Um jogo único entre Rexona/Ades e Molico/Nestlé, marcado para as 10 horas (de Brasília) do próximo domingo, decidirá o campeão da Superliga. A experiente Thaísa aprovou a Arena da Barra como sede da final, já que o time do Rio de Janeiro mandou seus jogos no Ginásio do Tijuca durante o campeonato.
“Finalmente, teremos uma quadra neutra para as duas equipes no Rio de Janeiro. Aqui em São Paulo, sempre foi neutra, mas lá jogavam no Maracanãzinho, o que acho um absurdo. Final em partida única não o é ideal. Melhor de três, por exemplo, seria mais legal. Mas já nos adaptamos a isso e vamos para fazer o jogo da vida”, afirmou.
Osasco e Rio de Janeiro decidiram nove das últimas dez edições da Superliga, com seis títulos para a equipe carioca. Embora não tenha mandado seus jogos na Arena da Barra, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho contará com a força do público, lembrou Dani Lins.
Thaísa tira foto com companheiras: a jogadora aprovou a escolha da Arena da Barra como palco da final - Credito: Djalma Vassão/Gazeta Press
“O ginásio pode ser considerado neutro pelo fato de as duas equipes não jogarem lá, mas em termos de torcida, é claro que a do Rio de Janeiro vai ser maior”, afirmou a levantadora, despreocupada com a missão de atuar em uma quadra desconhecida. “Dá para acostumar rápido”, resumiu
Como alcançou melhor campanha durante a fase de classificação (23 vitórias e apenas uma derrota), o Rio de Janeiro tem a vantagem do mando. A Arena da Barra, palco da final da Superliga, será utilizada na edição de 2016 dos Jogos Olímpicos.
| THAÍSA EVOLUI COMO CAPITÃ |
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Neste domingo, a experiente Thaísa disputará sua primeira final de Superliga na condição de capitã. A função, conta a jogadora, foi útil para aumentar o contato com as companheiras. “Fora de quadra, normalmente sou muito calada, fico mais na minha. Como capitã da equipe, consegui evoluir nesse sentido, de tentar ser mais comunicativa”, afirmou Thaísa. No aspecto técnico, no entanto, o posto é irrelevante. “Tem gente que acha que cresce e joga melhor sendo capitã, mas para mim não faz diferença. Ajudo o time da mesma forma”, disse. |
“Na véspera das Olimpíadas, tenho certeza que o ginásio vai estar lotado. A expectativa é muito boa. O vôlei feminino já vem trazendo grandes resultados internacionais e essa final é uma ótima oportunidade para as jogadoras com chance de representar o Brasil em 2016”, disse o técnico Luizomar de Moura.
A decisão da Superliga contará com uma série de campeãs olímpicas. Thaísa, Dani Lins, Camila Brait, Adenízia e Mari (Osasco) enfrentarão Valeskinha, Fabi e Fofão (Rio de Janeiro), dirigidas pelo premiado Bernardinho, no confronto marcado para o final de semana.
Nesta quarta-feira, o elenco do time paulista, comandado por Luizomar de Moura, cumpriu compromisso com seu fornecedor de material esportivo. De maneira descontraída, a delegação participou de tarde de autógrafos em uma loja localizada na nobre região dos Jardins.