*Por Thiago Henrique
O atacante Victor Sá foi apresentado pelo São Paulo nesta terça-feira. O novo camisa 27 do Tricolor explicou sua escolha pela equipe do Morumbi, muito influenciada por sua família, e se emocionou ao falar de seu pai e de seu irmão.
"Desde pequeno o meu pai é um são-paulino fanático. Não pôde estar aqui hoje, mas sei que é um momento especial para ele. Cresci vindo no Morumbi. Logicamente, quando fui crescendo e atuando como profissional, passei por outros times, mas sempre mantive isso dentro de casa. Meu pai chorou quando falei com ele sobre a oferta e passou um filme na minha cabeça andando pelo CT. Sei de tudo que minha família fez, principalmente meu irmão", disse o atleta antes de se emocionar.
Após passar pelas categorias de base do Palmeiras entre 2012 e 2013, Victor Sá iniciou sua trajetória como profissional defendendo o São José dos Campos, do interior de São Paulo. De lá, passou pelo Joseense antes de partir para a Europa, onde fez a maior parte de sua carreira.
No Velho Continente, o atacante defendeu os austríacos Kapfenberger e LASK Linz, onde viveu a melhor fase da carreira e foi artilheiro de duas edições da Copa da Áustria. Ainda passou por Wolfsburg-ALE e Al Jazira-EAU, antes de se transferir para o Botafogo, clube pelo qual teve bons números entre 2022 e 2024. Depois, foi negociado com o Krasnodar, da Rússia, seu último clube antes de acertar com o São Paulo.
Torcedor em campo
Como são-paulino, Victor Sá ainda relembrou momentos marcantes como torcedor do Tricolor e toda a sua relação familiar com o clube. Além do pai, seu irmão também torce para a equipe e teve papel importante nas negociações entre o São Paulo e o clube russo.
"Acho que os jogos que lembro bastante foi um 2 a 2 entre São Paulo e Cobreloa (pela Libertadores), que o Luis Fabiano marca de cabeça. E o título brasileiro, que o São Paulo empatou, estava com estádio lá na arquibancada com o meu pai", relembrou o atacante.
"Dispensa comentários a minha relação com o meu irmão, quando não tive força ele estava lá comigo e é realmente difícil de acreditar. Não quero me alongar para virar um chororô. Nos momentos que não tive força, ele estava lá comigo. É difícil de acreditar nisso, mas saber que a família está do lado... É uma gratidão a ele, meu pai, minha mae, minha vó por chegar até aqui", completou emocionado.
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