horário de funcionamento:
Terça-feira a Sábado: das 10h (de Brasília) às 20h (de Brasília)
Domingos e feriados: das 10h (de Brasília) às 18h (de Brasília)
Entrada gratuita



O Brasil vai estrear na Copa América 2019 em São Paulo, mais precisamente no estádio do Morumbi, sexta-feira, contra a Bolívia. Ainda na primeira fase, a Seleção voltará a encontrar o torcedor paulistano na terceira e última rodada do Grupo A, diante do Peru, dessa vez na Arena Corinthians, em Itaquera.

A pressão por vitórias nos dois compromissos é grande por si só, mas a fama dos torcedores locais por exigir apresentações convincentes preocupa. Os paulistanos costumam cobrar sem ponderações, e as vaias não são poupadas em caso de alguma decepção.

Apenas como caráter de exemplo, Neymar já chegou a ser bastante hostilizado e bandeiras já foram arremessadas ao campo durante um confronto com a Colômbia durante as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002. Em ambas as situações o palco era justamente a casa são-paulina.

“Na era da Internet, fala-se muito ‘aquela seleção isso ou aquilo’… Não tem mais, não tem mais Ronaldinho, é outro momento, vamos dar o máximo e precisamos do apoio da torcida. Todas as torcidas são diferentes, mas o importante é que eles vejam que dentro de campo estamos dando nosso melhor”, avisou Filipe Luís.

A curiosidade maior é que os paulistanos, de fato, não têm muito o que reclamar. O Brasil não perde um jogo em São Paulo desde 3 de junho de 1964. Na ocasião, caiu por 3 a 0 diante da Argentina, no estádio do Pacaembu, pela segunda rodada da Taça das Nações.

De lá para cá foram 33 jogos, 24 vitórias e nove empates. Ao todo, a Seleção Brasileira 57 partidas na cidade que sediará a abertura da Copa América 2019. O histórico geral registra 39 vitórias, 15 empates e apenas cinco derrotas. Além disso, o Brasil venceu os últimos 10 jogos que fez em São Paulo.

“É uma coisa boa. Não sabia. Esperamos que tenha cobrança, mas, ao mesmo tempo esperamos que o torcedor esteja ao nosso lado. Os meninos na frente estão atrevidos, com confiança, e o grande objetivo é que jogadores e torcida tenham uma comunhão, e sem comparações”, reforçou o lateral esquerdo, surpreso com a relação números x cobrança dos paulistanos.

 



O pai de Neymar entrou no vestiário da Seleção Brasileira no estádio Mané Garrincha, em Brasília, assim que o camisa 10 deixou o campo por causa de um problema no pé direito. Edu Gaspar, coordenador de seleções da CBF, foi consultado e, das tribunas, autorizou a abertura do local.

Tite também fez questão de elogiar a postura de todos logo após o amistoso com o Catar, e bateu de frente com quem criticou o privilégio.

Nessa terça-feira, foi a vez de Filipe Luís também de posicionar, e defender a presença do pai do atleta dentro do vestiário, lugar sempre muito respeitado para os atletas.

“De jeito nenhum. Incrível…”, iniciou o lateral, aparentemente inconformado com quem se incomodou com os fatos.

Filipe Luis costuma fazer apostas com Neymar na concentração da Seleção Brasileira (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

“Eu, quando quebrei a perna em 2010, a primeira pessoa era minha esposa, no vestiário. Estava com o pé todo virado e eu queria estar com ela, e ela foi junto na ambulância. Única coisa que ele queria talvez fosse o pai dele dando um abraço, se tivesse a mãe era a mãe… Vestiário é sagrado, mas obviamente que não é assim. Em um momento desse aí acho que foi a melhor decisão”, completou.

A ausência de Neymar na Copa América foi outro ponto abordado por Filipe Luís, que é amigo e fã declarado do atacante do PSG. David Neres deve ser o substituto no time titular do Brasil e da mesma forma tem a confiança do companheiro mais experiente.

“No mundo, na vida, nunca tem ninguém insubstituível. Grandes estrelas serviram a seleção brasileira e deixaram de jogar. Não temos outro Neymar, qualidade única, um jogador diferente, a equipe adversária tem de gastar dois ou três jogadores para poder parar. Com certeza perder o Neymar é complicado. Muita gente acha que não, mas obviamente a qualidade que ele tem não existe em outro jogador brasileiro”, disse.

“O Neres é um grande jogador, é novo, mas a gente vê esse atrevimento nele, ele quer, vai para cima e isso ajuda muito. A gente precisa desses jogadores sem medo, que não percam a confiança. Para fazer gols precisamos dessa ousadia”.

Apesar do corte forçado em função da lesão, Neymar continua participando das conversas do grupo que segue focado na Copa América, a começar dia 14, no Morumbi, com o confronto entre Brasil e Bolívia.

“A gente fala diariamente, ele está no nosso grupo do whatsapp, a gente conversa toda hora, um cara sempre presente, um dos nossos líderes, um peso imenso no nosso vestiário. Ele transmite essa imagem positiva, de que ele está bem. Já passou, mas a gente precisa que ele dê essa força. Estamos aqui, queremos ganhar”, concluiu.

 



Filipe Luís se profissionalizou no Figueirense em 2003 e no ano seguinte já estava na Europa. Passou por Ajax-HOL, Real Madrid B-ESP, Deportivo-ESP, Chelsea-ING e Atlético de Madrid-ESP, seu atual clube.

A experiência em países de primeiro mundo e principalmente em grandes ligas fez o lateral esquerdo lamentar a ausência de água quente no vestiário do estádio do Pacaembu, palco dos treinamentos de Seleção Brasileira durante essa semana.

“Desculpa, mas está difícil. Água fria, mas, aos poucos eu vou me esquentando”, disse, entre risos, por causa da sua clara dificuldade em dar entrevista após o banho gelado nessa terça.

Filipe Luis deve ser o titular da lateral esquerda da Seleção Brasileira (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

“Eu não tomo banho frio nunca. Em Brasília também já estava frio. É uma coisa que surpreende, estádios novos, esperávamos mais. Poxa, não importa, ninguém vai ficar doente por causa disso, mas hoje em dia o Brasil, com Copa do Mundo e tudo, toda estrutura, esperamos que seja o mais parecido possível com Europa”, comentou.

Filipe Luís é pretendido pelo Flamengo. O lateral esquerdo está em término de contrato com o Atlético e o rubro-negro carioca já fez proposta para sua contratação. A estrutura abaixo do que está acostumado incomoda, mas não é determinante para a decisão de onde jogar, garantiu.

“Nem todos são ruins, existe uns muito bons, mas às vezes acontece. Não fecha nenhuma porta, já joguei no Brasil. E na Europa também tem vestiários e campos ruins, mas a partir do momento que você toma a decisão você sabe o que tem. Que jogador não sonha um dia ser campeão brasileiro desde pequeno. Eu não tive essa oportunidade”, revelou, evitando a todo custo cravar seu futuro.

“Obviamente está acabando meu contrato, tenho tanto a possibilidade de ficar como sair, as portas estão abertas, já conversei coma comissão (da Seleção), não vou falar sim para nenhum clube antes de acabar Copa América, e peço aos amigos da imprensa que possam perguntar para mim, todos têm telefone, podem perguntar diretamente para mim, que eu vou falar. Só vou dizer meu futuro após a Copa América”, avisou.

 



Jogadores da base, do profissional e até funcionários do departamento de futebol do Corinthians registraram na tarde desta terça-feira a participação deles no treinamento realizado pela Seleção no estádio do Pacaembu, o segundo da equipe em território paulistano. Participaram da movimentação o goleiro Cássio e o lateral Fagner, convocados para a Copa América, cinco atletas do sub-20, um que vive em treinamento com o profissional e o fisioterapeuta Caio Mello.

Assim como ocorreu na última segunda-feira, o zagueiro Caetano, o volante Du e o lateral direito Daniel Marcos foram chamados para completar a atividade. Juntaram-se a eles o volante Adson e os atacantes Nathan e Janderson, este último já integrado diversas vezes ao grupo profissional e com um jogo oficial pelo clube, contra o Grêmio, no Campeonato Brasileiro.

(Foto: Reprodução)

A Seleção Brasileira tem sido apontada como uma das mais corintianas da história desde que Tite assumiu o comando em 2016, levando diversos atletas que foram campeões com ele no clube do Parque São Jorge nas suas convocações.

Além dos nove presentes que têm ligação profissional com o Alvinegro, Tite, campeão mundial pelo clube em 2012, tem a seu lado na preparação para a Copa América nomes como Fábio Mahseredjian, preparador físico, Mauri Lima, preparador de goleiros, e Bruno Mazziotti, fisioterapeuta, todos antigos funcionários do Timão.