Na tarde deste domingo, no CT da LDU, no Equador, a Seleção Brasileira iniciou a preparação para a semifinal da Copa América feminina, contra o Uruguai. A partida acontece nesta terça-feira, às 21 horas (de Brasília), no Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito.
"Tentamos evoluir jogo a jogo dentro daquilo que o Arthur passa para a gente. Eu acho que esse é o nosso principal objetivo. A cada partida e a cada treino, poder fazer melhor. Poder fazer, na maior parte do tempo, aquilo que a gente tem dentro do nosso plano para cada partida. E colocando principalmente as ideias do nosso modelo de jogo. Isso vai fazer com que a gente entre mais concentrada", contou Ary Borges ao site da CBF.
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A Seleção Brasileira encerrou a fase de grupos da Copa América feminina com empate em 0 a 0 diante da Colômbia, na última sexta-feira. O Brasil ficou na liderança do grupo B, com dez pontos conquistados em quatro jogos.
Contra o Uruguai, a Seleção busca garantir vaga na 9ª final consecutiva da competição. Atual tetracampeão, o Brasil nunca ficou de fora da decisão da Copa América feminina.
Por outro lado, as uruguaias ficaram na vice-liderança do grupo A, com sete pontos somados. Em sua segunda semifinal na história do torneio e a primeira desde 2006, o Uruguai busca garantir uma vaga inédita na final da Copa América feminina.
"Nós sempre buscamos propor o jogo. Encaramos o Uruguai como mais um adversário a ser superado em nosso caminho até a final. Vamos disputar com a maior seriedade possível, pois esse é o nosso principal objetivo no momento", projetou Ary Borges.
Na outra semifinal, a Argentina encara a Colômbia nesta segunda-feira, às 21 horas, também no Estádio Rodrigo Paz Delgado.
Ary Borges na Copa América
Ex-Palmeiras e hoje no Racing Louisville, dos Estados Unidos, Ary Borges disputou três jogos nesta edição da Copa América feminina, sendo titular em duas oportunidades. Campeã em 2022, a meia ficou fora da Seleção no ano passado por conta de sequência de lesões e voltou a ser convocada no último mês de fevereiro.
"Para mim, esta competição tem sido muito especial por poder voltar a ter confiança e vestir essa camisa. Também de poder me sentir bem aqui dentro de novo e de agregar. A Seleção evoluiu muito nesse último ano. Para mim, esse retorno foi essencial para me adaptar e compreender as ideias do Arthur. Entender o estilo de jogo da Seleção e como me encaixar nele foi um processo necessário", encerrou a jogadora.