Convocado para mais um ciclo da Seleção Brasileira, o goleiro Weverton falou nesta quinta sobre o início do trabalho com Carlo Ancelotti, a disputa por posição no elenco e sua importante decisão de sair do Palmeiras para o Grêmio.
Primeiro dia de atividades na Granja Comary concluído! 🇧🇷💪
A programação contou com treino com bola e avaliações físicas, dando início à preparação da maior Seleção do mundo.
Foco, intensidade e orgulho de vestir a amarelinha. 💛💚#BateNoPeito pic.twitter.com/GEDKq1sIgV
— brasil (@CBF_Futebol) May 28, 2026
Emoção pela Copa do Mundo e ambiente da Seleção
O arqueiro relembrou a emoção vivida no Mundial do Catar, em 2022, e destacou o ambiente encontrado na atual preparação da equipe brasileira.
“Eu vivi um momento muito especial naquela Copa. Naquele momento, eu era o único jogador que ainda não tinha entrado em campo. Foi algo que vai ficar marcado para sempre na minha vida”, afirmou.
“Nós sabemos o tamanho da responsabilidade que é vestir a camisa da Seleção e representar um país e uma nação em uma Copa do Mundo”, completou.
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Elogios a Ancelotti
Mesmo com pouco contato inicial com Ancelotti, Weverton elogiou a postura do treinador italiano e destacou o perfil vencedor do comandante.
“Eu não tive tanto contato com o Ancelotti, mas sei de todos os trabalhos dele na carreira. Quem é tão vencedor assim, se não for humano e não cuidar bem dos jogadores, não consegue ter essa trajetória. Tenho certeza de que ele já está fazendo um grande trabalho”, declarou.
“Tenho certeza de que ele já vem colocando tudo o que tem de melhor para os jogadores. Aqui ninguém leva nada pelo lado individual, é sempre pelo coletivo, para vencer, ganhar e ser campeão”, acrescentou.
Disputa pela titularidade
Weverton também comentou a disputa por posição com Alisson e Ederson e ressaltou que a competitividade entre os goleiros fortalece a Seleção Brasileira.
“Acho que todos os que estão aqui têm totais condições de jogar e vieram para isso: ajudar, competir e buscar seu espaço. O Alisson quer jogar, o Ederson quer jogar, eu quero jogar, e isso é bom. Isso traz uma competitividade muito grande para a Seleção Brasileira”, disse.
“Quem for escolhido vai fazer o seu melhor, e quem não for também vai continuar trabalhando e apoiar quem estiver dentro de campo. Porque somos uma só Seleção, e todo mundo vai ganhar junto”, completou.
Importância de experiência em Copas
O goleiro ainda destacou o peso da experiência em torneios curtos como a Copa do Mundo e afirmou que os momentos difíceis ajudam no amadurecimento dos atletas.
“A experiência é muito importante. Nosso país tem essa cultura de que quem não ganha acaba não valendo nada e que o melhor é trocar. Sabemos que não é assim. Vestir a camisa da Seleção é um peso grande, uma responsabilidade enorme”, analisou.
“A frustração também traz experiência e bagagem. Cada um é o que é pelos momentos bons e difíceis que viveu. Quem já disputou uma Copa pode trazer uma experiência importante”, acrescentou.
Mudança de clube e novo desafio na carreira
Por fim, Weverton falou sobre a mudança do Palmeiras para o Grêmio e revelou que o novo desafio foi determinante para manter vivo o sonho de disputar mais uma Copa do Mundo.
“Foi um ano de mudança. Decidi encerrar uma jornada vencedora e trocar de clube, cidade e cultura. Foi uma decisão importante para mim. Poder me desafiar, jogar com mais frequência, ser mais exigido e fazer mais defesas trouxe mais visibilidade para o meu trabalho”, relembrou.
“Era muito mais confortável ficar em São Paulo, mas decidi buscar um novo desafio. Poder jogar mais, fazer mais defesas e ter mais visibilidade foi importante. Fui premiado com mais uma Copa do Mundo pela coragem de tomar essa decisão”, concluiu.