Bolívia e Peru se enfrentam pela primeira vitória na Copa América - Gazeta Esportiva
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Bolívia e Peru buscam primeira vitória na Copa América (Fotos: Juan Mabromata/Luka Gonzalez/AFP)

Nesta terça-feira, às 18h30 (de Brasília), Bolívia e Peru se enfrentam no Maracanã em busca da primeira vitória na Copa América. As equipes disputam o Grupo A, o mesmo de Brasil e Venezuela, que se também entram em campo nesta terça-feira, às 21h30, em Salvador.

Depois da primeira rodada, a Bolívia se encontra em situação complicada no grupo. A equipe comandada por Eduardo Villegas estreou com derrota por 3 a 0 para a Seleção Brasileira no Morumbi, no jogo de abertura da competição, e ocupa a lanterna da chave.

Por outro lado, o Peru somou seu primeiro ponto logo na estreia. Enfrentando a Venezuela na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, a seleção comandada por Ricardo Gareca empatou por 0 a 0 apesar de ter dois gols anulados. Com isso, ambos os times somam um ponto.

Com derrota na estreia, a Bolívia entra em campo pressionada pelo resultado. Se perder pela segunda vez, a seleção boliviana dependerá de uma vitória sobre a Venezuela na última rodada para buscar a classificação como um dos dois melhores terceiros colocados.

Por outro lado, uma vitória encaminharia a classificação para o Peru. Com o ponto conquistado diante da Venezuela, a seleção peruana, em caso de vitória no Rio de Janeiro, não dependeria de um resultado positivo contra a Seleção Brasileira na última rodada e estaria em boa posição para, ao menos, ser um dos dois melhores terceiros colocados.

No duelo contra a Venezuela, o Peru foi obrigado a substituir Christian Cueva no intervalo devido a uma pancada na nuca. Além do meia do Santos, a seleção peruana conta com o atacante Paolo Guerrero, do Internacional, e com o lateral Trauco, do Flamengo. Do outro lado, a Bolívia tem no ataque Marcelo Moreno, brasileiro naturalizado boliviano que atuou por vários clubes brasileiros.

FICHA TÉCNICA
BOLÍVIA x PERU

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 18 de junho, terça-feira
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Roddy Zambrano (EQU)
Assistentes: Christian Lescano (EQU) e Bryon Romero (EQU)
VAR: Esteban Ostojich (URU)

BOLÍVIA: Lampe; Bejarano, Haquin, Jusino e Bejarano; Justiniano, Saucedo, Castro e Saavedra; Chumacero e Moreno
Técnico: Eduardo Villegas

PERU: Gallese; Advíncula, Zambrana, Abram e Trauco; Tapia e Yotún; González, Cueva (Flores) e Farfán; Guerrero
Técnico: Ricardo Gareca



Seleção pode se classificar de forma antecipada se vencer a Venezuela (Foto : Pedro Martins/Mowa Press)

Após estrear na Copa América com vaias e clima blasé na vitória por 3 a 0 sobre a Bolívia, no Morumbi, em São Paulo, a Seleção Brasileira volta a campo nesta terça-feira, às 21h30 (de Brasília), na Arena Fonte Nova, para encaminhar sua classificação às quartas de final. O desafiante da vez é a Venezuela, considerada mais complicada que o adversário do primeiro jogo.

“Recentemente, [os venezuelanos] ganharam por 3 a 1 da Argentina em Madrid, então tem que ter muito respeito para querer fazer o melhor e tentar classificar já no segundo jogo”, afirmou o volante Casemiro, cujo discurso é corroborado por Marquinhos.

“A Venezuela vem num bom momento, teve uma renovação da seleção, com novos jogadores” disse o zagueiro. “Pensando na Venezuela, vamos trabalhar de uma maneira muito forte dentro de campo para fazer o nosso melhor, que é jogar, propor o jogo e também ter uma defesa sólida, cedendo poucas chances ao adversário”, declarou o goleiro Alisson.

Com três pontos ganhos, o Brasil lidera o Grupo A da Copa América e, portanto, um triunfo sobre a Venezuela, aliado a uma combinação de resultados favoráveis, poderia antecipar uma vaga no mata-mata do torneio continental antes do confronto com o Peru, pela terceira rodada.

Mas não é só a classificação que estará em jogo nesta terça. Além da vaga, o time canarinho espera encontrar outro clima em Salvador. “É sempre uma alegria voltar onde tudo começou, sempre passa um flashback quando piso naquela terrinha. Sem dúvida nenhuma que o axé lá vai ser diferente”, disse o capitão e lateral direito Daniel Alves, baiano de Juazeiro.

Para o embate com a Venezuela, o técnico Tite promoverá apenas uma mudança na escalação: a entrada de Arthur na vaga de Fernandinho. Livre de dores no joelho direito, o volante do Barcelona desfalcou a Seleção diante da Bolívia. O goleiro Ederson, primeiro reserva de Alisson, estará à disposição após se recuperar de uma lesão na panturrilha da perna direita.

Do outro lado, a Venezuela tenta a façanha de não perder para o time anfitrião e, assim, se manter na briga por uma vaga nas quartas de final. A Vinho Tinto, que segurou um empate por 0 a 0 com o Peru na estreia, figura no terceiro lugar do Grupo A.

“Jogar de igual para igual com o Brasil é uma loucura. Sabemos o que é o Brasil”, avisou o técnico Rafael Dudamel, indicando que sua equipe terá uma postura cautelosa em Salvador. “Temos que tentar realizar nosso jogo, com muita segurança. Vamos enfrentar um rival que joga muito bem. Fisicamente, é fortíssimo. Uma seleção modernizada, realizando um jogo admirável. Buscaremos fazer um bom jogo”, completou.

FICHA TÉCNICA
BRASIL X VENEZUELA

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 18 de junho de 2019, terça-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Julio Bascuñan
Assistentes: Christian Scheimann (CHI) e Claudio Ríos (CHI)
VAR: Roberto Tobar (CHI)

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís; Casemiro, Arthur e Philippe Coutinho; Richarlison, Roberto Firmino e David Neres
Técnico: Tite

VENEZUELA: Fariñez; Rosales, Chancellor, Villanueva e Osorio; Moreno, Herrera, Rincón, Savarino e Murillo; Rondón
Técnico: Rafael Dudamel





Um duelo que envolveu uma torcida apaixonada diante de um rival que tem uma enorme colônia na cidade de São Paulo poderia descrever a estreia do Brasil contra a Bolívia na Copa América, na sexta-feira da semana passada, mas cabe muito mais para o embate entre Chile e Japão, na noite de terça, no estádio do Morumbi. Mesmo com metade do público, os chilenos tiveram no local uma força de mandante que a Seleção não conseguiu.

À espera de um “calor” maior do público nesta terça-feira, contra a Venezuela, em Salvador, o time do técnico Tite passou praticamente os 90 minutos sem receber cânticos de apoio dos 46 mil pagantes presentes ao Morumbi. Depois de receber até vaias na saída do primeiro tempo, a equipe conseguiu resolver rapidamente o placar na etapa final e viu os torcedores, que pagaram um ticket médio na casa dos R$ 485, ao menos aplaudirem as bolas na rede durante o 3 a 0.

No duelo do atual bicampeão da Copa América, porém, a torcida fez questão de se sentir em casa no estádio são-paulino. Presentes durante todo o trajeto do centro ao Morumbi, eles tomaram as ruas e bradaram com gritos de “campeão” e “papai”, uma espécie de apelido a um time que ganha frequentemente. “Chegou o papai”, cantaram alguns na entrada para o jogo, ainda três horas antes da bola rolar.

Bem menos recheadas do que cinco dias antes, as arquibancadas chegaram a pulsar em dados momentos, principalmente no anúncio dos nomes de Vidal, Sánchez e Vargas, trio já renomado da equipe, e na finalização do hino nacional, à capela, com a parte orquestral já finalizada.

Depois disso, os chilenos receberam um cântico de apoio, ainda que modesto perto de um jogo com torcidas de times brasileiros, mas muito superior ao visto com a Seleção. Até mesmo a explosão com os gols chamou mais a atenção, comovendo diversos jornalistas chilenos presentes à tribuna de imprensa.

O Japão, por sua vez, não ficou para trás na simpatia. Perdendo por 2 a 0, viu a torcida ensaiar um “eu acredito” e outro “vamos virar, Japão” até ser goleado de vez pelos vermelhos. A festa após o 4 a 0, por sinal, contrastou com a saída calada da torcida brasileira quando teve a sua oportunidade de torcer.

A galera paulistana, aliás, terá mais um encontro com o Brasil no sábado, na primeira partida da Arena Corinthians na competição. Philippe Coutinho e companhia encaram o Peru, pela terceira rodada do grupo, retornando ao local onde disputaram um jogo contra o Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa da Rússia, em março de 2017.



Equipe venezuelana na estreia da Copa América (Foto: EVARISTO SA/AFP)

Lanterna das últimas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2018, a Venezuela cresceu no período pós-Mundial da Rússia e chegou nesta Copa América com mais condições de disputa.

Sob comando de Rafael Dudamel, vice-campeão mundial sub-20 com a seleção, o time se tornou mais competitiva e pode oferecer maior resistência ao Brasil, no confronto desta terça-feira, às 21h30 (horário de Brasília), na Fonte Nova, em relação a estreia da equipe canarinha contra a Bolívia.

Nos amistosos disputados após a Copa, o time sul-americano obteve 55,6% de aproveitamento, com quatro vitórias, três empates e duas derrotas. O time venezuelano anotou 15 gols e levou nove. Entre os principais destaques, vitórias contra a Argentina por 3 a 1 em março e por 3 a 0 sobre o Estados Unidos antes da competição continental.

No grupo A junto a Brasil, Peru e Bolívia, a equipe de Dudamel estreou com empate sem gols frente aos peruanos em Porto Alegre. Após ficar com um homem a menos no segundo tempo, a equipe se fechou e garantiu a igualdade e o ponto na competição, com destaque para o goleiro Fariñez.

O craque

Principal referência técnica da Viñotinto, o atacante Salomón Rondón é a esperança de gol dos venezuelanos contra o Brasil. Atleta do West Bromwich, da Inglaterra, o camisa 23 já entrou em campo 75 vezes com a camisa da seleção, com 24 gols marcados e três assistências.

(Foto: Andy Lyons/Getty Images/AFP)

Esta é a quarta edição da Copa América de Rondón, que também jogou em 2011, 2015 e na Centenário de 2016. No total, são 13 jogos nos três torneios, com quatro gols anotados e uma assistência. No período pós-Copa, o camisa 23 jogou sete jogos com a Viñotinto e marcou cinco gols.

No último sábado, o atacante marcou presença na empate por 0 a 0 contra o Peru. Ao término do jogo, Rondón valorizou o resultado e ressaltou que a Venezuela pode chegar mais longe. “Estamos bem, vamos enfrentar o Brasil e a Bolívia e no meu ponto de vista o grupo está bastante coeso. Vamos pensar no próximo jogo”, declarou.

O técnico

Depois da saída de Noel Sanvicente em março de 2016, após fraca campanha nas eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia, o venezuelano Rafael Dudamel assumiu o comando da equipe. Mesmo com pouca experiência, o técnico foi uma aposta caseira por conta das dificuldades financeiras da Federação de Futebol da Venezuela.

Ex-goleiro, Dudamel iniciou sua carreira como treinador em 2010. Seu primeiro clube foi o Estudiantes de Mérida, depois passou pelo Deportivo Lara até finalmente assumir a seleção sub-17. Em 2016 acertou com a Venezuela e desde então dirige o sub-20 e a principal.

Rafael Dudamel tem surpreendido no comando da Venezuela (Foto: Evaristo Sá/AFP)

De forma surpreendente, o comandante conseguiu implantar uma nova filosofia de jogo e tem conquistado grandes resultados pela Vinotinto. Na Copa América em 2016, sua primeira vez em competições internacionais pela seleção, Dudamel passou pela fase de grupos em segundo após derrotar o Uruguai e Jamaica, e empatar com o México. A equipe foi parada nas quartas pela Argentina.

Ao todo são 31 jogos no comando da Venezuela, com 8 vitórias, 13 empates e 10 derrotas. Na estreia da atual edição da Copa América, o time empatou na estreia por 0 a 0 com o Peru.

Sob comando de Dudamel, a seleção venezuelana costuma atuar em um 4-5-1, que pode variar para um 4-1-4-1 ou um 4-3-3 ao longo do jogo. Contra os peruanos, por exemplo, a equipe sul-americana jogou apenas com Salomón Rondón isolado no ataque, enquanto os outros cinco meio-campistas revezam entre atacar e defender.

Resultados pós-Copa 2018:

09/06/2019 EUA 0x3 Venezuela
05/06/2019 México 3×1 Venezuela
01/06/2019 Venezuela 1×1 Equador
22/03/2019 Argentina 1×3 Venezuela
20/11/2018 Irã 1×1 Venezuela
16/11/2018 Japão 1×1 Venezuela
16/10/2018 Emirados Árabes Unidos 0x2 Venezuela
11/09/2018 Panamá 0x2 Venezuela
07/09/2018 Venezuela 1×2 Colômbia



Takefusa Kubo ainda não é um nome conhecido mundialmente, mas parece ter isso quase certo no seu futuro. Joia da equipe do Japão que disputa a Copa América, o jovem foi a grande atração da noite da segunda-feira, no estádio do Morumbi. Mesmo com a derrota do seu time por 4 a 0 para o Chile, das estrelas Arturo Vidal, único que atriu mais atenção, e Alexis Sánchez, foi alvo da imprensa e pediu para que parassem de compará-lo com o argentino Lionel Messi.

“Não gosto que me comparem com um jogador tão grande quanto o Messi”, comentou o canhoto, em espanhol praticamente perfeito, aperfeiçoado pelos anos nas categorias de base do Barcelona. O atleta, porém, tem seu destino para os próximos anos já selado com o Real Madrid, que acertou sua contratação para a próxima temporada. A princípio, ele reforça o time B, em procedimento semelhante ao realizado com Vinícius Júnior.

“Eu só penso na Copa América. Quando acabar tudo, eu pensarei”, afirmou o jogador, bastante assertivo para alguém que ainda vive o final da adolescência e recebe tanta atenção praticando um esporte idolatrado pelos japoneses, mas muito mais bem jogado pelos brasileiros.

A importância da participação da jovem equipe, aliás, foi retratada pela presença massiva de jornalistas japoneses no Morumbi. Ao menos 20 repórteres estiveram no local e protagonizaram cenas pouco comuns no cada menos intenso contato entre atletas e jornalistas. Maior astro do grupo, Shinji Okazaki, campeão inglês pelo Leicester, passou quase meia hora conversando com dois dos conterrâneos, sem pressa para seguir ao ônibus da equipe.

Atento a todas as perguntas, Kubo passou pelo companheiro, que tem 15 anos a mais que si (33 a 18), parando sempre que era chamado a falar, fosse em japonês ou espanhol. “Foi uma derrota muito dura para o time, mas temos que seguir em frente porque há mais dois jogos. Tive uma chance muito clara e isso me deixa muito triste”, concluiu o canhoto.

Os japoneses e sua legião de jornalistas agora rumam para Porto Alegre, local da partida contra o Uruguai, na quinta-feira, na Arena do Grêmio. A equipe, em preparação para as Olimpíadas de 2020, em Tóquio, depois fecha a primeira fase frente ao Equador, na segunda-feira, dia 24, no Mineirão.



O chileno Arturo Vidal comentou na noite da segunda-feira sobre a vitória da sua equipe sobre o Japão, na estreia da Copa América, mas abriu o maior sorriso ao ser questionado a respeito da possibilidade de ser companheiro de Neymar na próxima temporada. Atleta do Barcelona, ele foi breve sobre o assunto, mas abriu as portas para o atacante Brasileiro retornar ao seu ex-clube.

“Seria lindo, as pessoas adoram ele lá”, disse o meio-campista, arrastado pela zona mista por uma assessoria, mas mantendo um ótimo humor a cada breve parada que fazia para responder os jornalistas. Campeão espanhol nesta temporada, o Barça tenta voltar a levantar o título da Liga dos Campeões, competição que ganhou pela última vez quando o camisa 10 da Seleção estava no grupo, em 2015.

À espera de uma definição a respeito do possível novo companheiro, o chileno de 32 anos foi quem mais atraiu holofotes. Simpático com a aglomeração, Vidal ainda fez questão de tranquilizar a todos sobre a sua saída de campo. Na parte final do segundo tempo, quando o placar ainda mostrava 2 a 0, ele foi ao solo e logo pediu substituição.

“Não, não foi nada. É precaução apenas, estou bem”, continuou o meio-campista, ovacionado ao ser anunciado pelo alto-falante e ao deixar o gramado. Para o grande ídolo dessa geração de chilenos, a possibilidade do tricampeonato continental é real para a geração, principalmente após a decepção de não se classificar para a Copa do Mundo da Rússia, no ano passado.

“Foi a primeira partida, foi importante ter feito isso. Tivemos muitos dias de preparação, muitos dias para ver as partidas. Os amistosos não foram bons, mas na parte importante apareceu o verdadeiro Chile. Somos os campeões, temos de defender o título. Sabemos que será difícil, mas temos de ir jogo a jogo e seguir melhorando”, concluiu Vidal.

Ele e o resto do elenco agora rumam para Salvador, local da partida contra o Equador, na sexta-feira, às 20h (de Brasília). A equipe ainda fecha a primeira fase na segunda-feira, também às 20h (de Brasília), no confronto de favoritos frente ao Uruguai. O duelo será no Maracanã.



Reinaldo Rueda foi vaiado nesta segunda-feira ao ter seu nome anunciado nos telões do estádio do Morumbi. Estreando na Copa América contra o Japão, o técnico do Chile respondeu as críticas da torcida com uma goleada por 4 a 0 sobre o rival asiático, placar que fez com que sua equipe passasse  a assumir a liderança do Grupo C do torneio com o Uruguai.

Passada a grande vitória dos atuais bicampeões da Copa América, Reinaldo Rueda adotou um tom moderado em seu discurso na coletiva de imprensa e, aparentemente, relevou o comportamento crítico dos animados torcedores que compareceram ao Morumbi nesta segunda-feira.

“Na América Latina se vive com muita paixão e sempre se quer mais, sobretudo de uma seleção que viveu os dois lados da moeda ao ser bicampeã da Copa América e depois não se classificar para a Copa do Mundo da Rússia”, disse Reinaldo Rueda.

De fato, o Chile não vem de resultados muito convincentes. Desde o fim das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, a Roja jogou quatro vezes. Perdeu para o México por 3 a 1, empatou com os EUA em 1 a 1, venceu o Haiti por 2 a 1 e somente nesta terça-feira, enfim, triunfou com autoridade, goleando o Japão por 4 a 0.

“Tenho que felicitar meus jogadores pelo jogo redondo que fizeram, pelo compromisso que mostraram. Estou tranquilo porque o time está chegando no nível que todos querem”, concluiu Rueda.

 



Na noite desta segunda-feira, o atacante Vinícius Júnior se encontrou com o centroavante Paolo Guerrero. Os ex-companheiros de Flamengo estiveram juntos em visita do jogador do Real Madrid à concentração da Seleção Peruana, no Rio de Janeiro.

Os dois trocaram camisetas. Vinicius deu a Guerrero uma do Madrid e recebeu em troca uma do Peru. A dupla defendeu o Mengão entre 2017 e 2018.

Pelo Twitter, o atacante do time merengue escreveu, em espanhol, mas com gíria carioca no final: “Te amo muito, irmão! Obrigado por tudo e boa sorte! Acabou o caô”.

O Peru, comandado por Ricardo Gareca se prepara no Rio de Janeiro para enfrentar a Bolívia nesta terça-feira, às 18h30 (horário de Brasília), no estádio do Maracanã pela Copa América. Na estreia, Guerrero e companhia ficaram no empate em 0 a 0 contra a Venezuela na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.