O Palmeiras aproveitou a pausa para a Copa do Mundo e as férias do elenco para reformar os gramados da Academia de Futebol. O Alviverde realizou a troca dos dois campos de grama natural do seu centro de treinamento.
O clube optou pela instalação da grama Tahoma 31, mesmo tipo de piso será utilizado nos estádios que receberão partidas da Copa do Mundo de 2026.
Gramado de primeira
Segundo Maristela Kuhn, engenheira contratada para conduzir o processo, a nova grama oferece melhor rolagem de bola e uma recuperação mais rápida em comparação a outros tipos de gramado.
“Durante a competição (Mundial de Clubes de 2025), a equipe treinou e jogou em novas variedades do tipo bermuda e, logo que retornou ao Brasil, o Departamento de Futebol externou a vontade de trocar os campos de grama natural da Academia de Futebol”, explicou.
Maristela destacou que o principal desafio para a execução da obra era encontrar uma janela adequada no calendário do futebol brasileiro. Com a paralisação provocada pela Copa do Mundo, o clube encontrou o momento ideal para realizar a intervenção.
“Por ser um período em que se chove menos em São Paulo, nos pareceu o momento mais adequado para realizarmos o trabalho. Fizemos todo o planejamento detalhado quanto a prazos, custos e fornecedores, além das vistorias na lavoura para fiscalizar a qualidade”, afirmou.
"Muito orgulho"
A reforma do Campo 1 começou ainda antes da paralisação do calendário para a Copa do Mundo e já está nos ajustes finais. Já o Campo 2 entrou em obras recentemente e segue em processo de renovação. A expectativa do Palmeiras é ter os dois espaços liberados para uso quando o elenco principal retomar os treinamentos após o período de férias.
Maristela também destacou o apoio recebido da diretoria para a execução do projeto e celebrou a iniciativa do clube em investir na modernização da estrutura.
“A presidente Leila Pereira sempre nos deu apoio, e o diretor Anderson Barros nos ajudou nas questões de logística para que pudéssemos conciliar o trabalho com as demandas do time”, afirmou.
“Vejo com muito orgulho a decisão do Palmeiras de melhorar o nível dos seus campos. Os clubes precisam estar sempre evoluindo e buscando novas tecnologias para aperfeiçoar o palco do espetáculo, que é onde os atletas treinam e jogam. Devemos sempre estar atentos a novidades para testarmos e utilizarmos”, completou a engenheira agrônoma.
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