Gilson Kleina ainda se adapta ao futebol do Avaí, mas já está de olho na disputa do Campeonato Brasileiro Série A. Líder do quadrangular do rebaixamento do Campeonato Catarinense, o treinador quer reforços para a competição nacional, reconhece o esforço da diretoria e não descarta trazer um nome de grife para Florianópolis.
“A diretoria está mostrando disposição. Temos que tentar errar o menos possível. Às vezes, você indica jogador de nome o custo-benefício não é bom. O erro tem que ser pequeno para a equipe ser competitiva. E competitividade está ligada à Série A, qualquer erro é fatal. Todo mundo quer trazer jogador carimbado, se der, tudo bem. Se não der, trazer jogadores que vão querer crescer e defender a camisa do Avaí. A gente tem uma forma de trabalhar e está monitorando as situações”, disse.
Para Kleina, a questão é simples. Trata-se de ser ambicioso, mas manter os pés no chão e se adequar a realidade do clube. Por isso, um jogador com nome no mercado não está descartado, mas é preciso que o mesmo tenha a consciência de que o trabalho tem que ser feito em grupo.
“Eu gosto de uma equipe agressiva, tanto na frente quanto atrás. Não quero que meu jogador cadenciado corra igual a outro, mas que tenha dinâmica. A gente vê jogadores de grife que não estão rendendo. Se a gente puder trazer um de grife e entender isso e fazer parte do nosso grupo, é ótimo. Aqui temos que ter ambição. Estamos lutando contra o descenso e ninguém está feliz. Mas o Avaí está na primeira divisão, grandes clubes virão aqui, futebol você contrata pelo passado, não pelo presente. Vamos ter uma equipe com fibra, entrega e o torcedor vai sair satisfeito”, finalizou.
