Rodriguinho brilha e marca pela primeira vez pós-Seleção

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Meia não marcava desde a terceira rodada, contra o Atlético-GO (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)

O meia Rodriguinho vive sua melhor temporada da carreira, em avaliação do próprio atleta e da maioria das pessoas que viram o atleta, aos 29 anos, chamar a responsabilidade de um time grande nacional, decidir um título e chegar à Seleção Brasileira. Desde que havia sido chamado para o time do técnico Tite, nos amistosos contra Argentina e Austrália, porém, o armador não tinha uma exibição tão boa quanto a desempenhada na quarta, contra o Atlético-MG, no Mineirão.

Autor do segundo gol na vitória por 2 a 0, dando belo drible em Leonardo Silva antes de concluir a gol, além de coordenar as ações ofensivas do Alvinegro. Com o tento, ele quebrou uma série de 13 jogos sem conseguir balançar a rede adversária (12 pelo Brasileiro e 1 pela Copa Sul-Americana). A última vez em que ele havia anotado um gol tinha sido diante do Atlético-GO, pela terceira rodada do Brasileiro.

Além disso, Rodriguinho não conseguiu colecionar atuações decisivas nos duelos subsequentes, conseguindo apelas uma assistência no período, na vitória por 2 a 0 sobre a Ponte Preta, em Itaquera. Em meio aos desfalques do time do técnico Fábio Carille, porém, chamou a responsabilidade ao lado de Jô e conseguiu ser importante em Belo Horizonte.

Meia não marcava desde a terceira rodada, contra o Atlético-GO (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)

"Atlético teve mais falhas do que nos dois gols, chegamos outras vezes com chance de fazer gol. Não mudo forma de jogar, ajusto de acordo com o adversário", avaliou o comandante, que explicou a estratégia utilizada para conseguir derrotar o Galo dentro dos domínios do rival.

"Podemos usar o Maycon mais avançado ou atrasado... Lá no Chile o Romero jogou pela direita e o Jadson pela esquerda. A gente estuda, sim, se você não faz isso pode ser surpreendido. Temos profissionais, centro de inteligência e auxiliares para isso", continuou o treinador, cada vez mais feliz com as boas atuações do time nos "jogos grandes".

"Todos nós gostamos, a comissão também, jogo com casa cheia. É natural em um jogo menor a concentração não estar igual. Mas poucas vezes isso aconteceu neste ano. É uma equipe que está preparada para tudo. Quando é um jogo menor, a comissão trabalha mais", concluiu.

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